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Um pouco de Belfast e Titanic Walking Tour

A Irlanda do Norte é um destino cheeeio de coisas pra fazer.. e no meu ultimo dia em Belfast, duas coisas eu não poderia deixar passar batido: o City Hall e o Tour do Titanic! Depois do chuvão de sábado a noite, por sorte no domingo o dia amanheceu super bonito, com direito a sol e tudo mais!

Fiz o check-out no hotel e fui caminhando até o City Hall, um dos símbolos da cidade. E todos aqueles adjetivos que são usados pra descrever esse lugar não é exagero não, muito pelo contrário, são até modestos. O edificio ocupa a Donegall Square por completo. Seu estilo eduardiano e sua cúpula em tom esverdeado são realmente lindíssimos!

No dia que fui visitar, como era um domingo (nos feriados também não abre), infelizmente esse é o unico dia que os tours não acontecem! Eu não tinha outra opção, o jeito foi me conformar. Por sorte tive pelo menos acesso aos jardins e pude caminhar um pouco por ali. São muitas estátuas, mas sem duvida o destaque fica por conta do monumento a Rainha Victoria, que fica bem em frente a entrada principal.

Saindo dali, segui pela High St até chegar na Victoria St para ver o Albert Memorial Clock Tower, que como o próprio nome sugere, é uma bela torre com um relógio no topo que homenageia o Principe Albert. Sofreu alguns danos por causa de alguns ataques do IRA, mas nada que danificasse muito a contrução, apenas ela é nitidamente um pouco torta!

Passei por muitas lojinhas de souvernir…

Caminhei pelo calçadão a beira do rio Lagan..

E ainda vi a estátua Beacon of Hope, que fica na Thanksgiving Square..

Caminhei também pela area revitalizada chamada de Titanic Quarter. O lugar é bem moderninho, com um calçadão a beira do rio Lagan e atualmente muitos prédios residenciais estão sendo contruido.

É uma area super bonita e agradável, até faz a gnt esquecer que estamos em Belfast, pq não vemos nenhum dos murais politicos nessa região.

A iidéia de dar o nome Titanic Quarter a esse lugar se deve ao simples fato de que antigamente nessa area ficava o estaleiro Harland and Wolff e foi onde o RMS Titanic foi construido!

Um pouco antes das 14:00, que era o horário que tinha feito a reserva para o tour Titanic Walking Tour, fui rapidinho pro Odyssey Arena, que assim como o O2 Arena em Londres, é um complexo esportivo multi uso, com cinemas e muitos pubs e restaurantes. Almocei por ali mesmo e um pouco antes das 14:00 horas fui ali na entrada principal, que era o local definido para começar o tour.

O tour pode ser reservado e pago pela internet através do próprio site. Existem apenas duas opções de horário, ou as 11:00 ou as 14:00, o tour, no total, tem duração de 2 horas e 30 minutos. Em questão de alguns minutos recebi no meu email um voucher com a confirmação da reserva e do pagamento. No dia do tour, apresentei o voucher e em troca recebi o ticket, que só serviu mesmo pra guardar de recordação.

O guia explicou rapidamente como seria a dinamica da caminhada e os lugares que seriam visitados e em questão de alguns minutos saimos para desbravar no Titanic Quarter todos os lugares relacionados com a história do Titanic.

Passamos por toda a extenção da area onde estão os famosos e gigantescos guindastes amarelos usados na construção dos navios no estaleiro da H & W…

A primeira parada foi no SS Nomadic, a sede do escritório onde o Titanic foi projetado. Antes de entrarmos, o guia disse que o nosso grupo ia ser o ultimo a ter acesso a visitar aquele edificio, ufa.. tive sorte!

O lugar estava completamente abandonado, porém nas paredes dava pra ter idéia de como aquele lugar um dia já foi muito movimentado.

Sala onde foi feito todo o projeto do Titanic

São muitas fotos da época em que o titanic estava ainda no papel, mais fotos do periodo da sua contrução e algumas fotos depois de pronto. Tivemos acesso, inclusive, a sala onde o megalomaniaco projeto foi colocado em executado!

