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Zurique: A cidade mais sofisticada da Suíça

Sofisticada, essa palavra define muito bem Zurique, a maior cidade da Suíça. Mesmo sendo a maior cidade do país, Zurique consegue ser menor do que muita cidadezinha de interior do Brasil, pois sua população não passa de 400 mil habitantes.

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Assim como eu, quem tem tendência a praticamente decorar as ruas de uma determinada cidade no google maps antes de uma viagem, já adianto: na Suíça não é preciso se preocupar com isso. Sério mesmo, as cidades são tão pequenas, que as atrações mais turisticas ficam todas concentradas e são super fáceis de serem encontradas. E Zurique, claro, não foge a essa regra.

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Então, no nosso ultimo dia de Suíça, fomos conhecer Zurique. Nos já estavamos hospedados ali fazia uns dias, mas aproveitando que os dias amanheciam com sol, resolvemos logo fazer os passeios pro Liechtentein e pra Lucerna (onde conhecemos os Montes Pilatus e Stanserhorn) e fomos deixando Berna e Zurique pro final.

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O nosso hotel ficava a uma quadra das margens do lago Zurique e do rio Limmat, então, em questão de pouquissimos minutos caminhando estavamos perto de todas as principais atrações da cidade. Praticamente tudo o que conhecemos fica as margens ou muito próximo a extensão por onde o rio Limmat passa.

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Pode-se dizer que praticamente tudo gira em torno da principal rua de comércio da cidade, a Bahnhofstrasse. É nessa região onde encontramos as lojas das marcas mais luxuosas e exclusivas do mundo e os cafés mais bem frequentados da cidade. E ainda se der sorte como nos, com certeza vai ser possível ver algum carrão de algum milionário estacionado pela redondeza. Como é uma rua só pra pedestres e apenas os bondinhos passa por ali, é uma ótima idéia aproveitar pra caminhar sem pressa por ali.

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E é justamente nessa rua onde fica uma das maiores lojas da Confisserie Sprüngli de Zurique e da Suíça (eu já escrevi um post somente sobre esse lugar), onde nos aproveitamos pra ir algumas vezes. Vale muito a pena!

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Outra ruazinha super bonita e charmosa que vale muito a pena conhecer é a Augustinergasse. Ela tem um estilo que lembra um pouco as ruazinhas medievais de algumas cidades da Inglaterra. Por ali estão diversos restaurantes, lojinhas de decoração e restaurantes.

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Seguindo por esse labirinto de ruazinhas chegamos a região de Peterhofstatt, que fica no alto da colina de Lindenhof, um dos melhores lugares pra ver toda a cidade do alto. Antigamente, nessa região havia um forte romano, que servia pra proteger os Suíços contra as invações dos Alemães. Esse local também tem uma importancia histórica pro país, pois foi onde foi feito o juramento da constituição Helvética.

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E é nessa região onde fica a Peterskirche, considerada a igreja mais antiga de Zurique. Junto com a Fraumünster e a Grossmünter são as principais igrejas da cidade. Nos conseguimos visitar. A parte externa da igreja é bem simples e o grande destaque mesmo fica por conta do relógio que fica na sua única torre externa, considerado o maior relógio da Europa com 8,7 metros de diâmetro.

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Descendo a colina em direção ao rio Limmat, atravessamos a Münster Bridge em direção a uma das margens do rio Limmat, a Limmatquai, onde ficam várias casinhas antigas e coloridas, as famosas Guild Houses. Essas casinhas são super antigas, datam de 1336 e cada uma delas tem um estilo e cores diferentes. Nessa região também fica a Rathaus, a prefeitura de Zurique, com seu estilo único. Tudo muito bonito!

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Seguindo por essa margem do rio Limmat, logo chegamos perto da Grossmünster, uma das poucas áreas da cidade onde encontramos lojinhas de souvenirs, onde meu pai e meu irmão aproveitaram pra comprar um autêntico canivete suíço pra trazer de recordação.

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Nossa próxima parada foi na Grossmünster, a maior catedral e o maior cartão postal de Zurique. Essa catedral é antiiiiga, foi construída ainda durante o século 9 a mando de Carlos Magno. Dois grandes destaques são: as suas torres gêmeas (que dá pra subir) e os vitrais feitos por Augusto Giacometti.

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Depois do almoço, aproveitamos pra conhecer a última igreja que faltava, a Fraumünster, que foi fundada alguns anos após a construção da Grossmünster a pedidos do neto de Carlos Magno. A igreja é super bonitinha e sua única torre verde pode ser vista de todas as partes da cidade.

