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Zurique: A cidade mais sofisticada da Suíça

Sofisticada, essa palavra define muito bem Zurique, a maior cidade da Suíça. Mesmo sendo a maior cidade do país, Zurique consegue ser menor do que muita cidadezinha de interior do Brasil, pois sua população não passa de 400 mil habitantes.

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Assim como eu, quem tem tendência a praticamente decorar as ruas de uma determinada cidade no google maps antes de uma viagem, já adianto: na Suíça não é preciso se preocupar com isso. Sério mesmo, as cidades são tão pequenas, que as atrações mais turisticas ficam todas concentradas e são super fáceis de serem encontradas. E Zurique, claro, não foge a essa regra.

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Então, no nosso ultimo dia de Suíça, fomos conhecer Zurique. Nos já estavamos hospedados ali fazia uns dias, mas aproveitando que os dias amanheciam com sol, resolvemos logo fazer os passeios pro Liechtentein e pra Lucerna (onde conhecemos os Montes Pilatus e Stanserhorn) e fomos deixando Berna e Zurique pro final.

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O nosso hotel ficava a uma quadra das margens do lago Zurique e do rio Limmat, então, em questão de pouquissimos minutos caminhando estavamos perto de todas as principais atrações da cidade. Praticamente tudo o que conhecemos fica as margens ou muito próximo a extensão por onde o rio Limmat passa.

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Pode-se dizer que praticamente tudo gira em torno da principal rua de comércio da cidade, a Bahnhofstrasse. É nessa região onde encontramos as lojas das marcas mais luxuosas e exclusivas do mundo e os cafés mais bem frequentados da cidade. E ainda se der sorte como nos, com certeza vai ser possível ver algum carrão de algum milionário estacionado pela redondeza. Como é uma rua só pra pedestres e apenas os bondinhos passa por ali, é uma ótima idéia aproveitar pra caminhar sem pressa por ali.

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E é justamente nessa rua onde fica uma das maiores lojas da Confisserie Sprüngli de Zurique e da Suíça (eu já escrevi um post somente sobre esse lugar), onde nos aproveitamos pra ir algumas vezes. Vale muito a pena!

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Outra ruazinha super bonita e charmosa que vale muito a pena conhecer é a Augustinergasse. Ela tem um estilo que lembra um pouco as ruazinhas medievais de algumas cidades da Inglaterra. Por ali estão diversos restaurantes, lojinhas de decoração e restaurantes.

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Seguindo por esse labirinto de ruazinhas chegamos a região de Peterhofstatt, que fica no alto da colina de Lindenhof, um dos melhores lugares pra ver toda a cidade do alto. Antigamente, nessa região havia um forte romano, que servia pra proteger os Suíços contra as invações dos Alemães. Esse local também tem uma importancia histórica pro país, pois foi onde foi feito o juramento da constituição Helvética.

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E é nessa região onde fica a Peterskirche, considerada a igreja mais antiga de Zurique. Junto com a Fraumünster e a Grossmünter são as principais igrejas da cidade. Nos conseguimos visitar. A parte externa da igreja é bem simples e o grande destaque mesmo fica por conta do relógio que fica na sua única torre externa, considerado o maior relógio da Europa com 8,7 metros de diâmetro.

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Descendo a colina em direção ao rio Limmat, atravessamos a Münster Bridge em direção a uma das margens do rio Limmat, a Limmatquai, onde ficam várias casinhas antigas e coloridas, as famosas Guild Houses. Essas casinhas são super antigas, datam de 1336 e cada uma delas tem um estilo e cores diferentes. Nessa região também fica a Rathaus, a prefeitura de Zurique, com seu estilo único. Tudo muito bonito!

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Seguindo por essa margem do rio Limmat, logo chegamos perto da Grossmünster, uma das poucas áreas da cidade onde encontramos lojinhas de souvenirs, onde meu pai e meu irmão aproveitaram pra comprar um autêntico canivete suíço pra trazer de recordação.

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Nossa próxima parada foi na Grossmünster, a maior catedral e o maior cartão postal de Zurique. Essa catedral é antiiiiga, foi construída ainda durante o século 9 a mando de Carlos Magno. Dois grandes destaques são: as suas torres gêmeas (que dá pra subir) e os vitrais feitos por Augusto Giacometti.

