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A colorida Amsterdam ArenA

por Raul Bartolamei

Uma atração imperdivel em Amsterdam é o  estádio Amsterdam ArenA, considerado o maior estádio da Holanda. A casa do Amsterdamsche Football Club AJAX tem capacidade para 51 mil espectadores e o melhor de tudo, está aberto a visitação pública.

Existem varias formas de se chegar lá, de metro (descer na estação Amsterdam Bijlmer ArenA), de trem (quem vai no sentido Zaanze Schans), de ônibus e de táxi. Nos optamos em pegar um táxi, pra não perder tempo. Como estavamos em 3 pessoas, o valor da corrida saiu mais em conta.

Chegando lá, o taxista nos deixou na entrada E (lado oeste do estádio). Ali, compramos nossos ingressos para a visita. Tivemos que esperar um pouco, até que o guia nos chamou.

Logo na entrada, tem uma maquete do estádio, que nos deu uma boa idéia do seu tamanho. Gigante! A maquete também mostra um pouco da estrutura do local, como por exemplo, embaixo do estádio passa uma avenida super movimentada e ainda tem duas estações de trem/metro nos arredores, facilitando o acesso dos torcedores ao estádio.

O tour tem inicio pela parte mais baixa da arquibancada. Apesar de possuir um espécie de um fosso entre a arquibancada e o campo, ainda assim foi possível dar aquele desejado toque no tapete verde do campo de futebol. Ainda podemos ver de perto todos os aparatos para manter o gramado verdinho.

Nesse trajeto, o guia que era muito animado, foi nos explicando como funciona o estádio, nos repassou alguns dados importantes como capacidade de torcedores em dia de jogos, capacidade de publico quando tiver outros eventos, como show de música (65 mil pessoas), por exemplo. No final dessa primeira parte, o guia nos deu um tempinho livre pra tirarmos as fotos.

O guia comentou também que esse estádio foi um dos primeiros do mundo a ter teto retrátil, e por esse motivo, o gramado não recebe a quantidade de luz solar adequada, o que tem gerado alguns problemas. Para amenizar esse “estrago”, o estádio teve que adquirir um equipamento luminoso, que simula os efeitos do sol, e assim, a grama consegue crescer perfeitamente. Outra curiosidade que o guia comentou, é que para abrir e fechar o teto retrátil, o tempo total é de 18 minutos.

Seguimos para a sala de coletiva de imprensa, onde diretores, jogadores e o técnico concedem entrevista a jornais e a programas de televisão.

Nossa próxima parada foi o segundo anel do estádio. Nessa parte também fica a Ala VIP, onde as cadeiras são de couro, com número limitado de pessoas e um barzinho especial para servir os torcedores. Uma estrutura impressionante! O guia nos deu mais um tempinho para as fotos.

E pra terminar, a ultima ala a ser visitada foi o Museu do AJAX, onde fica a Sala dos troféus. Lá podemos ver, além de camisetas usadas ao longo da existencia do clube, os troféus mais importantes que o AJAX conquistou, como por exemplo, 4 Champions League, 1 Copa Uefa e 31 Campeonatos Holandês.

Ainda temos acesso a lojinha do clube, com todos os tipos de souvenirs, objetos, camisetas, enfim, tudo o que pudermos imaginar com o escudo do clube.

Os ingressos também podem ser comprados tanto lá no próprio estádio, como no site oficial. Existem dois tipos de tickets: apenas o tour no estádio + museu ou o ticket tour no estádio + museu + vestiários. Os tours acontecem todos os dias, sempre na presença de um guia, entre 11:00 e 17:00 horas, os horários de saida pré-determinados, é bom checar no site os horários certinho.

Ahh, ainda como curiosidade, a família real tem um camarote particular no estádio, com capacidade para 42 pessoas e é totalmente climatizada.

Rijksmuseum – Agora também no Aeroporto de Schiphol

Alguém sabia da existência de um mini-museu no Aeroporto de Schiphol???????? Então, o Rijksmuseum mantem um espaço no aeroporto de Amsterdam, e acreditem ou não, existe desde 2002. Nossa, eu não tinha idéia da existência. Só mesmo na Holanda pra isso acontecer!