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Mas com certeza, o seu maior destaque fica por conta de seus vitrais, onde os 5 grandes vitrais são obra de nada mais nada menos que Marc Chagall e um outro vitral unico, com mais de 9 metros de altura, é obra de Augusto Giacometti. Todos esses vitrais coloridos retratam partes da história cristã. Infelizmente as fotos da parte interna eram proibidas.

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E pra terminar o tour por Zurique, ainda fomos caminhar um pouco as margens do Lago Zurique, que impressiona por ter uma água tão transparente e limpíssima.

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Como dá pra ver, Zurique é uma cidade super compacta, onde é possível conhece-la com tranquilidade em apenas um dia!!

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Zurique: Confiserie Sprüngli

Uma das coisas que nós sabiamos que essa viagem a Suíça e a Áustria iriam nos proporcionar era de conhecer algumas das confeitarias mais tradicionais do mundo. As expectativas eram enormes e já adianto, nada decepcionou!

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A Sprüngli dispensa qualquer apresentação, mas pra quem ainda não sabe, essa é a confeitaria mais famosa (e luxuosa) de toda a Suíça. Nos estivemos lá por duas vezes, além dos lanchinhos que compramos pra levar no trem enquanto nos deslocavamos até Luxemburgo, Lucerna e Berna. Sim, também existe uma Sprüngli na Estação Central de Trem de Zurique!

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Mas a loja principal fica na Bahnhofstrasse, um dos endereços mais nobres de Zurique. São dois andares, o primeiro é bem pequeno e quase sempre está lotado. O ideal é entrar e já subir direto no segundo andar, que é muito mais espaçoso. O balcão onde estão em exibição tudo que é vendido ali podem ser encontrados em ambos os andares.

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O pedido é feito da seguinte forma (ao menos foi assim que o esquema funcionou com nós): as bebidas (chás, cafés, sucos, entre outros) nos pedimos e pagamos na mesa. E quando queriamos algo pra comer, pedimos e pagamos no balcão, no ato da escolha. Depois as garçonetes levaram os pedidos até a mesa.

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Existem algumas variedades de quiches e tortas salgadas, assim como também podemos pedir croissants de manteiga (muuuuito bons!), além dos doces, pralinés, Luxemburgerli macaroons (versão suíça dos macarons franceses) e uma infinidade de outros doces, todos com uma cara muito boa que dá vontade de provar todos.

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Claro que nada é muito barato por lá, mas obvio, vale cada centavo gasto, pode ter certeza!

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Existem várias Sprüngli espalhadas por Zurique e também em algumas outras cidades da Suíça, mas a loja principal fica na Bahnhofstrasse, 21 esquina com a Paradeplatz. Imperdível!!!!!!

Zeughauskeller: Um dos melhores restaurantes de Zurique

A fama de Zurique e da Suíça no geral é que tudo por lá é muito caro. Sim, isso é verdade! Os restaurantes são bem caros, mas geralmente a qualidade é excelente. Um restaurante que não foge a essa regra é o Zeughauskeller. Nos gostamos tanto que fomos 2 vezes!

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Esse é um dos restaurantes mais tradicionais de Zurique. Antigamente, essa construção era um galpão que servia pra guardar armas e mantimentos durante as guerras. Muita coisa da decoração original foi preservada, mantendo o ambiente com estilo rústico e medieval. Os movéis são todos de madeira escura e o teto tem vigas de madeira enormes. Pra decorar o ambiente foram usados bastante espadas, armaduras, espingardas, além de muitos quadros, onde todos retratam batalhas e guerras.

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Uma coisa que é importante dizer é que esse restaurante não trabalha com reservas, então quem tiver interesse em conhecer, eu aconselho a chegar cedo ou então, o jeito é esperar muito na fila. Outra coisa que ninguém deve se surpreender é se o garçon colocar dois grupos de pessoas que nunca se viram na frente até então na mesma mesa. Muito estranho! Aqui no Brasil a gente não divide a mesa com ninguém, mas lá, pra não desperdiçar espaço, todas os lugares são ocupados. E o mais estranho de tudo, é que ninguém se importa.

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Na primeira vez em que estivemos lá, nos dividimos a mesa com um japonês e na outra vez com um grupo de rapazes da Rússia. Claro que no primeiro dia foi um pouco estranho, mas no outro dia a gente nem deu mais bola. Foi super natural dividir a mesa com estranhos, afinal, ninguém entendia as nossas conversas e nossas risadas!

