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Londres: 15 bate-voltas de trem!

Normalmente quando eu viajo pra alguma capital da Europa ou até mesmo pra alguma cidade maiorzinha que seja rodeada por outras cidades menores interessantes, eu sempre coloco no roteiro pelo menos um bate-volta pra poder conhecer um pouco do interior daquele país.

Londres oferece uma gama enorme de bate-voltas que podem ser feitos usando tanto trem como os ônibus. Sempre que possível eu dou preferencia pra utilizar o trem, já que no UK eles geralmente são super pontuais e cobrem praticamente o país todo.

Aqui nesse post estão listados todos os bate-voltas que eu já fiz partindo de Londres, onde apenas 3 desses eu fiz partindo de Edimburgo (Manchester, Blackpool e York), mas não precisa se preocupar, é totalmente possível fazer a partir de Londres também.

Parliament Square - Londres

Parliament Square – Londres

Ainda existem muitos destinos que eu gostaria de conhecer, mas enquanto eu não risco todos da minha listinha interminável, aqui vão algumas sugestões:

Bath é uma das cidades mais bonitas que conheci na Inglaterra. A cidade ganhou fama por ter sido (e ainda continuar sendo) um destino de férias de ricos e famosos, além das termas romanas, Jane Austen e das construções feitas de pedras de cor amarelada.  Pra chegar lá de trem é bem simples: os trens partem de Londres da estação de Paddington e em aproximadamente 1 hora e 20 minutos estamos desembarcando na estação de Bath SPA, localizada no centro da cidade.

As principais atrações da cidade são: as Termas Romanas, a Bath Abbey, Pulteney Bridge (um dos cartões postais da cidade), Royal Crescent e o The Circus.

Blackpool é uma das cidades mais populares do Reino Unido quando o assunto é diversão e praia. Inclusive Blackpool é a maior rival de Brighton nesses dois quesitos. Pra quem nunca tinha ouvido falar nessa cidade, ela está localizada na costa oeste da Inglaterra, um pouco acima do País de Gales e muito perto de Liverpool.

Pra ir até lá de trem, apesar do trajeto não ser direto (é preciso fazer uma troca em Preston), o tempo de viagem é de aproximadamente 2 horas e 30 minutos. Os trens partem da estação de Euston em Londres e o desembarque deve ser feito (na minha opinião) na estação Blackpool North, que é a que fica mais próxima ao centro da cidade (uns 10 minutos caminhando).

A grande atração de Blackpool é a sua costa, que é banhada pelo geladíssimo mar da Irlanda. Existem alguns pier com restaurantes e atrações. Ah, e é claro que não dá pra esquecer da principal atração da cidade: a Torre de Blackpool, uma versão inglesa da Torre Eiffel.

Brighton uma cidade a beira-mar que fica no sul da Inglaterra a menos de 1 hora de Londres. Para chegar lá é bem fácil, pois os trens da empresa First Capital Connect são diretos e partem da estação de London Bridge, em Londres com uma boa frequencia diaria.

As principais atrações da cidade são: o Royal Pavilion, um palácio de estilo totalmente atipico, podemos caminhar pela região chamada The Lanes, com ruazinhas medievais super bonitinhas e ainda é possivel conhecer uma típica praia inglesa, com pedras (ao inves de areia) e se divertir e fazer compras no Brighton Pier.

Brighton

Brighton

Dover (a unica cidade que eu ainda não escrevi aqui no blog) fica no sul da Inglaterra e o tempo de viagem de Londres até lá vai depender de qual estação for a escolhida. Se o trem partir da Victoria Station o trajeto vai ser feito em aproximadamente 2 horas, se a escolhida for a Charing Cross o tempo tbm é grande, em torno de 1 hora e 50 minutos. Quem optar por ir a partir da St Pancras Station (como eu fiz), o tempo cai significativamente e fica em 1 hora a viagem.

As 2 principais atrações da cidade são: o Castelo de Dover e os White Cliffs. Mas caminhar pela cidade também tem seu charme e ver de perto as praias com “areia de pedra” também pode ser um ótimo programa.