No mesmo terreno, logo em frente, estavam construindo o modernissimo Museu do Titanic. Pelas fotos que o guia mostrou e por tudo que ele descreveu, fiquei imaginando como seria.. e não tenho duvida, vai ser um sucesso!

Quando eu fui, o museu ainda estava sendo construído..

Titanic Museum

O Museu foi construido e inaugurado esse ano, no dia 14 de abril. Vendo as fotos no site oficial, a construção ficou incrível! Além de contar a história do navio através de paineis explicativos desde a sua construção até encontrarem os seus restos no fundo do mar, ainda foram reconstruídas algumas partes do luxuoso navio, como por exemplo, as cabines e a grandiosa escadaria!

A grande escadaria

A parte externa do projeto também não passa batido, e o museu terá forma de 4 proas (com exatamente a mesma altura da proa original) ligadas. Demais, hein!?!?

Na entrada, ainda tem uma estátua, que recebeu o nome de Titanica, obra do escultor irlandes Rowan Gillespie.

Titanica obra do escultor Rowan Gillespie

Antes do tour terminar, fomos conhecer o Titanic’s Dock & Pumphouse. Ali o guia nos mostrou a doca enoooorme onde o navio foi construido, e contou também como foi feito o mecanismo da execução desse projeto, os testes com água e tudo mais.

O guia além de dar um show de conhecimento sobre o assunto, ainda tinha algumas cópias de documentos históricos pra ilustrar tudo da melhor forma possivel o que ele estava falando no decorrer do tour.. Super recomendado, o tour vale cada centavo pago!

E como eu tbm sou curiosa, fui procurar um videozinho que mostra um pouco do museu, tanto por fora, quanto por dentro.

Alguns dados sobre o Titanic:

– Foi uma das maiores tragedias maritimas que já aconteceu até então.

– Na época da sua construção, foi considerado o maior navio já construido no mundo;

– Capacidade para 2300 pessoas,

– Tinha 9 andares, o que se equipara a altura de um prédio de 20 andares e quanto ao comprimento, equivale a extensão de 4 quadras.

– Tinha 16 compartimentos que foram especialmente construidos para evitar que houvessem inundações. Naquela época possuia um comando que ia fechando os compartimentos conforme necessário, para que as demais areas do navio não sofressem inundações;

– A tragédia aconteceu no dia 14 de abril de 1912, a exatamente 100 anos atrás. O navio se chocou com um iceberg no Oceano Atlântico e afundou por completo em menos de 2 horas e 40 minutos.

– 100 anos depois, o que sobrou do Titanic ainda estão no fundo do mar, objetos e partes do navio que foram encontrados estavam totalmente enferrujados.

A Irlanda do Norte é surpreendente, eu diria. E Belfast, eu adorei.. um dia eu ainda quero voltar, com toda a certeza!

Obs.: as fotos do novo Museu do Titanic foram retiradas do facebook do site oficial.

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O Muro de Belfast

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O Muro de Belfast

Dos muitos lugares que eu queria conhecer na Europa, a Irlanda do Norte certamente era um deles. Mas confesso que na hora de comprar a passagem fiquei com uma tremenda duvida.. será que devo mesmo me aventurar por esse país?

Eu sei que pode até parecer exagero ou até falta de conhecimento, mas fato é que é impossível pensar em Irlanda do Norte sem lembrar dos muitos atentados assumidos pelo IRA.

Antes de começarmos o tour político, eu pedi pro guia pra conhecer o Stormont, que é sede do Parlamento da Irlanda do Norte. Como esperado, não dava pra visitar, mas o guardinha deixou nos entrarmos ali só pra dar uma voltinha.

Mas o que tem mesmo atraído muitos turistas ultimamente ao país, além das suas belezas naturais na costa norte, são os tours políticos. O fanátismo dos católicos e protestantes irlandeses que lá vivem, tanto pela sua cultura, sua identidade, como pela religião e politica já vem de tempos.