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O cardápio segue o estilo tradicional de comida alemã, muita salsicha (mais de 20 tipos), carne de vitela e batata. Nos gostamos de todos os pratos que pedimos. A comida é bem parecida com a nossa, não é apimentada. Quem é vegetariano não precisa se preocupar, no cardápio também tem opção para agradar todos os gostos.

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E pra beber? Cerveja, muita cerveja. Vários tipos. A mais pedida é a weiss bier (cerveja de trigo). Muito boa! As sobremeas também são excelentes!

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Os pratos são todos muuuito bem servidos (como dá pra ver pelas fotos), então é bem interessante chegar lá com muita fome. As cervejas também são servidas em três tamanhos, o “Mass”  (que vem 1 litro do tipo de cerveja escolhida), o copo grande e o copo pequeno.

Meu pai com 1 litro de cerveja!

Meu pai com 1 litro de cerveja!

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Ah, vale dizer que o cardápio está traduzido em 8 idiomas, incluindo português. Os garçons até arriscam algumas palavrinhas na nossa lingua, o que facilita bastante, já que algumas palavras do alemão não são traduzidas, mesmo no cardápio em português.

O Restaurante Zeughauskeller fica na Paradeplatz, na Bahnhofstrasse, 28. Abre todos os dias das 11:30 as 23:30 (só fecha nos feriados nacionais). Não aceita reserva.

Ah, e antes que eu me esqueça, eu peguei a dica desse restaurante no blog O Viajante Comilão.

Opernhaus Zürich – Ballet Romeu e Julieta

Sempre que possível, quando viajamos em família, procuramos assistir algum espetáculo, seja de música, dança ou até mesmo peças de teatro. Dessa vez, o escolhido foi um ballet, Romeu e Julieta, que estava em cartaz na Opernhaus Zürich, uma das principais Salas de Óperas da Suíça. Claro que infelizmente hoje em dia esse ballet não está mais sendo apresentado, mas fica a dica pra quem quiser conhecer uma bela casa de concerto e ainda de quebra, assistir alguma apresentação.

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Os tickets nos conseguirmos comprar ainda enquanto estavamos no Brasil, através do seu próprio site e eles são colocados a venda com uns 90 dias de antecedência. A confirmação da compra foi enviada por email e assim, foi só imprimir e apresentar o voucher na bilheteria. É interessante comprar os tickets com uma certa antecedência, pq o teatro estava lo-ta-do.

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A Opernhaus fica apenas uma quadra de distância do hotel em que nos hospedamos em Zurique, a poucos passos de uma região super agradável, lotada de cafés, bares e restaurantes, que fica a alguns metros das margens do lago Zurique.

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A Ópera de Zurique abriu suas portas ainda no final do século 19 e desde então, sempre permaneceu como sendo um dos lugares mais tradicionais da cidade para assistir óperas, concertos e apresentações variadas.

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A parte externa do prédio é lindíssima, de estilo neo-classico e todo enfeitado com estátuas de Weber, Shakespeare, Goethe, Mozart e Wagner, feitas de marmore cinza e branco. Mas o mais impressionante é que, somente a partir de 1891 que as casas de ópera da Europa passaram a ter luz elétrica e a primeirissima foi justamente a Ópera de Zurique, claro.

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A decoração interna não fica devendo em nada pra fachada externa e desde a entrada (bilheteria e bar), tudo segue um estilo clássico que combina muito bem com o estilo neo-rococo do teatro, que tem capacidade para 1.200 pessoas.

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O Ballet Romeu e Julieta, como todo mundo já sabe, é uma das obras mais famosas de William Shakespeare, e a forma como foi retratada seguiu direitinho o script, porém o conceito apresentado teve um leve toque de modernidade, onde foi possível constatar através do figurino e do cenário. Um espetáculo bem diferente, com certeza!

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A Ópera de Zurique fica na Falkenstrasse, 1. A parada do tram/ônibus mais próxima é a Opernhaus.

Roteiro: EuroTrip 2012 – Post Indrodução

Esse ano demorou pra passar, nem acreditei quando finalmente o dia 16 de outubro chegou e com isso a nossa EuroTrip 2012 começou! Mesmo eu já tendo morado em Edimburgo e viajado bastante nesse período, eu tava super nervosa (muito nervosa mesmo), principalmente na semana que antecedeu a viagem. Não sei exatamente o pq, já que eu tinha organizado, reorganizado, verificado, verificado tudo de novo, mas mesmo assim sempre tinha aquela sensação de que eu estava esquecendo de salvar os arquivos no email ou de imprimir alguma coisa importante. Vai entender!

