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Um dia em St Andrews e arredores

Tá ai um lugar que eu sempre quis conhecer, St Andrews. Acabou que durante o tempo que morei em Edimburgo, eu consegui perder duas oportunidades de visitar a cidade e simplesmente deixei pra lá.

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Mas dessa ultima vez que voltei a Escócia, seria imperdoavel deixar passar novamente a oportunidade e tratei logo de reservar um tour para conhecer a cidade.

Claro que o ideal seria ir por conta própria, mas a localização (mesmo sendo super perto de Edimburgo) e o meio de transporte (somente ônibus e seus horários meio restritos e ainda a falta de trens pra lá) não são muito animadores.

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Acabei fazendo o passeio com um tour pré programado em uma das vááárias agências de viagem que oferecem esse tipo de day trip aos turistas. Optei por fazer esse passeio assim, pq o tempo livre em St Andrews era relativamente bom, em torno de 3 horas e além disso, ainda passamos por outras cidadezinhas do litoral leste escocês.

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A reserva desse tour eu fiz no próprio site da Rabbie’s, uma agência que está localizada na Royal Mile, quase em frente a Catedral de St Giles.

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Como qualquer ida mais para o norte de Edimburgo, a maioria dos roteiros não deixam de fora uma breve paradinha nas Forth Bridges, onde a Forth Rail Bridge é considerada um dos maiores simbolos do país! O engraçado é que ela até virou um ditado popular (que eu demorei pra entender o pq). Todo mundo usa e com certeza o guia vai fazer alguma piadinha a respeito, falando alguma coisa do tipo ” blablabla is like painting the Forth Bridge”, se referindo que isso demora uma eternidade pra terminar, como tudo na Escócia (eles dizem isso pq não conhecem o Brasil!!).

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Claro que a cereja do bolo, a visita a St Andrews fica para o final, então, depois de cruzar o Firth of Forth, passando pela Forth Road Bridge, entramos na região do Fife em direção ao vilarejo de Elie and Earlsferry.

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Elie e Earlsferry eram duas vilas que foram unidas a pouco tempo atrás e hoje, juntas, conseguem ter uma população de menos de 1.000 habitantes. A parada foi estratégica, já que o dia estava bem bonito. Paramos diretamente no porto da cidade, somente para apreciar a vista e o mar do Norte. Uma tranquilidade!

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Mas seguindo viagem, o próximo destino foi a cidadezinha de Anstruther. A cidade, que um dia já teve um dos portos mais movimentados de toda a Escócia, hoje em dia é beeeem pacata. O tempo que tivemos para conhecer o lugar foi o ideal e deu pra passear tranquilamente.

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Os dois grandes destaques da cidade, além dos barcos ancorados no porto e de sua Catedral, são: o Anstruther Fish Bar (que infelizmente não tive como conhecer, pq era de manhã ainda e o restaurante não estava aberto) que recebeu vários prêmio de melhor Fish and Chips do Reino Unido por várias vezes e o Scottish Fisheries Museum que conta um pouco sobre a importancia da industria da pesca no país, além de ter alguns objetos interessantes em exposição.

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A poucos km dali, fica o vilarejo de Crail que acabou ficando conhecido na região por ser um grande produtor de caranguejo e lagosta. A cidadezinha é super pequena, não é necessário mais do que 5 minutos pra conhece-la. Uma coisa que chama atenção é que a maioria das casas são enfeitadas com siris, caranguejos e lagostas, além, é claro, da vista que o porto da cidade proporciona… Super bonita!

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Mas o grande destaque do passeio é St Andrews, sem duvida. Faz pouquíssimo tempo que a cidade entrou na rota turistica da Escócia e tudo isso se deve ao fato que sua Universidade, uma das mais importantes e renomadas do país (e do Reino Unido em geral), ter recebido recentemente alunos tão ilustres como: o Principe William e a Duquesa Kate.

O tempo pra a visita que foi de 3 horas e foi suficiente. Claro que não tive tempo de sentar e almoçar com calma, apenas comprei umas coisinhas e fui comendo enquanto caminhava pela cidade.

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Mesmo sendo uma cidade super pequena, St Andrews pode preencher facilmente um dia de passeio por lá, já que existem várias atrações a serem visitada.

A cidade que leva o nome do Santo Padroeiro do país, mesmo tendo aproximadamente 20 mil habitantes, é super movimentada. Tudo isso por conta de sua Universidade, a Universidade de St Andrews, a mais antiga da Escócia e uma das mais tradicionais e renomadas de todo o Reino Unido.