E nesse “tour político” podemos ver justamente um pouco disso tudo, que muitas vezes impressiona e muitas outras vezes dá medo. Pra quem acha que só Berlim teve o seu muro de separação, Belfast também tem o seu. E a unica “diferença” entre eles, é que muro em Belfast ainda está lá, todinho em pé, separando os católicos dos protestantes. Mas a richa entre eles não engloba somente a religião, existem outros fatores como os sociais, políticos e econômicos.

E essa história é antiiiiiga. Tudo começou durante o século 13, onde o Rei Henrique II teve a brilhante idéia de anexar a Ilha da Irlanda (como um todo) ao Reino Unido. Os Irlandeses não gostaram nada dessa história e lutaram bravamente por durante muito tempo. Mas a idéia que o Rei tinha, era a de que tanto Escoceses, Ingleses e Galeses fossem atraidos através de boas ofertas de trabalho e povoassem a ilha vizinha.

Mas o Rei esqueceu que os Irlandeses eram católicos e ao promover essa migração, o britânicos que pra lá resolvessem ir, seriam maioria protestantes. Mas esse não era ainda o grande problema, o maior problema viria algum tempo depois, com o desenvolvimento e industrialização da Irlanda do Norte, enquanto a região onde fica a Irlanda ainda estava essencialmente agricola, sem progressos. Assim, os animos entre as duas regiões Irlanda do Norte (maioria protestante) e Irlanda (maioria católica) estavam ficando cada vez mais tensas.

Depois de um intenso confronto entre as duas regiões, chegou-se a conclusão que seria melhor separar a ilha, de um lado a Irlanda do Norte, que ainda continuaria fazendo parte do Reino Unido mas de forma autonoma com o seu próprio parlamento, enquanto que a Irlanda seria um país independente.

O número de protestantes que vieram da Grã-Bretanha, através do incentivo do governo, se tornaram maioria na região onde hoje é a Irlanda do Norte, e isso fez com que as lutas entre os católicos e nacionalistas (IRA) contra os protestantes e unionistas continuasse por alguns anos.

Tudo iniciava com manifestos nas ruas onde os católicos, insatisfeitos, queriam mais direitos, e por fim, terminavam se confrontando com os protestantes. E esses confrontos  eram tão violentos, que além de muitas pessoas feriadas, começaram a ficar bem frequentes as mortes também.

E os murais que vemos ao longo do muro, retratam justamente essa raiva, revolta e indignação de um lado e que era revidado pelo outro lado. Além do muro, algumas (muitas) casas também tem pinturas em suas paredes retratando um pouco dos conflitos.

Depois dessa breve explicação pra eu me situar um pouco sobre a história de mais de 40 anos dos “Troubles”  o guia me disse que passariamos pela Shankill Road onde fica a maior concentração de protestantes, mas que começariamos o tour pelo Solidarity Wall, seguindo para a Fall Road, reduto dos católicos.

Chegando lá, ao ver aquele muro, não muito alto naquela parte, mas que tinha ainda mais as cercas no alto, fiquei impressionada que ele realmente ainda existia! Essa parte do muro em particular, estavam alguns murais onde era possivel ver que outras regiões do planeta eram solidárias a essa causa, ou seja, estavam passando pela mesma situação, como os Bascos na Espanha, por exemplo.

Conforme fomos entrando naquela região, é impossível não ficar inconformada com os conflitos e mortes que aconteceram ali, e muitas coisas que o guia ia contando, eu ficava me perguntando: “pq tudo isso?”. É dificil pra nós brasileiros, que nunca passamos por isso, entender esse tipo de coisa, não é mesmo?