Não sei se esse projeto é pioneiro em aeroportos, mas sei que fiquei impressionada. Achei a idéia maravilhosa! Todos os aeroportos deveriam ter um museu!

Pq pensa bem, sempre temos que chegar com algumas horas de antecedência, e nada melhor do que ter um museu por lá para ajudar a passar o tempo!

O devo dizer que a empolgação inicial por saber da existência do museu foi inversamente proporcioonal ao seu tamanho. Ele é beeem pequeno!! Tem apenas dois andares, onde no primeiro andar, fica a lojinha de souvenirs e no segundo é onde estão expostas algumas obras da coleção do museu, que geralmente ficam entre 6 a 10 quadros expostos ali!

Eu tive oportunidade de ver a exibição chamada de ‘Dutch Girls and The Golden Age’, onde a maioria dos quadros pintados eram de mulheres que, pertenciam a famílias nobres, e/ou que se casaram com maridos que pertenciam a famílias nobres, durante o século 17.

Também tinha uma maquete da sede principal do Rijksmuseum, que fica no centro de Amsterdam. Ela mostra como o museu vai ficar após passar pela reforma que está prevista para terminar somente em 2013.

Holland Boulevard

O museu abre diariamente, das 06:00 as 20:00. Está localizado atrás do controle de passaporte, no Holland Boulevard (com algumas lojinhas de souvernirs, floriculturas e ainda tem uma biblioteca), entre as áreas de embarque E e F (dentro da área de embarque, é claro!!). Quem está chegando no aeroporto, como foi o meu caso, deve caminhar pro lado direito. A entrada é gratuita!

Os Museus de Amsterdam: os clássicos e os típicos!

Amsterdam! Tá ai uma coisa que eu jamais achei que um dia fosse dizer: Adorei essa cidade! Gostei tanto, que nos dois anos que passei em Edimburgo fui 3 vezes pra lá. Ao contrário do que todo mundo pensa ( e isso me inclui) a cidade não vive só de Coffee Shops e do Red Light District, Amsterdam tem muito mais a oferecer!

Pra falar bem a verdade, Amsterdam e a Holanda em geral, nunca foram nosso alvo principal quando falavamos em viajar pra Europa, sempre apareciam muitos outros paises na frente. A idéia de Amsterdam apareceu quando no inicio de setembro de 2010, estava marcado um show de Andre Rieu na cidade. Depois da nossa viagem a Dinamarca, eu voltei pra Escócia pq iria começar o meu intercâmbio, mas meus pais e meu irmão estiveram lá. Falaram tããão bem do lugar, que eu nem pensei meia vez, quando achei uma passagem com precinho imperdivel na Easyjet, comprei na hora!

Nessa primeira viagem à Amsterdam, foram apenas 2 dias, e eu dei prioridade de ficar somente lá. Enquanto eu estava organizando a viagem, me surpreendi com o tanto de museus legais que existiam, e assim decidi que o primeiro dia iria ser inteiramente dedicado a eles!

Bom, 0 hotel em que me hospedei tinha uma localização perfeita, ficava a 3 quadras da Museumplein, mais conhecida como a Praça dos Museus. A maioria das pessoas ficam com cara de paisagem quando falamos esse nome, mas aposto que todo mundo conhece essa praça, afinal, ali está um dos principais cartões postais da cidade: o IAMsterdam! Falei, não tem quem não conheça essa ‘pracinha’!!!

Como já dá pra imaginar, rodeando a tal praça ficam alguns dos principais museus da cidade (definido no titulo do post como ‘os clássicos’), como: o Rijksmuseum, Museu Van Gogh e o Museu do Diamante. Na praça também acontecem alguns eventos, concertos de música, manifestaçoes ou apenas caminhar, fazer exercícios ou simplesmente ver a vida (e o mundo) passar.

O primeiro museu que eu visitei foi o Rijksmuseum (Museu Nacional da Holanda). Eu tinha reservado 2 horas pra vistar o museu, mas ao contrário do que eu imaginava, a visita foi bem mais rápida. Boa parte do museu está passando por uma reforma (que so vai terminar em 2013), então o que está em exibição é um ‘resumo’ do museu, ou seja, pude ver todas as obras principais, mas não tive que ficar horas e mais horas caminhando por ali.