Bom, eu já tinha escrito um post sobre o que basicamente iriamos fazer por lá, mas claro que os ajustes finais no roteiro só seriam possíveis depois de checar a previsão do tempo, que quer queira ou não, é um dos fatores mais importantes dependendo da atividade fossemos fazer.

Nessa viagem também eu resolvi inovar em dois quesitos:

– Primeiro: comprei passagem, reservei hotel, comprei as passagens de trem, os shows, concertos, musicais, enfim, comprei tudo por conta própria, ou seja, eu não utilizei agência de viagem em nenhuma etapa da programação das nossas férias (exceto o seguro viagem). Talvez isso explique um pouco o pq do meu nervossismo em excesso, se algo saísse errado eu teria que me virar pra resolver tudo sozinha. Mas graças a Deus, deu tudo super certo!

– Segundo: viajar com apenas uma bolsa e uma mala que se enquadrasse dentro do perfil para levar como bagagem de mão. Pra mim essa viagem teve a duração de exatos 30 dias (incluindo a viagem a Edimburgo que eu acabei decidindo ir de ultima hora), então quando a viagem já estava chegando lá pelo 20º dia, eu não aguentava mais ver nenhuma das minhas roupas! Parece exagero? Mas isso é a mais pura verdade.

Zurique

Mas vamos ao que interessa, o roteiro. A ordem da viagem permaneceu a mesma, claro. Só que com a previsão do tempo checada, podemos definir o que seria feito em cada dia. Entao basicamente ficou assim:

– 4 dias na Suíça: no primeiro dia fomos para o Liechtenstein já que teoricamente era o unico dia que marcava sol, e como ficariamos a maior parte do tempo andando ao ar livre por Vaduz (a capital), achamos que seria uma ótima escolha ir lá primeiro. A noite assistimos uma apresentação de ballet na Opernhaus em Zurique. No próximo dia, resolvemos ir pra Lucerna e subir nos Montes Pilatus e Stanserhorn. No terceiro dia fomos para Berna, a capital da Suíça e no ultimo dia ficamos em Zurique.

Castelo de Vaduz

O trecho entre Zurique e Salzburgo (nosso próximo destino) nos fizemos de trem. E mesmo tendo comprado as nossas passagens no site da SBB, empresa de trem da Suíça, nos acabamos fazendo esse trecho com a OBB, que é a empresa austriaca. Esse trecho apesar de looongo, algo em torno de quase 5 horas, nos nem vimos o tempo passar. As paisagens são lindíssimas e pode até parecer um exagero ficar sentada por quase 5 horas dentro de um trem, mas nos estavamos dando graças a Deus em poder descansar os nossos pés por um tempo.

Stanserhorn

– 4 dias em Salzburgo: no primeiro dia fomos para Innsbruck e subimos no Nordkette. A noite fomos assitir uma apresentação de música clássica na Sala de Marmore no Palácio de Mirabel. No dia seguinte, resolvemos fazer uma loucura inexplicável, que só de lembrar fico lamentando que o resultado final não foi 100%. Daqui uns dias quando escrever sobre esse passeio, todo mundo vai entender direitinho o que aconteceu. No terceiro dia fomos até a cidadezinha de Wattens, que é onde fica o museu/loja/fábrica da Swarovski. No ultimo dia ficamos em Salzburgo.

Os ursos em Berna

O deslocamento de Salzburgo pra Viena nos fizemos de trem também, com a empresa OBB, que é austriaca. O trajeto entre Salzburgo e Viena é mais curto, são apenas 2 horas e 40 minutos.

Nesse dia que fomos de Salzburgo pra Viena, aproveitamos pra dormir até um pouco mais tarde e descansar um pouco. Chegamos em Viena era meia tarde (15:44) e o único compromisso do dia era assistir a um Ballet, Quebra Nozes, na Staatsoper (Ópera Estatal de Viena).

Innsbruck

– 5 dias em Viena: onde ficamos 4 dias inteiros em Viena e fizemos um day trip para Bratislava, na Eslováquia.

Como eu já tinha escrito aqui no blog, nessa altura das férias a viagem teve duas direções: meus pais, meu irmão e minha cunhada foram pra Praga e eu fui pra Munique. O deslocamento entre Viena – Munique e Viena – Praga foi feito de trem. O tempo de viagem entre Viena e essas duas cidades é praticamente o mesmo, 4 horas e 4 horas e 30 minutos, respectivamente. Ambos os trajetos foram feitos com a empresa Austriaca OBB.