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O campus principal da Universidade de St Andrews não está aberto para visitas, mas é possível caminhar  por ali. Inclusive esse ano, a universidade comemora os seus 600 anos de existência! Incrível!

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A cidade é muito bem sinalizada, com muitas e muitas placas. Impossível se perder por ali. Mesmo assim o guia nos deu algumas indicações, que tornaram o passeio mais tranquilo!

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A minha primeira parada foi nas ruínas da Catedral de St Andrews, um dos maiores símbolos e o principal cartão postal da cidade. É possível visitar o lugar de graça, somente pra subir na torre de St Rules que é preciso pagar, mas o valor é simbolico.

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As ruínas da Catedral traduzem toda a história de destruição e desastres ao longos dos ultimos séculos. Depois de 158 anos para ficar pronta, uma das principais catedrais do país, sofreu com incêndios, destruições e também não resistiu aos ataques durante o periodo da Reforma Protestante Escocesa, além de todos os desastres naturais, como vendavais e tormentas. O pouco que restou, hoje em dia traduz a grandiosidade que um dia já foi essa catedral.

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A poucos metros dali ficam as ruínas do Castelo de St Andrews, que estão abertas a visita também, mas é preciso pagar. Com o que eu tinha visto e lido na internet sobre essa visita, achei melhor passar a vez e apenas me contentei em fotografar e olhar por fora.

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O lugar escolhido pra construção do Castelo foi excelente, a beira do Mar do Norte. Antigamente, antes e durante a reforma protestante na Escócia, o castelo servia de residencia para os bispos que por ali passaram. Também foi um importante e estrategico lugar durante a Guerra de Independência, onde alguns reis escoceses ocuparam o castelo, principalmente durante os diversos ataques feitos pelos Ingleses. Com isso, o castelo precisou ser reconstruido muitas e muitas vezes e devido a todo esse histórico de batalhas, até achei que ele estava muito bem conservado.

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Saindo do Castelo, a rua que liga o próprio Castelo e a Catedral de St Andrews aos campos de golf e as praias, está repleta de residencias estudantis e locais de pesquisas que pertencem a Universidade de St Andrews, que estão separadas de acordo com o curso escolhido.

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Pra quem não sabe, St Andrews se auto-intitula como a “Terra do Golf”, onde está localizado o campo de golf mais antigo do mundo, o Old Course. Diz a lenda que o golf já era praticado em terras escocesas desde o século 15, mas somente no século 18 que o primeiro clube de golf surgiu no país.

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Mesmo o campo já ter recebido os principais jogadores e campeonatos de golf do mundo, é possível agendar um horário para jogar uma partida a quem possa interessar. Claro que, como já dá pra imaginar, será necessário desembolsar uma pequena fortuna pra jogar golf esse lugar.

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Como eu não entendo bulhufas de golf, me contentei em dar uma voltinha por ali, em caminhar pelas estradinhas entre os campos e observar o movimento. Depois de uns 20 minutos andando pra lá e pra cá e vendo outras pessoas jogarem, cheguei a conclusão de que golf não é a minha praia. Que me desculpem os escoceses, mas… Eita joguinho mais sem graça e monotono!!

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E junto aos campos de golf ainda é possível visitar o Museu do Golf que mostra um pouco a evolução do esporte ao longo dos seus mais de 600 anos de existência e as praias da cidade.

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(Para chegar a St Andrews, é possível fazer um tour com uma das várias agências de turismo de Edimburgo ou até mesmo ir por conta própria. A unica opção pra quem quiser encarar uma voltinha em St Andrews de forma independente é o ônibus. A empresa que faz o trajeto é a Stagecoach (sentido a cidade de Leuchars) que tem ônibus partindo a cada 1 hora da Edinburgh Bus Station)

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A ultima parada desse dia foi no vilarejo de Falkland, para visitar sua principal atração, o Palácio de Falkland que infelizmente durante a temporada de inverno fica fechado. O guia até nos avisou que não seria possivel visitar, mas mesmo assim, o pessoal quis parar ali pra dar uma voltinha na cidade.

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As Ilhas Falkland, eterna disputa entre Britanicos e Argentinos, recebeu seu nome como um homenagem ao Visconde de Falkland que morou por alguns anos nesse palácio.

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Obs.: o tour parte de Edimburgo as 09:30 da manhã e voltamos perto das 17:00 horas. Achei o tempo pre determinado para as visitas bem tranquilo. O guia também era bem legal e tinha um excelente conhecimento sobre tudo. Adorei o passeio!