Conforme a gente vai percorrendo as ruas, dá pra perceber que o muro não é em linha reta e muito menos é apenas um pedacinho de muro que ficou ali pra contar história. O muro,acreditem ou não, é chamado de “Peace Line” e realmente é enoooorme (mais de 27 km de comprimento), são muitos e muitos quilomentros, em algumas partes existem portões que permitem o transito durante o dia, mas que a noite são fechado para evitar maiores problemas. E como se não bastasse o muro por si só pra lembrar de toda a desgraça que aconteceu por ali, ainda tem alguns memoriais que vemos ao longo do caminho, muito triste!

Ainda no lado católico, nossa próxima parada foi em frente a um dos murais mais importantes para os católicos irlandeses, o que homenageia Bobby Sands, um voluntário do IRA e membro do parlamento britânico que morreu durante uma greve de fome na prisão. Ele buscava a reintegração da Irlanda do Norte a Ilha da Irlanda. Essa foi uma das histórias mais turbulentas e comoventes que o guia me contou.

Atravessamos um dos muitos portões e fomos parar no lado protestante de Belfast. Ali, o guia me disse pra não sair tirando foto de tudo como uma louca, e quando eu quisesse tirar uma foto era pra perguntar pra ele antes. Ok! Na duvida, eu é que não ia me arriscar por causa de uma foto, né?

A gente desceu do táxi e começamos a caminhar pelo bairro, que além dos murais, ainda tinha muitas casas pintadas com cenas que lembravam os conflitos, como por exemplo a parede dessa casa onde Oliver Cromwell fala contra a Igreja Católica…

Existem muitos murais como esse que fazem referencia a Associação de Defesa do Ulster (outro forma que a Irlanda do Norte é chamada, em referencia a região formada pelos 6 condados que foram o país atualmente)..

Em outra casa, o desenho na parede retrata o acordo de paz estabelecido através do Acordo da Sexta-feira Santa, onde no lado protestante, nessa pintura tem a imagem de uma Igreja Católica, e que obviamente, ao nos virarmos em direção ao lado católico vemos as suas torres de longe. Esses são os primeiros sinais de que eles realmente estavam dispostos a “mudar”!!

Existem duas formas de fazer esse tour, a pé ou de táxi. Se resolver encarar a pé (o que não acho muito aconselhavel) tem mapas pela internet que mostram o melhor caminho a perseguir para poder ver em toda a extenção do muro as varias pinturas que contam um pouco da história de conflito vivido no país a algumas decadas atrás.

Pra mim, a melhor opção foi reservar um tour de táxi. Esses táxis não são táxis normais que simplesmente pegamos na rua. São empresas especializadas, que pra deixar o tour mais atrativo, usam um típico táxi inglês durante o passeio. Eu reservei com a empresa Belfast City Tours e quanto ao valor, depende muito de quantas pessoas são, até 2 pessoas 10,00 libras e de 3 a 5 pessoas, fica um pouco mais barato, mas não lembro ao certo quanto era. No total o tour dura um pouco menos de 2 horas.

O tour com essa empresa é ótimo, e o guia deu uma verdadeira aula de história (e ainda bem que ele falava bem devagar, assim consegui enteder muito bem hehehe)! Uma vez em Belfast, esse tour não pode ficar de fora do roteiro. Recomendadíssimo!

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Um pouco de Belfast e Titanic Walking Tour

Hilton Belfast Hotel

Procurando um hotel para minha viagem a Belfast, acabei achando uma promoção imperdível em um desses sites de reservas de hotéis, e foi justamente assim que acabei escolhendo e me hospedando no Hilton Belfast Hotel.

O hotel fica super bem localizado, numa parte totalmente revitalizada na cidade, nas margens do rio Lagan e apenas a 3 quadras do principal cartão portal de Belfast, o City Hall.

Quando terminou o tour, o guia me deixou diretamente no hotel. Quando cheguei para fazer o check-in, tava a maior muvuca, pq estavam chegando para a recepção e jantar de um casamento. O check-in demorou um pouco, mas logo subi para o meu quarto.

Como disse no post anterior, tava meio apreensiva com essa viagem, e acabei nem pré-selecionando algumas opções de restaurantes, e acabei jantando os dois dias no hotel mesmo… e recomendo, gostei bastante do restaurante do hotel!!