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Depois do almoço, aproveitamos pra conhecer a última igreja que faltava, a Fraumünster, que foi fundada alguns anos após a construção da Grossmünster a pedidos do neto de Carlos Magno. A igreja é super bonitinha e sua única torre verde pode ser vista de todas as partes da cidade.

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Mas com certeza, o seu maior destaque fica por conta de seus vitrais, onde os 5 grandes vitrais são obra de nada mais nada menos que Marc Chagall e um outro vitral unico, com mais de 9 metros de altura, é obra de Augusto Giacometti. Todos esses vitrais coloridos retratam partes da história cristã. Infelizmente as fotos da parte interna eram proibidas.

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E pra terminar o tour por Zurique, ainda fomos caminhar um pouco as margens do Lago Zurique, que impressiona por ter uma água tão transparente e limpíssima.

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Como dá pra ver, Zurique é uma cidade super compacta, onde é possível conhece-la com tranquilidade em apenas um dia!!

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Cabrio, no Monte Stanserhorn: o primeiro bondinho de dois andares da Suíça!

Dia 29 de junho de 2012, esse foi o dia em que o primeiro e mais novo bondinho da Suíça foi inaugurado. O Cabrio está localizado no Monte Stanserhorn, que fica na cidade de Stans, bem perto de Lucerna e do Monte Pilatus.

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O Stanserhorn tem 1.898 metros de altura e mesmo não sendo a montanha mais alta da região, o seu tamanho e estrutura impressionam. Mas a parte mais legal do passeio fica por conta do bondinho, que tem dois andares, sendo que o “primeiro” andar é fechado pela cabine e o “segundo” andar é totalmente ao ar livre. Uma sensação um tanto quanto diferente! E chega até a dar um medinho de encarar a aventura!

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Para ir até lá, o jeito mais fácil é pegar um trem que vá até a cidade de Stans. Chegando lá, ao sair da estação, é só seguir pro mesmo sentido que o trem que vinha de Lucerna estava indo. Ai é só seguir as plaquinhas e atravessar o trilho do trem no local apropriado e em questão de umas 2 quadras já vai dar pra ver a estação base do Cabrio.

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Os tickets podem ser comprados no Centro de Informação Turistica de Lucerna, que fica dentro da estação de trem. Foi isso que nós fizemos. Ou ainda, pela internet (que não aconselho, pq nunca se sabe como o tempo vai estar no dia em que o ticket foi comprado) e na bilheteria que fica dentro da estação de Stanserhorn, na base da montanha.

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A subida ao topo do Stanserhorn é feita em duas partes:

– na base da montanha pegamos um funicular bem antigão que nos leva até a estação de Kälti, que fica exatamente no meio do caminho. O trajeto leva uns 10 minutos mais ou menos. A paisagem pelo caminho é bem bonitinha, são campos e mais campos com muitas vaquinhas (com sininho). Cooooisa mais linda!!!

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– na estação de Kälti é onde é feita a troca de meio de transporte, onde deixamos o funicular e pegamos o moderníssimo bondinho Cabrio. O trajeto também é relativamente rapidinho, levando no máximo uns 15 minutos. A partir dessa altura, começamos a ter uma visão mais geral dos Alpes e de toda a região.

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Esse é um daqueles passeios pra ser feito em um dia de céu azul e de preferência sem muitas nuvens, pra que a visão não seja prejudicada.

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Na tarde em que estivemos lá, o dia estava exatamente assim. Pra se ter uma idéia, dá pra ver boa parte da cadeia de montanhas que formam os Alpes Suíços (inclusive o Monte Pilatus e o Titlis), muitos e muitos lagos e até a Floresta Negra, na Alemanha.

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Monte Pilatus visto do Monte Stanserhorn

Monte Pilatus visto do Monte Stanserhorn

Monte Pilatus: O pico mais alto, a direita.

Monte Pilatus: O pico mais alto, a direita.

Monte Titlis, bem no meio da foto!

Monte Titlis, bem no meio da foto!

A estrutura do topo da montanha é boa. Tem um terraço enorme, onde podemos sentar e apreciar a vista enquanto comemos alguma coisa servida pelo restaurante Rondorama, que além de lanchinhos, serve também almoço e jantar. Além é claro, de venderem chocolates suíços, cervejas e vários outros tipos de bebidas.

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Existe uma trilhazinha que permite que a gente chegue ainda um pouco mais alto, no topo mesmo da montanha. Lá tem uma espécie de mirante, com plaquinhas que informam onde ficam cada montanha, as cidades das redondezas, os lagos e as direções dos países que fazem fronteira com a Suíça. Tudo muito bem organizado! Vale muito a pena conhecer!