Viajando de ônibus pela Escócia

Enquanto eu tava programando um day trip para St Andrews (que durante meu intercâmbio nunca aconteceu), eu me dei conta que eu não fazia idéia de onde ficava a Estação Central de Ônibus da cidade.

Normalmente elas ficam junto as estações de trem, mas no caso de Edimburgo não. Apesar dela não ficar grudada em nenhuma das duas estações de trem de Edimburgo (Waverley Station e a Haymarket Station), ela fica bem próxima a Waverley Station, a uma curtíssima caminhada.

Entrada da Estação de ônibus que fica em frente ao St James Shopping Centre

Entrada da Estação de ônibus que fica em frente ao St James Shopping Centre

A Edinburgh Bus Station está localizada na St Andrew Square, ao lado do Multrees Walk e bem perto da Harvey Nichols e do St James Shopping Centre.

Existem duas entradas, uma delas fica de frente pra uma das esquinas da St Andrew Square e a outra fica quase em frente ao St James Shopping Centre.

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Essa é a princial e unica estação de ônibus da cidade. Claro que alguns ônibus podem parar em algum outro lugar já pré estabelecido (como por exemplo na Charlotte Square), mas em 98% das vezes a chegada/destino vai ser essa estação.

A estação é super moderninha, inclusive a fachada. Não espere encontrar um prédio com fachada estilo clássico ou gótico ou seja lá qual estilo antigo vier a cabeça por primeiro. A fachada é toda de vidro e ficou bem interessante, já que os seus vizinhos (Harvey Nichols e Multrees Walk) também seguem o mesmo estilo.

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Daqui partem todos os ônibus que ligam tanto Edimburgo com outras cidades Escocesas, como com cidades da Inglaterra e do País de Gales.

Um ótimo site que eu acabei descobrindo para pesquisar rotas, destinos e horários é o Traveline Scotland. Inclusive ele informa sobre problemas, atrasos e cancelamentos dos ônibus em tempo real.

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Então quem tiver interesse em viajar pelo Reino Unido, as empresas que oferecem serviços partindo de/para Edimburgo são:

Lothian Buses: com ônibus que partem para as cidades nos arredores de Edimburgo.

First Bus: opera principalmente no sul e na região central da Escócia, mas também tem ônibus que vão para as principais cidades da Inglaterra (principalmente as cidades do norte).

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Citylink: os serviços ligam Edimburgo as principais cidades da Escócia (Glasgow, Perth, Dundee, Aberdeen, Inverness, entre outras e Blackpool, na Inglaterra). Normalmente eles oferecem passagem a 1,00 libras (isso mesmo UMA LIBRA) entre Edimburgo e Glasgow.

Stagecoach Bus: com ônibus que partem para diversas cidades na Escócia, principalmente as cidadezinhas menores da costa leste.

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National Express: também oferecem ônibus que ligam Edimburgo a várias cidades em todo o Reino Unido.

As principais rotas feitas de ônibus partindo de Edimburgo são:

– Edimburgo – Londres com a National Express;

– Edimburgo – Glasgow com a Citylink;

– Edimburgo – St Andrews com a Stagecoach Bus;

– Edimburgo – Perth – Inverness com a Citylink.

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Uma das principais vantagens de viajar de ônibus no Reino Unido é o preço. As passagens de ônibus são super baratas. Por exemplo, o trecho entre Edimburgo – Glasgow com a Citylink pode sair por 5,00 libras, mas o tempo de viagem é de 1 hora e 30 minutos (de trem o trajeto é feito em 40 minutos e custa em torno de 15 libras).

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Já a principal desvantagem é o tempo de viagem. Em média, dependendo do destino, pode ser mais que o dobro, quando comparado com o tempo de viagem de trem.

Os tickets podem ser comprados diretamente nos guiches de atendimento que ficam no hall principal dentro da estação, com o motorista (algumas empresas oferecem essa opção, não são todas) ou ainda pela internet.

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Para saber em qual portão o ônibus vai sair, é só cuidar no telão, que também fica no hall principal da estação. Existem dois telões indicando os ônibus que estão chegando e os ônibus que estão saindo. É bom ficar ligado, pra não confundir!