Hampton Court Palace foi o palácio onde o Rei Henrique VIII morou com Ana Bolena. Fica a uma curta distância de Londres, aproximadamente 30 minutos de trem. Existem trens direto ou com 1 conexão, então é bom ficar ligado na hora de comprar o bilhete. Todos os trens partem da estação de Waterloo, em Londres.

Basicamente a nossa visita se resumiu ao Hampton Court Palace, onde podemos visitar as partes internas do palácio e aprender um pouco sobre a polêmica história de vida do Rei Henrique VIII e suas 6 mulheres. Ah, os jardins do palácio são imperdíveis!

Liverpool é sinonimo de Beatles, mas a cidade tem muito mais a oferecer. Eu estive duas vezes lá e em ambas as vezes inclui no meu roteiro tanto atrações relacionadas com os Beatles (eu não seria nem louca de não fazer isso!) como outras atrações. Praticamente 99% das pessoas que vão a Liverpool vão visitar o Beatles Story, uma especie de museu que conta toda a trajetoria dos integrantes da banda desde o inicio até as suas carreiras solos hoje em dia. Além disso, fiz também o Magical Mystery Tour também. Fui duas vezes no The Cavern e ainda me hospedei no “Hotel dos Beatles”, o Hard Days Night Hotel. Mas além disso, visitei a Radio City Tower, uma torre de TV que porporciona ótimas fotos de toda Liverpool, conheci também o  Merseyside Museum (que conta um pouco da história tragica do Titanic), caminhei pela região da Albert Docks e conheci as duas principais igrejas da cidade.

Para chegar lá partindo de Londres é tranquilo, apesar de eu não ter feito esse trajeto, pois eu fui de Edimburgo a Liverpool, as principais informações sobre esse trajeto são: o tempo de viagem é de 2 horas (se o trem for direto) ou de 2 horas e 30 minutos (se tiver conexão pelo caminho). Os trens partem de Londres da estação de Euston e chegam em Liverpool na estação de Lime Street. O trajeto será feito pela empresa Virgin Trains.

Manchester além de ser famosa por causa dos times de futebol, teve uma importancia muito grande para o mundo, foi onde a revolução industrial começou. Um pouco dessa história pode ser vista no MOSI, o museu de ciência e industria da cidade. Ainda tem a região de Castelfield, que está relacionada com a ocupação dos romanos na cidade e ainda existem resquicios a serem vistos por ali. E como eu fiquei pouco tempo na cidade, pq o meu objetivo era apenas ver o show do Belle & Sebastian, o que eu conseguisse ver seria lucro. Ainda caminhei pela praça que fica em frente ao City Hall  onde estava acontecendo um mercadinho de Natal super interessante e muito bem organizado.

Mesmo eu não tendo feito esse trajeto a partir de Londres, as informações essenciais são: todos os trens partem de Londres da estação de Euston, o trajeto leva aproximadamente 2 horas e como Manchester tem varias estações de trem, eu aconselho a desembarcar na Piccadilly Station, que além de ser a maior estação da cidade, está super bem localizada.

Manchester City Hall

Manchester City Hall

Norwich, ganhou fama por causa da mostarda inglesa. Para ir até lá, a viagem tem inicio na estação de London Liverpool Street e dura 1 hora e 50 minutos.

A cidade é super pequena e é possível conhece-la rapidamente. As principais atrações da cidade ficam por conta do Castelo de Norwich, a sua catedral, a galeria Royal Arcade onde fica o Colman’s Mustard Shop and Museum. Outro lugar legal de caminhar é pelos corredores aperdados do Norwich Market, que fica em frente ao City Hall. E pra terminar o dia, nada melhor do que caminhar pelas ruas medievais de Elm Hill, um dos lugares mais bonitos e tranquilos da cidade.

Oxford os 100 km que separam Oxford de Londres podem ser facilmente percorridos de trem. O trajeto pode levar desde 1 hora até 1 hora e 50 minutos, dependendo do horário escolhido e se tiver conexão no meio do caminho. Todos os trens partem de Londres da estação de Paddington e chegam na única estação de trem de Oxford.