A arquitetura externa do prédio é lindíssima, parece um palácio…

Comprei meu ingresso pela internet, e ao chegar no museu tive que trocar o voucher pelo ingresso. Como eu cheguei cedo, não tinha quase ninguém por ali, então foi tudo bem rapidinho. Uma coisa que achei legal é que, quando compramos o ticket, não é necessário pre-definir a data da visita, o bilhete é valido a partir do dia da compra até o dia 31 de dezembro. Em compensação, como nem tudo poderia ser perfeito, é proibido bater foto em qualquer parte do museu, então, não tenho nenhuma foto mostrar.

O maior museu do país não deixa barato, a coleção tem obras de vários pintores consagrados, mas foca principalmente nos pintores holandeses que fizeram parte da ‘Era de Ouro’, como por exemplo, A Ronda Noturna (The Night Watch) e A Noiva Judia (The Jewish Bride)  de Rembrandt, a Leiteira (Milkmaid) de Vermeer, entre outros. Além disso, podemos ver outras peças, como esculturas, artefatos arqueológicos, peças em porcelana, uma parte dedicada as obras de arte asiatica, fotografias e tem até uma casa de boneca.

Atravessando a rua, já vemos o Museu do Diamante. Eu não visitei, mas meus pais e meu irmão foram e acharam bem interessante. Estão em exibição um pouco da história, dos tipos de lapidações, varios exemplos de diamantes, e algumas jóias feitas com diamante, é claro.

Seguindo o passeio, fui parar no Museu Van Gogh e com toda certeza deve ser incluido em um roteiro a Amsterdam, é quase que obrigatório!

Eu comprei meu ticket pela internet, e olha, foi a melhor coisa que eu fiz! Quando dobrei a esquina e vi o tamanho da fila, quase cai dura! Com o meu voucher na mão, apenas apresentei num guichezinho na entrada do museu e o acesso foi rapidinho.

Logo na entrada fica a lojinha de souvernis e um café. Antes de ‘entrar’ de fato no museu, ainda temos que passar por uma barreira de segurança, tipo os controles de segunraça em aeroporto. Tive que tirar meu casaco, a bota e a bolsa.

O unico lugar que podemos bater foto é logo no hall, após passar pela segurança e antes de subir as escadas, já pode guardar a máquina fotografica, pq pelo museu todo tem muitos e muitos fiscais.

Pra começar, tem auditório no museu, que exibe um pequeno filme, acho que tem duração de uns 15 ou 20 minutos, não mais que isso, que conta um pouquinho da histório de Van Gogh.

Vincent Van Gogh, apesar de ter tido uma vida dificil, com muitos fracassos alternados com  periodos de depressao, ele faleceu e não conseguiu alcançar o sucesso. Ironia do destino, hoje em dia, ele é um dos pintores mais conhecidos em todo o planeta!

Van Gogh nasceu em uma cidadezinha no interior da Holanda, mas também morou em Paris, em Arles, Saint-Remy e Auvers-sur-Ouse (onde está enterrado). Cada uma dessas cidades trouxeram uma inspiração a ele, umas fases foram mais alegres, já outras foram mais sombrias.

Como ja da pra imaginar, a maior coleção de obras de Vincent Van Gogh está ali. São mais de 200 pinturas e muitos desenhos do pintor. O museu, apesar de estar lotado, é bem interessante. Como o museu está organizado por periodos, antes de olhar as obras, li todos os painéis das cinco (ou seriam 6?) alas do museu. Eles dão uma boa idéia do que se passou naquele determinado periodo do trabalho de van Gogh, além de falar um pouco de como estava a vida pessoal do artista naquele periodo e a cidade onde ele estava morando.