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Ah, uma coisa que pode ser bem util é o guarda-volumes (left luggage). Quem ainda tiver tempo pra uma ultima voltinha pela cidade antes de ir para o aeroporto/estação de trem ou até mesmo na própria estação de ônibus, pode deixar as malas ali mesmo. Normalmente os valores desses lockers são mais baratos do que o Left Luggage na Waverley Station ou na Haymarket. Quem entra pela entrada secundaria (perto do St James Shopping Centre), seguindo a direita, um pouco mais a frente já vai conseguir visualizar o paredão com as várias portinhas. Os valores variam de 2,50 libras a 7,00 libras dependendo do tamanho da mala e do número de horas que ela vai ficar ali dentro, claro.

A estação de ônibus de Edimburgo fica na North St Andrew Street (entrada principal) e Elder Street (entrada secundaria). Subindo pela Princes Street pela rua que fica em frente ao Scott Monument, a entrada principal da estação fica na diagonal pro lado direito.

Tudo muito bem sinalizado!

Tudo muito bem sinalizado!

Obs.: a estação de ônibus de Edimburgo é minuscula, então não há necessidade de chegar muito cedo. Uns 10 ou 15 minutos antes do horário do ônibus partir é o adequado.

Roteiro: EuroTrip 2012 – Post Indrodução

Esse ano demorou pra passar, nem acreditei quando finalmente o dia 16 de outubro chegou e com isso a nossa EuroTrip 2012 começou! Mesmo eu já tendo morado em Edimburgo e viajado bastante nesse período, eu tava super nervosa (muito nervosa mesmo), principalmente na semana que antecedeu a viagem. Não sei exatamente o pq, já que eu tinha organizado, reorganizado, verificado, verificado tudo de novo, mas mesmo assim sempre tinha aquela sensação de que eu estava esquecendo de salvar os arquivos no email ou de imprimir alguma coisa importante. Vai entender!

Bom, eu já tinha escrito um post sobre o que basicamente iriamos fazer por lá, mas claro que os ajustes finais no roteiro só seriam possíveis depois de checar a previsão do tempo, que quer queira ou não, é um dos fatores mais importantes dependendo da atividade fossemos fazer.

Nessa viagem também eu resolvi inovar em dois quesitos:

– Primeiro: comprei passagem, reservei hotel, comprei as passagens de trem, os shows, concertos, musicais, enfim, comprei tudo por conta própria, ou seja, eu não utilizei agência de viagem em nenhuma etapa da programação das nossas férias (exceto o seguro viagem). Talvez isso explique um pouco o pq do meu nervossismo em excesso, se algo saísse errado eu teria que me virar pra resolver tudo sozinha. Mas graças a Deus, deu tudo super certo!

– Segundo: viajar com apenas uma bolsa e uma mala que se enquadrasse dentro do perfil para levar como bagagem de mão. Pra mim essa viagem teve a duração de exatos 30 dias (incluindo a viagem a Edimburgo que eu acabei decidindo ir de ultima hora), então quando a viagem já estava chegando lá pelo 20º dia, eu não aguentava mais ver nenhuma das minhas roupas! Parece exagero? Mas isso é a mais pura verdade.

Zurique

Mas vamos ao que interessa, o roteiro. A ordem da viagem permaneceu a mesma, claro. Só que com a previsão do tempo checada, podemos definir o que seria feito em cada dia. Entao basicamente ficou assim:

– 4 dias na Suíça: no primeiro dia fomos para o Liechtenstein já que teoricamente era o unico dia que marcava sol, e como ficariamos a maior parte do tempo andando ao ar livre por Vaduz (a capital), achamos que seria uma ótima escolha ir lá primeiro. A noite assistimos uma apresentação de ballet na Opernhaus em Zurique. No próximo dia, resolvemos ir pra Lucerna e subir nos Montes Pilatus e Stanserhorn. No terceiro dia fomos para Berna, a capital da Suíça e no ultimo dia ficamos em Zurique.

Castelo de Vaduz

O trecho entre Zurique e Salzburgo (nosso próximo destino) nos fizemos de trem. E mesmo tendo comprado as nossas passagens no site da SBB, empresa de trem da Suíça, nos acabamos fazendo esse trecho com a OBB, que é a empresa austriaca. Esse trecho apesar de looongo, algo em torno de quase 5 horas, nos nem vimos o tempo passar. As paisagens são lindíssimas e pode até parecer um exagero ficar sentada por quase 5 horas dentro de um trem, mas nos estavamos dando graças a Deus em poder descansar os nossos pés por um tempo.