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Esse ano a temporada de visitas ao Stanserhorn começou no dia 13 de abril e vai terminar em novembro. O Cabrio funciona todos os dias e os bondinhos tem saida a cada 10 a 30 minutos dependendo da época do ano.

Roteiro: EuroTrip 2012 – Post Indrodução

Esse ano demorou pra passar, nem acreditei quando finalmente o dia 16 de outubro chegou e com isso a nossa EuroTrip 2012 começou! Mesmo eu já tendo morado em Edimburgo e viajado bastante nesse período, eu tava super nervosa (muito nervosa mesmo), principalmente na semana que antecedeu a viagem. Não sei exatamente o pq, já que eu tinha organizado, reorganizado, verificado, verificado tudo de novo, mas mesmo assim sempre tinha aquela sensação de que eu estava esquecendo de salvar os arquivos no email ou de imprimir alguma coisa importante. Vai entender!

Bom, eu já tinha escrito um post sobre o que basicamente iriamos fazer por lá, mas claro que os ajustes finais no roteiro só seriam possíveis depois de checar a previsão do tempo, que quer queira ou não, é um dos fatores mais importantes dependendo da atividade fossemos fazer.

Nessa viagem também eu resolvi inovar em dois quesitos:

– Primeiro: comprei passagem, reservei hotel, comprei as passagens de trem, os shows, concertos, musicais, enfim, comprei tudo por conta própria, ou seja, eu não utilizei agência de viagem em nenhuma etapa da programação das nossas férias (exceto o seguro viagem). Talvez isso explique um pouco o pq do meu nervossismo em excesso, se algo saísse errado eu teria que me virar pra resolver tudo sozinha. Mas graças a Deus, deu tudo super certo!

– Segundo: viajar com apenas uma bolsa e uma mala que se enquadrasse dentro do perfil para levar como bagagem de mão. Pra mim essa viagem teve a duração de exatos 30 dias (incluindo a viagem a Edimburgo que eu acabei decidindo ir de ultima hora), então quando a viagem já estava chegando lá pelo 20º dia, eu não aguentava mais ver nenhuma das minhas roupas! Parece exagero? Mas isso é a mais pura verdade.

Zurique

Mas vamos ao que interessa, o roteiro. A ordem da viagem permaneceu a mesma, claro. Só que com a previsão do tempo checada, podemos definir o que seria feito em cada dia. Entao basicamente ficou assim:

– 4 dias na Suíça: no primeiro dia fomos para o Liechtenstein já que teoricamente era o unico dia que marcava sol, e como ficariamos a maior parte do tempo andando ao ar livre por Vaduz (a capital), achamos que seria uma ótima escolha ir lá primeiro. A noite assistimos uma apresentação de ballet na Opernhaus em Zurique. No próximo dia, resolvemos ir pra Lucerna e subir nos Montes Pilatus e Stanserhorn. No terceiro dia fomos para Berna, a capital da Suíça e no ultimo dia ficamos em Zurique.

Castelo de Vaduz

O trecho entre Zurique e Salzburgo (nosso próximo destino) nos fizemos de trem. E mesmo tendo comprado as nossas passagens no site da SBB, empresa de trem da Suíça, nos acabamos fazendo esse trecho com a OBB, que é a empresa austriaca. Esse trecho apesar de looongo, algo em torno de quase 5 horas, nos nem vimos o tempo passar. As paisagens são lindíssimas e pode até parecer um exagero ficar sentada por quase 5 horas dentro de um trem, mas nos estavamos dando graças a Deus em poder descansar os nossos pés por um tempo.

Stanserhorn

– 4 dias em Salzburgo: no primeiro dia fomos para Innsbruck e subimos no Nordkette. A noite fomos assitir uma apresentação de música clássica na Sala de Marmore no Palácio de Mirabel. No dia seguinte, resolvemos fazer uma loucura inexplicável, que só de lembrar fico lamentando que o resultado final não foi 100%. Daqui uns dias quando escrever sobre esse passeio, todo mundo vai entender direitinho o que aconteceu. No terceiro dia fomos até a cidadezinha de Wattens, que é onde fica o museu/loja/fábrica da Swarovski. No ultimo dia ficamos em Salzburgo.