As principais atrações da cidade são: os 38 colleges (especialmente o de Christ Church, onde foram filmadas cenas do Harry Potter como Hogwarts) que fazem parte da Universidade de Oxford, uma das mais tradicionais do Reino Unido. Alguns colleges estão aberto para visita, não são todos. Ainda podemos conhecer a Radcliffe Camera que fica na Radcliffe Square, bem no centro da cidade, a Igreja de St Mary, a Biblioteca Bodleian (mas não é possivel visitar o seu interior) e a Bridge of Sighs.

Stonehenge é um dos lugares mais populares para fazer um bate-volta a partir de Londres, sejam por brasileiros ou não. Existem duas formas de ir até lá: de ônibus ou de trem. Independente de qual opção for a escolhida para a primeira parte do trajeto, a primeira parada vai ser na cidade de Salisbury. Para a segunda parte do trajeto é necessário pegar o ônibus “The Stonehenge Tour” que vai até a bilheteria/lojinha de souvenirs/cafeteria do lugar.

Obs: quem resolver fazer a primeira parte do trajeto de trem, vai ser preciso caminhar um pouquinho até chegar na Bus Station pra pegar o ônibus The Stonehenge Tour.

Ao comprar o ticket, o ingresso da direito ao audio-guia em diversos idiomas, mas em português ainda não tem. A visita dura mais ou menos uns 30 a 40 minutos. Se tiver chovendo não é uma boa idéia passear por lá, pq como é um campo aberto, venta muito e as vezes nem mesmo o guarda-chuva dá conta.

Stonehenge

Stonehenge

Stratford ano passado durante as Olimpíadas em Londres o mundo inteiro estava ligado nessa região da Inglaterra. Explico: esse é o lugar onde está localizado o Parque Olímpico que foi palco de competições em diversos esportes, além de ter recibido as cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas. Mas além do Parque Olímpico, grudado fica outra grande “atração” do país, o Westfield Stratford City, atualmente o maior shopping da Europa.

Para chegar lá é muito simples. Os trens partem de Londres da Estação de St Pancras e em menos de 15 minutos a gente já está desembarcando na estação de Stratford Internacional. Mas claro que esse trajeto não precisa ser feito obrigatoriamente de trem, pode ser feito também de metro, DLR e ônibus.

Stratford upon Avon é a cidade natal de Shakespeare, então como esperado, tudo por ali vai girar em torno desse grande escritor britânico. As principais atrações da cidade ficam por conta das cinco casas onde ele morou, também visitamos a Igreja onde ele foi batizado e está enterrado e aproveitamos pra caminhar pelo centrinho da cidade, que diga-se de passagem é a coisa mais linda desse mundo. Parece coisa de cinema!

Para chegar lá a partir de Londres, os trens partem de duas estações, a Euston e a Marylebone. A melhor opção, na minha opinião, seria pegar o trem que parte da estação de Marylebone, pq há opção de fazer o trajeto com um trem direto. O tempo de viagem é de 2 horas. Antes de chegar em Stratford upon Avon, é importante saber que existem duas estações de trem na cidade, então a melhor opção é desembarcar na estação chamada somente de “Stratford upon Avon Station”.

Warwick é uma outra cidadezinha que fica pro lado oeste da Inglaterra. Para chegar até lá, o ideal é pegar o trem na estação de Marylebone. O trajeto dura em torno de 1 hora e 20 minutos para trens diretos e 1 hora e 40 minutos quando os trens fizerem uma conexão. Importante saber que Warwick também é servida por duas estações, então é bom escolher a estação chamada “Warwick” simplesmente, pra não ter problemas.

O grande detaque da cidade fica por conta do Castelo de Warwick e da sua catedral. Vale muito a pena passar uma tarde por lá, com certeza!

Windsor fica a 48 km de Londres, ou seja, é uma cidade que pode ser facilmente incluida em um roteiro na Inglaterra, além de ser uma ótima oportunidade de andar de trem e conhecer as paisagens do interior do país. O jeito mais fácil de chegar até lá partindo de Londres é de trem. Existem dois tipos de trajeto: o direto, que partem da estação de Waterloo e os com uma conexão (de aproximadamente 8 minutos na cidade de Slough) que partem da estação de Paddington. Em Windsor existem duas estações de trem, então a melhor opção é desembarcar na estação chamada “Windsor & Eton Central” que fica praticamente de frente pra entrada principal do Castelo de Windsor, é só atravessar a rua.