Stanserhorn

– 4 dias em Salzburgo: no primeiro dia fomos para Innsbruck e subimos no Nordkette. A noite fomos assitir uma apresentação de música clássica na Sala de Marmore no Palácio de Mirabel. No dia seguinte, resolvemos fazer uma loucura inexplicável, que só de lembrar fico lamentando que o resultado final não foi 100%. Daqui uns dias quando escrever sobre esse passeio, todo mundo vai entender direitinho o que aconteceu. No terceiro dia fomos até a cidadezinha de Wattens, que é onde fica o museu/loja/fábrica da Swarovski. No ultimo dia ficamos em Salzburgo.

Os ursos em Berna

O deslocamento de Salzburgo pra Viena nos fizemos de trem também, com a empresa OBB, que é austriaca. O trajeto entre Salzburgo e Viena é mais curto, são apenas 2 horas e 40 minutos.

Nesse dia que fomos de Salzburgo pra Viena, aproveitamos pra dormir até um pouco mais tarde e descansar um pouco. Chegamos em Viena era meia tarde (15:44) e o único compromisso do dia era assistir a um Ballet, Quebra Nozes, na Staatsoper (Ópera Estatal de Viena).

Innsbruck

– 5 dias em Viena: onde ficamos 4 dias inteiros em Viena e fizemos um day trip para Bratislava, na Eslováquia.

Como eu já tinha escrito aqui no blog, nessa altura das férias a viagem teve duas direções: meus pais, meu irmão e minha cunhada foram pra Praga e eu fui pra Munique. O deslocamento entre Viena – Munique e Viena – Praga foi feito de trem. O tempo de viagem entre Viena e essas duas cidades é praticamente o mesmo, 4 horas e 4 horas e 30 minutos, respectivamente. Ambos os trajetos foram feitos com a empresa Austriaca OBB.

Café Sacher

– 2 dias em Praga: meus pais, meu irmão e minha cunhada ficaram só em Praga mesmo. Todos eles adoraram a cidade. Como eu já tinha ido lá no meu aniver de 2010, eu preferi passar a vez e fui me aventurar em outras terras. Mais pra frente vem um post sobre o que eles fizeram por lá.

Bratislava

– 3 dias em Munique: na verdade eu fiquei dois dias em Munique, sendo que em uma das manhãs eu fui pra Dachau, pra conhecer o campo de concentração e no terceiro e ultimo dia eu fui pra Nuremberg.  O que eu “vi” em Dachau e Nuremberg são partes lamentaveis da história da Alemanha, mas apesar de tudo, ambos os lugares se completam e deu pra entender direitinho esse terrivel capitulo dessa história. Bem interessante!

Munique e Dachau

– 5 dias em Londres: desses 5 dias programados pra Londres, 4 dias eu fiquei inteiros na cidade, sendo que em dois desses dias eu fui no WTM, World Travel Market, uma das maiores feiras de turismo do mundo. Ainda consegui assistir o Musical Let it Be, que presta uma homenagem aos 50 anos dos Beatles. Já no outro dia fiz um day trip para Norwich, a cidade da mostarda inglesa! Claro que os 4 dias que passei em Londres mal deram pro gasto. Tá ai uma cidade que eu poderia passar o resto da minha vida que não faltariam opções do que fazer!

Chá das 17:00 na Harrods

E aos 47 minutos do segundo tempo eu mudei minha passagem de volta pro Brasil e peguei um trem rumo a Edimburgo, na Escócia!!!!!!! Nem acreditei que em menos de um ano depois de ter deixado a cidade pra voltar para o Brasil, lá estava eu de volta! Claro que eu não poderia deixar passar a oportunidade de voltar lá! Então, como eu já estava ali pertinho, resolvi aliar a desculpa de que o meu aniver estava próximo (dia 15 de novembro, feriadão no Brasil) e a super vontade de voltar lá, eu pensei: Pq não? Dei um jeito e organizei toda a programação no trem e quer saber? Como muita coisa eu já sabia como fazer, como organizar e tudo mais, foi bem tranquilo. As 4 horas e 22 minutos do trajeto entre Londres e Edimburgo passaram voando e graças a boa qualidade do wi-fi dos trens da East Coast eu consegui reservar todos os passeios! Mesmo tendo sido apenas 4 dias inteiros e um pela metade, o que significa que foi super hiper mega rápido, eu adorei ter voltado a minha 2 casa (ou seria 3 casa? Curitiba não pode ficar de fora)!!

A programação em terras Escocesas ficou assim: no primeiro dia fiz um day trip para St Andrews, no dia seguinte fui para a região chamada de The Borders e nos ultimos dias fiquei em Edimburgo.