Os ursos em Berna

O deslocamento de Salzburgo pra Viena nos fizemos de trem também, com a empresa OBB, que é austriaca. O trajeto entre Salzburgo e Viena é mais curto, são apenas 2 horas e 40 minutos.

Nesse dia que fomos de Salzburgo pra Viena, aproveitamos pra dormir até um pouco mais tarde e descansar um pouco. Chegamos em Viena era meia tarde (15:44) e o único compromisso do dia era assistir a um Ballet, Quebra Nozes, na Staatsoper (Ópera Estatal de Viena).

Innsbruck

– 5 dias em Viena: onde ficamos 4 dias inteiros em Viena e fizemos um day trip para Bratislava, na Eslováquia.

Como eu já tinha escrito aqui no blog, nessa altura das férias a viagem teve duas direções: meus pais, meu irmão e minha cunhada foram pra Praga e eu fui pra Munique. O deslocamento entre Viena – Munique e Viena – Praga foi feito de trem. O tempo de viagem entre Viena e essas duas cidades é praticamente o mesmo, 4 horas e 4 horas e 30 minutos, respectivamente. Ambos os trajetos foram feitos com a empresa Austriaca OBB.

Café Sacher

– 2 dias em Praga: meus pais, meu irmão e minha cunhada ficaram só em Praga mesmo. Todos eles adoraram a cidade. Como eu já tinha ido lá no meu aniver de 2010, eu preferi passar a vez e fui me aventurar em outras terras. Mais pra frente vem um post sobre o que eles fizeram por lá.

Bratislava

– 3 dias em Munique: na verdade eu fiquei dois dias em Munique, sendo que em uma das manhãs eu fui pra Dachau, pra conhecer o campo de concentração e no terceiro e ultimo dia eu fui pra Nuremberg.  O que eu “vi” em Dachau e Nuremberg são partes lamentaveis da história da Alemanha, mas apesar de tudo, ambos os lugares se completam e deu pra entender direitinho esse terrivel capitulo dessa história. Bem interessante!

Munique e Dachau

– 5 dias em Londres: desses 5 dias programados pra Londres, 4 dias eu fiquei inteiros na cidade, sendo que em dois desses dias eu fui no WTM, World Travel Market, uma das maiores feiras de turismo do mundo. Ainda consegui assistir o Musical Let it Be, que presta uma homenagem aos 50 anos dos Beatles. Já no outro dia fiz um day trip para Norwich, a cidade da mostarda inglesa! Claro que os 4 dias que passei em Londres mal deram pro gasto. Tá ai uma cidade que eu poderia passar o resto da minha vida que não faltariam opções do que fazer!

Chá das 17:00 na Harrods

E aos 47 minutos do segundo tempo eu mudei minha passagem de volta pro Brasil e peguei um trem rumo a Edimburgo, na Escócia!!!!!!! Nem acreditei que em menos de um ano depois de ter deixado a cidade pra voltar para o Brasil, lá estava eu de volta! Claro que eu não poderia deixar passar a oportunidade de voltar lá! Então, como eu já estava ali pertinho, resolvi aliar a desculpa de que o meu aniver estava próximo (dia 15 de novembro, feriadão no Brasil) e a super vontade de voltar lá, eu pensei: Pq não? Dei um jeito e organizei toda a programação no trem e quer saber? Como muita coisa eu já sabia como fazer, como organizar e tudo mais, foi bem tranquilo. As 4 horas e 22 minutos do trajeto entre Londres e Edimburgo passaram voando e graças a boa qualidade do wi-fi dos trens da East Coast eu consegui reservar todos os passeios! Mesmo tendo sido apenas 4 dias inteiros e um pela metade, o que significa que foi super hiper mega rápido, eu adorei ter voltado a minha 2 casa (ou seria 3 casa? Curitiba não pode ficar de fora)!!

A programação em terras Escocesas ficou assim: no primeiro dia fiz um day trip para St Andrews, no dia seguinte fui para a região chamada de The Borders e nos ultimos dias fiquei em Edimburgo.

Norwich Cathedral

No total foram 6 7 países (Suíça, Liechtenstein, Áustria, Bratislava Eslováquia, Alemanha, Inglaterra e Escócia) pra mim e pro restante do pessoal lá de casa foram 6 países. Apesar de a grande maioria deles serem vizinhos (exceto Inglaterra e Escócia), as diferenças culturais são enormes. A estrutura de aeroportos, estrações de trem, os proprios trens e o transporte publico em geral são espetaculares.