A principal atração da cidade é o Castelo de Windsor, considerado o maior castelo ainda habitado do mundo. Além do próprio castelo, podemos visitar também a St George’s Chapel e ver a troca da guarda.

Quem tiver interesse, também é possível conhecer um dos colégios mais tradicionais da Inglaterra, o Eton College. O Eton College fica no vilarejo de Eton e pra chegar lá só é preciso atravessar o rio e caminhar mais uns 20 minutos. Alguns meses do ano é permitido visitar o colégio com um tour guiado. Outra sugestão pra quem viaja com criança (ou não) é visitar o parque Legoland, que fica a uns 10 minutos de ônibus do centrinho de Windor.

York fica mais perto de Edimburgo do que de Londres, porém mesmo assim é totalmente possivel fazer um bate-volta partindo de lá. York é uma das cidades mais antigas da Inglaterra e cada vez mais tem se destacado entre os turistas brasileiros.

A cidade gira em torno da York Minster, mas a sua muralha de defesa não passa batida. Ainda existem alguns museus, como por exemplo o Jorvik Viking Centre, além da Torre Clifford que foi o que restou do Castelo de York. Ultimamente muitas pessoas vão até lá pra passear pela ShamblesStreet, uma ruazinha com ar medieval que ficou famosa no filme Harry Potter.

Para ir até York de trem partindo de Londres, o trajeto é de 2 horas. Todos os trens partem da estação de King’s Cross em Londres e chegando em York não é preciso se preocupar, pois a cidade tem apenas uma estação de trem.

Obs.: para ter mais detalhes sobre essas viagens, é só clicar no link em vermelho no nome da cidade. Ali vão estar listados todos os posts que escrevi sobre cada destino e as informações vão estar muito mais detalhadas.

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Hampton Court Palace

Das muitas opções de bate-volta a partir do centro de Londres, minha mãe acabou escolhendo que iriamos visitar o Hampton Court Palace. Localizado em Richmond upon Thames, no sudoeste de Londres, o Palácio fica as margens do rio Tâmisa, interessante, né? O lugar acabou se tornando popular entre os turistas por ter sido residência de Henrique VIII e Ana Bolena, além dos seus magnificos jardins!

Mas pra enteder como Henrique VIII descobriu esse lugar, é preciso voltar um pouco no tempo… Por volta do século 15, o Cardeal Thomas Wolsey adquiriu a propriedade, e resolveu tranformar essa simples construção em um dos Palácios mais luxuosos da região.

E foi justamente nessa época que o Rei Henrique VIII apareceu na história, o Rei gostou tanto do lugar, que resolveu utilizar os seus poderes e confiscou o Palácio, e desde então, o Hampton Court passou a ser sua residência oficial por alguns anos. O Palácio é uma mistura de estilos tudor e barroco, sofreu também algumas modificações devido a alguns incêndios e destruições.

Alguns anos depois, durante o reinado do Rei George III, a corte se mudou para o Castelo de Windsor, e o Palácio de Hampton Court ficou totalmente abandonado.

Durante a era da Rainha Victoria, o Palácio passou por algumas obras antes de ser aberto a visitas. Durante esse periodo de reparos, os jardins receberam um cuidado especial, e hoje em dia, muitas pessoas vão até lá apenas para passar o dia literalmente lagartiando em seus jardins.

Uma das coisas que acabei descobrindo enquanto organizava esse passeio, foi que nesse Palácio fica a quadra de tênis indoor mais antiga da Europa, e ainda tem mais, o Palácio mantem um vinhedo próprio.

O passeio é relativamente longo, ao todo nos ficamos umas 4 horas por lá, sem contar o tempo pra ir e voltar. O Palácio é bem menos opulente que outras residências reais que tive oportunidade de conhecer, como o Buckingham Palace o Holyhood Palace, mas não é por esse motivo que alguém deva desmerecer o lugar e deixar de visitar.