Café Sacher

– 2 dias em Praga: meus pais, meu irmão e minha cunhada ficaram só em Praga mesmo. Todos eles adoraram a cidade. Como eu já tinha ido lá no meu aniver de 2010, eu preferi passar a vez e fui me aventurar em outras terras. Mais pra frente vem um post sobre o que eles fizeram por lá.

Bratislava

– 3 dias em Munique: na verdade eu fiquei dois dias em Munique, sendo que em uma das manhãs eu fui pra Dachau, pra conhecer o campo de concentração e no terceiro e ultimo dia eu fui pra Nuremberg.  O que eu “vi” em Dachau e Nuremberg são partes lamentaveis da história da Alemanha, mas apesar de tudo, ambos os lugares se completam e deu pra entender direitinho esse terrivel capitulo dessa história. Bem interessante!

Munique e Dachau

– 5 dias em Londres: desses 5 dias programados pra Londres, 4 dias eu fiquei inteiros na cidade, sendo que em dois desses dias eu fui no WTM, World Travel Market, uma das maiores feiras de turismo do mundo. Ainda consegui assistir o Musical Let it Be, que presta uma homenagem aos 50 anos dos Beatles. Já no outro dia fiz um day trip para Norwich, a cidade da mostarda inglesa! Claro que os 4 dias que passei em Londres mal deram pro gasto. Tá ai uma cidade que eu poderia passar o resto da minha vida que não faltariam opções do que fazer!

Chá das 17:00 na Harrods

E aos 47 minutos do segundo tempo eu mudei minha passagem de volta pro Brasil e peguei um trem rumo a Edimburgo, na Escócia!!!!!!! Nem acreditei que em menos de um ano depois de ter deixado a cidade pra voltar para o Brasil, lá estava eu de volta! Claro que eu não poderia deixar passar a oportunidade de voltar lá! Então, como eu já estava ali pertinho, resolvi aliar a desculpa de que o meu aniver estava próximo (dia 15 de novembro, feriadão no Brasil) e a super vontade de voltar lá, eu pensei: Pq não? Dei um jeito e organizei toda a programação no trem e quer saber? Como muita coisa eu já sabia como fazer, como organizar e tudo mais, foi bem tranquilo. As 4 horas e 22 minutos do trajeto entre Londres e Edimburgo passaram voando e graças a boa qualidade do wi-fi dos trens da East Coast eu consegui reservar todos os passeios! Mesmo tendo sido apenas 4 dias inteiros e um pela metade, o que significa que foi super hiper mega rápido, eu adorei ter voltado a minha 2 casa (ou seria 3 casa? Curitiba não pode ficar de fora)!!

A programação em terras Escocesas ficou assim: no primeiro dia fiz um day trip para St Andrews, no dia seguinte fui para a região chamada de The Borders e nos ultimos dias fiquei em Edimburgo.

Norwich Cathedral

No total foram 6 7 países (Suíça, Liechtenstein, Áustria, Bratislava Eslováquia, Alemanha, Inglaterra e Escócia) pra mim e pro restante do pessoal lá de casa foram 6 países. Apesar de a grande maioria deles serem vizinhos (exceto Inglaterra e Escócia), as diferenças culturais são enormes. A estrutura de aeroportos, estrações de trem, os proprios trens e o transporte publico em geral são espetaculares.

A unica reclamação que temos a fazer é que em muitos museus e restaurantes na Áustria e na Alemanha as legendas são apresentadas apenas em alemão, o que não facilita muito a nossa vida, né?!?!

St Andrews, na Escócia

Nossa opinião final sobre o nosso roteiro: Nos gostamos muito de conhecer todos as cidades por onde passamos. Montamos base em cidades estrategicas e tentamos aproveitar ao máximo nossos dias fazendo bate e volta. Essa foi a primeira viagem em familia que incluimos várias cidades no roteiro para um bate e volta. Hoje em dia depois de voltar da viagem e fazer aquela analise geral de tudo o que fizemos por lá, chegamos a conclusão que mudariamos apenas duas coisas nesse roteiro: precisariamos ter tido um dia a mais na Suíça e ao invés de ficar 4 dias em Salzburgo, nos deveriamos ter dividido essa parte da viagem da seguinte forma: 2 dias em Innsbruck e 2 dias em Salzburgo. Se fosse dessa forma teria ficado perfeito! Mas de qualquer forma, o importante é que deu tudo certo e nos aproveitamos muito!

Ah, e é claro que eu poderia ter ficado mais tempo em Edimburgo também, não seria nada mal, não é mesmo?!?!?! =)))

Obs.: Como já deu pra perceber, nos próximos meses vamos ter assunto de sobra aqui no blog!

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