A unica reclamação que temos a fazer é que em muitos museus e restaurantes na Áustria e na Alemanha as legendas são apresentadas apenas em alemão, o que não facilita muito a nossa vida, né?!?!

St Andrews, na Escócia

Nossa opinião final sobre o nosso roteiro: Nos gostamos muito de conhecer todos as cidades por onde passamos. Montamos base em cidades estrategicas e tentamos aproveitar ao máximo nossos dias fazendo bate e volta. Essa foi a primeira viagem em familia que incluimos várias cidades no roteiro para um bate e volta. Hoje em dia depois de voltar da viagem e fazer aquela analise geral de tudo o que fizemos por lá, chegamos a conclusão que mudariamos apenas duas coisas nesse roteiro: precisariamos ter tido um dia a mais na Suíça e ao invés de ficar 4 dias em Salzburgo, nos deveriamos ter dividido essa parte da viagem da seguinte forma: 2 dias em Innsbruck e 2 dias em Salzburgo. Se fosse dessa forma teria ficado perfeito! Mas de qualquer forma, o importante é que deu tudo certo e nos aproveitamos muito!

Ah, e é claro que eu poderia ter ficado mais tempo em Edimburgo também, não seria nada mal, não é mesmo?!?!?! =)))

Obs.: Como já deu pra perceber, nos próximos meses vamos ter assunto de sobra aqui no blog!

Roteiro: EuroTrip 2012

Are yoooouuuu ready?? Please, prepare for take off!! =))

Nossa, nem acredito que esse dia chegou!!! Quando este post for ao ar, espero já ter desembarcado no aeroporto de Heathrow e já ter pego a minha conexão rumo a Zurique, na Suíça!

Claro que o plano inicial dessa viagem não incluia a minha pessoa, afinal, eu já tinha viajado toda a minha cota para os próximos 10 anos, segundo o meu pai. Mas seria impossível eu me conformar calada, bati o pé e consegui! Eu vou também! o/

Não teria a menor graça eu organizar toda a viagem pra eles, comprar todos os tickets e ficar de fora, não é mesmo?

Essa viagem vai ser em familia, portanto, estaremos em 5 pessoas no total, além dos meus pais e meu irmão, a minha cunhada vai também!

Nós resolvemos fazer trechos diferentes com cias aéreas diferentes pq apesar da viagem ser em familia, o final dessa viagem não vai ser o mesmo pra todo mundo.

Sendo assim, eu vou viajar de British Airways e o restante do pessoal vai de TAP. Ambos vamos precisar fazer conexão para chegar no nosso destino final (ou seria incial?) que será Zurique, na Suíça.

Então, o roteiro dessa viagem ficou assim:

– 4 dias na Suíça (na parte alemã do país), com direito a um day trip para o Liechtenstein. Ainda vamos assitir um espetáculo de ballet por lá também;

De Zurique vamos pegar um trem com a SBB até Salzburgo, na Áustria.

– 4 dias em Salzburgo, sendo que ficaremos 2 dias inteiros na cidade e nos outros dois dias faremos passeios pela região;

De Salzburgo até Viena vamos nos deslocar de trem também, dessa vez vamos com a empresa austriaca ÖBB.

– 5 dias em Viena, onde ficaremos 4 dias inteiros na cidade e um dia vamos para Bratislava, na Eslováquia. E realizando o sonho da minha mãe, vamos assistir um concerto na Sala Dourada, no Musikverein.

A partir desse momento, a viagem vai ter duas direções:

– meus pais, meu irmão e minha cunhada seguem para Praga, antes de pegarem o voo de volta ao Brasil;

–  e eu? bom, a minha viagem ainda não termina por aqui.. vem mais coisas por ai! No momento certo eu conto os detalhes!

Ah, e pra quem acha que o blog vai ficar as moscas nesse tempo da viagem, o blog não vai ficar abandonado não. Alguns posts estão programados para ir ao ar nos próximos dias. E o assunto? Edimburgo e Paris!!

Obs.: no decorrer da viagem, quando possível, eu vou atualizando o Facebook e o Twitter com as novidades!

Genebra

Continuando os posts sobre a Suíça

Genebra é a segunda maior cidade da Suíça, ficando atrás somente de Zurique. Pro padrão brasileiro seria uma típica cidade de interior, com os seus quase 192 mil habitantes!!