Durante os meses de verão, existem algumas apresentações no patio interno do Palácio, onde alguns atores contam um pouco de como era a vida na corte, e como era o relacionamento de Henrique VIII com as suas 6 esposas e sua busca incessante por um herdeiro homem, que seria o futuro Rei da Inglaterra.

O Palácio em si, é pequeno, pelo me pareceu enquanto caminhavamos pelas várias alas que estão abertas ao público, a nossa visita começou pela cozinha tudor, que de cara já impressionou pelo tamanho, ocupava um andar inteiro, e para tornar a visita mais real, o lugar é totalmente decorado dando impressão de que as frutas, carnes e tudo mais eram realmente de verdade.

Depois seguimos para o Great Hall, onde estão expostas algumas tapeçarias e moveis daquela época. A próxima ala que visitamos é onde ficavam os apartamentos reais, onde Henrique VIII ocupou durante o periodo que passou no Palácio.

Ainda tem a Royal Chapel, uma “igrejinha” super bonitinha, que segundo as lendas, nunca deixou de ser usada, desde que o Palácio foi adquirido pelo Rei.

Há ainda uma exibição que mostra através de imagens um pouco da trajetória dos Tudors, e também conta um pouco da vida de Henrique VIII, desde sua infância, até a sua morte.

Mas a nossa maior surpresa foi ver de perto os jardins do Palácio, e que realmente são lindíssimos. Impossível não ficar impressionado com aquelas árvores.

Os jardins privados, além do seu desenho feito com flores ser totalmente simétrico, eles foram totalmente inspirados em jardins de Palácios Franceses, Realmente, muito bonitos!

Para chegar até lá, existem algumas opções, e nos optamos por ir de trem. O trem parte da estação de Waterloo e depois de aproximadamente 30 minutos chegamos na estação Hampton Court. Saindo da estação, é só atravessar uma ponte e caminhar um pouquinho até chegar na entrada principal do Palácio.

Estação de Waterloo

Estação de Waterloo

Para comprar os ingressos, usamos as maquinas self-service na estação de Waterloo, super fácil de usar. Aceita dinheiro, moedas e cartão de crédito que estão facilmente sinalizadas na parte superior de cada máquina.

O Palácio abre o ano inteiro. Valor de 14,00 libras por pessoa.

Roteiro: Escócia, Inglaterra, Suécia, Dinamarca e Holanda

Essa vai ser a quarta viagem internacional em família e também o início do meu intercâmbio na Escócia!!!! A princípio, o intercâmbio será de no máximo  6 meses, pois esse é o tempo permitido quando recebemos o visto de estudo no UK Border, em pleno aeroporto de Heathrow.

Urquhart Castle, nas margens do Lago Ness

Mas conforme fui lendo, buscando informações sobre a tão temida chegada de brasileiros no Reino Unido, confesso que me deu um medinho e acabei “convencendo” todo mundo lá de casa a ir comigo (como se isso fosse o maior sacrifício do mundo)!!! =)

Então, como eu vinha com 2 malas gigantes, pra facilitar nossa locomoção, achamos melhor começar a viagem pela Escócia, para deixar minhas malas e então continuar o nosso tour pela Europa.

Porto de Malmö, na Suécia

O roteiro ficou assim:

– Quatro dias na Escócia, sendo que em dois dias ficamos em Edimburgo, um dia para visitar as Highlands (para ver o Lago Ness) e em outro dia fomos para York, na Inglaterra;

– Seis dias em Londres, em um desses dias fomos conhecer o Hampton Court Palace;

– Quatro dias na Dinamarca. Dois dias em Copenhagen, em um dia fomos para Hillerød e em outro, visitamos Roskilde;

– Day trip para Malmö, na Suécia.

Meus pais e meu irmão ainda vão pra Amsterdam, na Holanda, onde ficam mais 3 dias. Nesse mesmo dia eu vou pra Edimburgo, para organizar minhas coisas e arrumar o meu Flat, pois na sequencia já começam minhas aulas de Inglês!!

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