Norwich Cathedral

No total foram 6 7 países (Suíça, Liechtenstein, Áustria, Bratislava Eslováquia, Alemanha, Inglaterra e Escócia) pra mim e pro restante do pessoal lá de casa foram 6 países. Apesar de a grande maioria deles serem vizinhos (exceto Inglaterra e Escócia), as diferenças culturais são enormes. A estrutura de aeroportos, estrações de trem, os proprios trens e o transporte publico em geral são espetaculares.

A unica reclamação que temos a fazer é que em muitos museus e restaurantes na Áustria e na Alemanha as legendas são apresentadas apenas em alemão, o que não facilita muito a nossa vida, né?!?!

St Andrews, na Escócia

Nossa opinião final sobre o nosso roteiro: Nos gostamos muito de conhecer todos as cidades por onde passamos. Montamos base em cidades estrategicas e tentamos aproveitar ao máximo nossos dias fazendo bate e volta. Essa foi a primeira viagem em familia que incluimos várias cidades no roteiro para um bate e volta. Hoje em dia depois de voltar da viagem e fazer aquela analise geral de tudo o que fizemos por lá, chegamos a conclusão que mudariamos apenas duas coisas nesse roteiro: precisariamos ter tido um dia a mais na Suíça e ao invés de ficar 4 dias em Salzburgo, nos deveriamos ter dividido essa parte da viagem da seguinte forma: 2 dias em Innsbruck e 2 dias em Salzburgo. Se fosse dessa forma teria ficado perfeito! Mas de qualquer forma, o importante é que deu tudo certo e nos aproveitamos muito!

Ah, e é claro que eu poderia ter ficado mais tempo em Edimburgo também, não seria nada mal, não é mesmo?!?!?! =)))

Obs.: Como já deu pra perceber, nos próximos meses vamos ter assunto de sobra aqui no blog!

Roteiro: EuroTrip 2012

Are yoooouuuu ready?? Please, prepare for take off!! =))

Nossa, nem acredito que esse dia chegou!!! Quando este post for ao ar, espero já ter desembarcado no aeroporto de Heathrow e já ter pego a minha conexão rumo a Zurique, na Suíça!

Claro que o plano inicial dessa viagem não incluia a minha pessoa, afinal, eu já tinha viajado toda a minha cota para os próximos 10 anos, segundo o meu pai. Mas seria impossível eu me conformar calada, bati o pé e consegui! Eu vou também! o/

Não teria a menor graça eu organizar toda a viagem pra eles, comprar todos os tickets e ficar de fora, não é mesmo?

Essa viagem vai ser em familia, portanto, estaremos em 5 pessoas no total, além dos meus pais e meu irmão, a minha cunhada vai também!

Nós resolvemos fazer trechos diferentes com cias aéreas diferentes pq apesar da viagem ser em familia, o final dessa viagem não vai ser o mesmo pra todo mundo.

Sendo assim, eu vou viajar de British Airways e o restante do pessoal vai de TAP. Ambos vamos precisar fazer conexão para chegar no nosso destino final (ou seria incial?) que será Zurique, na Suíça.

Então, o roteiro dessa viagem ficou assim:

– 4 dias na Suíça (na parte alemã do país), com direito a um day trip para o Liechtenstein. Ainda vamos assitir um espetáculo de ballet por lá também;

De Zurique vamos pegar um trem com a SBB até Salzburgo, na Áustria.

– 4 dias em Salzburgo, sendo que ficaremos 2 dias inteiros na cidade e nos outros dois dias faremos passeios pela região;

De Salzburgo até Viena vamos nos deslocar de trem também, dessa vez vamos com a empresa austriaca ÖBB.

– 5 dias em Viena, onde ficaremos 4 dias inteiros na cidade e um dia vamos para Bratislava, na Eslováquia. E realizando o sonho da minha mãe, vamos assistir um concerto na Sala Dourada, no Musikverein.

A partir desse momento, a viagem vai ter duas direções:

– meus pais, meu irmão e minha cunhada seguem para Praga, antes de pegarem o voo de volta ao Brasil;

–  e eu? bom, a minha viagem ainda não termina por aqui.. vem mais coisas por ai! No momento certo eu conto os detalhes!

Ah, e pra quem acha que o blog vai ficar as moscas nesse tempo da viagem, o blog não vai ficar abandonado não. Alguns posts estão programados para ir ao ar nos próximos dias. E o assunto? Edimburgo e Paris!!

Obs.: no decorrer da viagem, quando possível, eu vou atualizando o Facebook e o Twitter com as novidades!

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