Sem duvida a parte mais entulhada de gente é a ala onde está o quadro ‘Os Girassóis’ (Sunflowers), A Casa Amarela (The Yellow House) e a obra O Quarto (The Bedroom), que ele pintou enquanto estava morando em Arles. Mas podemos ver muitas outras obras famosas, como ‘Os comedores de batata’ (The Potato Eaters), As Amendoeiras em Flor (Almond Blossoms), e ainda alguns auto-retratos do pintor. Adorei ver tudo isso bem de pertinho!

So uma observação, quando eu estava na ultima parte do museu, justamente sobre a parte de Anvers-sur-Ouse, recebi uma mensagem no celular, e como não tava vendo nenhum tiozinho fiscalizando, tentei bater uma foto (hahahaha) e em questão de segundos, um tiozinho apareceu do nada, mandando eu guardar o celular e não bater foto, pq era proibido. Logicamente, me fiz de boba, e disse que nao sabia. Então, pra evitar o micão, é bom não fazer como eu, e respeitar!

Alé das obras de Van Gogh, ainda estão em exibiçao obras de outros artistas, todos amigos do pintor, como por exemplo Paul Gaugin (que eu adooooooro!).

Com os dois principais museus visitados, fui almoçar rapidinho e aproveitei para dar uma caminhadinha pela Museumplein. Ali fica uma das mais respeitadas casas de concertos do país, a Concertgebouw…

Eu passei a tarde no Heineken Experience, que será tema para outro post. E no final do dia, ainda fui passear pelas lojinhas de souvenirs que ficam nas redondezas da Damrak…

E pra terminar o dia, chegou a hora de conhecer os museus ‘típicos’de Amsterdam! Então lá fui eu visitar o Museu da Vodka, o Museu do Sexo e o Museu da Maconha. Cooooragem! Coraaaagem!

O Museu da Vodka era o mais light de todos. Ele está localizado na Damrak, bem próximo ao Museu do Sexo, então, dá pra aproveitar e visitar os dois numa tracada só!

Logo na entrada do museu, tem uma lojinha de souvenirs e subindo as escadas, no primeiro andar, fica uma mini-lojinha que vendem vodkas de varias partes do mundo, além de outras coisinhas mais!

O museu em si é pequeno, mas pra quem gosta da bebida (eu!!!), vale a pena ver as inumeras garrafas e objetos que fazem parte da coleção. Além do que, ainda aprendemos um pouco sobre a bebida, como ela surgiu, os processos de destilação, entre outros. Mas o paredão da Vodka é a princial atração do museu, sao varias prateleiras com exibiçoes de vodka de todas as partes do mundo.

O ingresso da pra comprar pela internet, diretamente no site, mas tbm dá pra deixar pra comprar la na hora, pq além do valor ser bem baixo, coisa de 3,00 ou 4,00 euros, não tinha fila, pelo menos não tinha no horário que eu fui.

Minha próxima parada foi o Museu do Sexo… hahaahahah fiquei uns 10 minutos pensando, será que vou, será que não vou?!?! E olha, foi o museu mais divertido de todos os tempos! Comprei meu ingresso lá na hora. Tinha uma fila pequena, não demorou muito.

O ingresso é comportadinho!

São fotos, bonecos de cera, varios objetos relacionados ao tema, e tem até um mini-red light district lá! A parte divertida do museu, fica por conta, dos sustos que levamos ao andar pelos corredores. A cada pouco tem um boneco de cera, vestido, comportadinho, de repente, as supresas aparecem! hahaahahahah Só de lembrar, não consigo para de rir de uma mulher que levou o maior susto de todos os tempos e igualmente fez o maior fiascão de todos os temos ahahahahahah

Tem uma parte que mostra através de fotos um pouco do lado sadomasoquista da coisa, nossa, fiquei impressionada com algumas coisas que vi lá! Bom, quando eu tava saindo, 2 franceses vieram falar comigo, pedir se valia a visita ou não. O que que eu iria dizer? Respondi, olha, no minimo é engraçado, vale a visita sim! E fui embora! Maiores detalhes, sinto muito, mas não vou ficar descrevendo tudo que vi, o negócio é ir lá e ver com os próprios olhos! =)

E pra terminar (ufa!) a maratona de museus, ainda fui no Museu da Maconha. Como já tava quase fechando, tive que visitar rapidinho (sem fotos pra contar a história). O museu, assim como o da vodka, conta um pouco da história do produto, além de ter em exibição uma ampla coleção de fotos, cartazes, objetos relacionados ao tema, produtos como roupas feitos de maconha e ainda, tem até uma mini-plantação da erva la dentro do museu!