Genebra

A cidade fica as margens do Lago Léman, mas boa parte da cidade também acompanha as margens do rio Rhône. Pra onde quer que se olhe em Genebra, se ve montanhas, totalmente ou só com o topo coberta (o)(s) de neve!

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Como essa viagem aconteceu na primeira semana de dezembro/2011, todo mundo sabe, que no inverno, escurece mais cedo.. então, o jeito é levantar cedo!

Antigamente, essa muralha cercava a cidade de Genebra!

E a primeira parada foi no Parque dos Bastiões, somente para ver o Muro da Reforma Protestante e os tabuleiros de xadrez enooormes.

Entrada principal do Parque dos Bastiões

O parque, a primeira vista, causa até uma certa duvida se é ou não é ali mesmo, pq não parece um desses parques como o Hyde Park ou Princes St Gardens, é uma praça enooorme e com algumas (ou talvez por ser invern0) árvores.

Muro da Reforma Protestante

Na ordem.. Guillaume Farel, João Calvino, Théodore de Beze e John Knox.

No parque estava acontecendo um protesto, com um enorme acampamento, mas nada que atrapalhasse a visita!

Vários tabuleiros de xadrez gigaaantes, bem no meio do Parque

Tabuleiro prontinho..

Fui direito no Muro, que foi construído aos pés de uma muralha que data do século XVI, no centro, tem as estátuas dos precursores da reforma Protestante, Guillaume Farel, João Calvino, Théodore de Beze e John Knox.

Grand Théâtre de Genève

Segui caminhando até chegar na Rue de Rive, umas das principais ruas de comércio da cidade, caminheiro um pouco por ali, pra procurar a loja da Apple, queria comprar o novo Iphone 4S, que acabei deixando pra comprar em Genebra, por causa da tomada, senão, seria mais um aparelho pra eu ter que me preocupar com adaptador!

Uma das ruas mais luxuosas de Genebra

A próxima rua, paralela com a Rue de Rive, sentido Lago, é a Rue du Rhône, onde ficam as lojas, relojoaria, e boutiques mais caras da cidade e do mundo! São incontáveis relojoarias ao longo da rua, com relógios que chegam a custar fácil o mesmo preço de um carro médio porte no Brasil!!

Relojoarias por todas as partes

...

Segui caminhando pela margem do rio, até chegar na Ponte Mont Blac e é justamente ali, onde “começa” o Jardim Inglês, que segue pelas margens do Lago Léman. É um lugar bem agradável, não muito grande e além de uma fonte, ainda da pra ver o famoso Relógio das Flores, que presta uma homenagem a indústria de Relógios do país. Ele é totalmente feito de flores naturais e muda a cada estação do ano, e o melhor de tudo, marca as horas de verdade!

Ponte Mont Blanc, umas das principais pontes da cidade

Margens do Rio ou do Lago?

Jardim Inglês

Relógio das Flores

Jardim Inglês

Do Relógio das Flores (aliás, de quase todas as partes da cidade), já da pra ver a Catedral de Saint-Pierre, com seu estilo gótico e suas torres! É a principal Igreja Protestante da cidade,  foi construida entre 1150 e 1230, e quem se atrever, dá pra subir os mais de 400 degraus e ir até o topo de uma de suas torres e ter uma boa vista de toda a cidade e das montanhas que cercam Genebra!

Uma Mont Blanc no caminho até a Catedral..

Eu acabei não subindo a torre, pq a Catedral já fica no ponto mais alto da Cidade Antiga (Vieille Ville), e me contentei com o que vi! Ah, e para visitar a Catedral, a entrada é gratuita!

Catedral de Saint-Pierre

Uma das principais Igrejas Protestantes da cidade

Pracinha em frente a Catedral

Caminhei um pouco pelas ruazinhas da Cidade Velha de Genebra, e na volta, passei novamente pelo Jardim Inglês e acabei presenciando uma cena nada agradável, um roubo, em plena luz do dia, por volta de 13:40 horas, próximo ao Relógio das Flores!

Jardim Inglês

Roubaram a bolsa Louis Vuitton de uma senhora, e eu sei que a bolsa era Louis Vuitton, pq eu vi um cara se escondendo atras de uma barraca e ele estava segurando a bolsa, e logo que passei a barraquinha, vi a mulher e o marido desesperados gritando que tinham roubado a bolsa deles!

Lago Léman.. ai deveria estar o Jet d’Eau, que não estava funcionando, pois estava em manutenção

E dali, segui para o tour na ONU.. tema para outro post!

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