Quanto aos quartos, esse em que fiquei tinha uma cama queen, era super espaçoso. Uma coisa que acabei descobrindo e que nunca tinha visto até então era o mini-bar. A rede Hilton tem um esqueminha que controla o que vc retira do mini bar, e isso ja vai direto pra sua conta. As coisas ficam meio que “agarradas” e quando vc puxa, imagino eu que isso seja contabilizado. Digo isso, pq na hora do check-out, foi a unica vez que a atendente nao me pediu se teve consumo de mini-bar na noite anterior e ela sabia exatamente o que eu tinha bebido.

O café da manhã está incluido no valor da diária e quanto a internet, acabei nem reparando, pq como meu chip era do Reino Unido, consegui acessar internet e fazer ligações da mesma forma como faço aqui na Escócia.

O hotel está localizado na rua 4 Lanyon Place, em Belfast, bem próximo ao Centro de Convenções Waterfront Hall e do Odyssey Arena.

Obs.: em 18 de junho de 2012 o pessoal do Hilton Belfast Hotel me enviou uma mensagem via twitter informando que recentemente os quartos foram totalmente reformados.

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Roteiro: Irlanda do Norte

Esse final de semana foi a minha primeira vez na Ilha da Irlanda, e para ser mais especifica, dessa vez eu fui somente para a Irlanda do Norte.

Belfast tem dois aeroportos, o Aeroporto Internacional de Belfast (IATA: BFS) e o Aeroporto George Best Belfast City (IATA: BHD). A unica diferença entre os dois é que o Aeroporto Internacional fica mais afastado do centro.

Assim, a unica “dificuldade” que tive, foi descobrir uma empresa que fizesse voo direto entre Edimburgo – Belfast e chegasse no Aeroporto George Best, no centro da cidade e que fosse sem escalas. Empresas tradicionais como a British Airways eu acabei descartando, e o jeito mesmo foi arriscar uma dessas empresas de baixo-custo. Vasculhando pela internet, acabei descobrindo a existência da cia aérea britânica Flybe.

Fiz o check-in pela internet mesmo, e como nessas viagens de final de semana apenas levo uma mochila ou mala pequena, quando cheguei no Aeroporto de Edimburgo já fui direto para o portão de embarque. O voo tava no horário, e chegando no embarque, o avião era um daqueles minusculos, com duas poltronas para cada lado. Como em todas as outras empresas de baixo-custo, é servido lanchinho, porém é pago a parte! O voo foi super tranquilo, atravessamos toda a Escócia (paisagens lindissimas), o Mar da Irlanda e em menos de 40 minutos eu estava desembarcando em Belfast.

Como eu queria aproveitar ao máximo a viagem a Irlanda do Norte, no mesmo dia que cheguei, marquei um tour com a empresa Befast City Tours. Eles foram me buscar no aeroporto e ainda passamos no Stormont (o Parlamento da Irlanda do Norte) antes de começar o tour e eles me cobraram apenas 5,00 libras a mais por isso.

O roteiro desse meu final de semana no país ficou assim:

– sexta-feira Visitei o Stormont e fiz o Political Tour;

– sábado Fiz um day trip para visitar Giant’s Causeway e a cidade de Derry, na costa norte da Irlanda do Norte;

– domingo, pela manhã até o inicio da tarde fui conhecer Belfast, e a tarde ainda tive tempo de fazer o Titanic Walking Tours antes de ir para o aeroporto.

Tá ai um lugar que eu A-D-O-R-E-I, me surpreendeu em todos os sentidos. Confesso que viajei um pouco apreensiva, com medo de ir pra lá, devido a todas aquelas coisas que vemos nos noticiarios a respeito do IRA. Tinha também uma ideia totalmente equivocada do país, achava que era um pouco mal cuidado, meio decadente mesmo, e chegando lá, vi uma cidade super bonita, moderna e interessante!

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