E já que eu tava ali pertinho, aproveitei pra dar uma rápida olhadinha no famoso Red Light District, mas não achei nada demais não! E pra quem estiver meio apreensivo, a região é bem tranquila, tava cheio de pessoas, familias inteiras, mas a grande maioria, é claro, eram rapazes em grupo fazendo a festa!

Ainda ficou faltando eu visitar o Museu-Casa de Anne Frank, Museu das Tulipas, Museu-Casa de Rembradt… Então, o que não faltam são boas opções de museus para visitar em Amsterdam!

Roteiro: Amsterdam, Holanda

Esse final de semana que passou eu fui pra Amsterdam. Como meus pais e meu irmão foram em setembro, naquele final de semana antes de começar minhas aulas de inglês aqui em Edimburgo, eu não pude ir. Eles falaram tão bem da cidade e do país, que eu resolvi ir também.

Então pesquisando os preços das passagens pela internet, acabei comprando o meu ticket com a cia aérea de baixo custo Easyjet. São dois voos diários direto entre Edimburgo e Amsterdam, um de manhã e um mais pro final do dia. Comprei o meu para o final da tarde. Com o fato de em Amsterdam ser uma hora mais com relação ao Reino Unido, cheguei lá já passavam das 21 horas.

Schiphol é o principal aeroporto do país (IATA: AMS) e fica a 14 km do centro da cidade. Saindo da area de desembarque, dobrando a direita, logo já vemos um Burger King e bem em frente estão as máquinas para comprar ticket e um pouco mais a frente tem o balcão com as atendentes também.

Eu comprei o meu ticket nas máquinas e foi muito fácil de usar. É só selecionar o idioma, escolher o destino, o tipo de classe (primera classe ou segunda classe), sem dia especifico para uso e ainda dá pra escolher com desconto de 40%, no caso de ser estudante, idoso ou crianças. Depois de tudo selecionado, é só colocar o cartão de crédito ou as moedas (dinheiro em nota não são aceitos) e pronto, o ticket sai na hora.

Ali perto das máquinas tem uma painel enoooorme com todos os horários dos próximos trens, é só cuidar qual será o horário mais próximo para a estação Amsterdam Centraal e ir para a plataforma. A estação de trem do aeroporto fica no subsolo do aeroporto, tem que descer as escadas rolantes.

Esses trens que ligam o aeroporto até o centro da cidade partem a cada 10 ou 15 minutos e o trajeto também é bem curtinho, em 15 minutos estamos na Estação Central de Amsterdam.

O meu roteiro pra esse final de semana ficou assim:

– sexta-feira: cheguei em Amsterdam a noite e fui direto pro hotel;

– sábado: levantei cedíssimo e fui direto para a Museumplein, praça onde ficam os principais museus da cidade e o famoso letreiro IAmsterdam. O primeiro museu que fui foi o Rijksmuseum e depois segui para o Museu do Van Gogh. Uma pausa para ver o movimento na praça e bater umas fotos com o letreiro e segui para o Heineken Experience. Ainda tive tempo de dar uma voltinha pela região da Dam Square. De dia passei pelos museus tradicionais e a noite fui nos museus “típicos” de Amsterdam, como o da Cannabis e do Sexo. Ainda fui no Museu da Vodka e no Red Light District. Não se apavore, eu não fiz nada correndo, esses ultimos museus ficam aberto até as 23:00, então deu pra fazer tudo tranquilamente;

– domingo: caminhei nas margens dos canais e fui para a Dam Square, visitei a loja de departamento mais famosa do país, a Bijenkorf e ainda tive tempo de ir numas lojinhas comprar umas lembrancinhas, antes de ir para o aeroporto.

Ah, uma das coisas que achei legal, é que no Aeroporto de Schipol tem internet wi-fi gratuita por 30 minutos, com possibilidade de usar mais 30 minutos se precisar. 

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