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Intercâmbio: Onde morar em Edimburgo

Uma das questões que mais me preocupou durante a preparação do meu intercâmbio foi com relação ao lugar onde eu iria morar em Edimburgo. Mesmo eu que já havia visitado a cidade anteriormente, eu não fazia idéia de onde seria melhor morar e qual tipo de hospedagem seria mais a minha cara. Pesquisando no google, li muito sobre esse assunto e acabei descartando algumas opções e levando mais em consideração outras, de acordo com o meu perfil, claro.

Depois de muito pesquisar sobre esse assunto, eu cheguei a conclusão que três pontos são extremamente relevantes para fazer a melhor escolha:

– tipo de acomodação;

– tempo de duração do intercâmbio;

– localização da acomodação.

♣ Tipos de acomodação

As opções pra quem vai fazer um intercâmbio, de modo geral, são: morar em uma casa de família, alugar um apartamento, se hospedar em um hostel ou fechar o contrato com uma residência estudantil. Todos tem suas vantagens e desvantagens, então é extremamente importante pesquisar bem pra não se arrepender depois. Quer ver?

Casa de família:  as duas grandes vantagens de morar em um casa de família na minha opinião são: família vai ser nativa do país e assim vamos ter certeza de que estamos ouvindo o inglês ser falado de forma correta e possibilidade de conviver diariamente com habitos locais daquele país. Porém por outro lado, tudo o que é vantagem pode se transformar em desvantagem, como por exemplo, imigrantes que estão morando na Escócia a pouco tempo e consequentemente não sabem falar 100% o idioma corretamente. Então é sempre importante exigir que a família seja Britânica mesmo, pro aproveitamento ser melhor.

Alugar um apartamento: geralmente essa opção é a mais cara de todas, pq o valor é cobrado por dia. Se a intenção for ficar pouco tempo, como por exemplo, duas semanas, ok, o valor não vai ser nenhum absurdo, mas também não vai sair barato, pode ter certeza. Agora pra quem tem interesse em ficar 2 meses ou até mesmo 6 meses, muitas vezes não é possível fechar contrato pq o tempo máximo permitido para alugar um apto é de 30 dias. Algumas empresas também favorecem quem pretende alugar um apto por 1 ano, mas entre 1 mês e 1 ano, achei bem dificil encontrar essa opção.

Hospedagem em um Hostel: alguns hostels em Edimburgo trabalham com a possibilidade de aceitar estudantes por um periodo mais longo. Normalmente a cobrança é feita por semana e assim a pessoa pode escolher o tempo que quer ficar, sem nenhum problema. Na época que eu tava pesquisando sobre todas as possibilidades, eu acabei descobrindo que praticamente todos os hostels que trabalham com esse esquema ficam um pouquinho mais afastados do centrão turístico da cidade, mas nada absurdo não, uns 20 a 30 minutos de caminhada da Princes Street. Pode até ser que hoje em dia outros hostels permitam alugar um quarto por um periodo maior. A maior parte desses hostels estão localizados próximo ao Porto de Leith ou no caminho, na Leith Street ou ainda, próximos a região da estação de trem Haymarket, na Dalry Road e arredores.

Residência estudantil: pra quem quer ter um pouco mais de privacidade e liberdade, essa é uma das melhores opções a levar em consideração. A maioria das escolas de inglês oferecem duas opções: morar em casa de familia ou compartilhar um apto dentro de uma residência estudantil. Existem ainda outras opções de residência estudantil que além de alugar aptos compartilhados (onde só o quarto e o banheiro são individuais), também alugam flats com apartamento nas mais diferentes configurações. Eu optei por alugar um flat onde só eu morava, ou seja, eu não compartilhava nada (sala e cozinha) com ninguém.

No geral, pra quem já leu alguns posts aqui no blog, acho que já percebeu que eu não queria morar em casa de família  e também não queria me hospedar em um hostel. Portanto, as duas únicas opções que me restaram foram: alugar um apartamento ou um flat em uma residência estudantil. Eu acabei optando pela residência estudantil (tema para o próximo post).

♣ Tempo de intercâmbio

Outra questão importante a definir é com relação ao tempo de duração de um intercâmbio. É importante levar em consideração duas coisas: as estações do ano, que são o contrario do Brasil (quando aqui no Brasil é verão, na Europa é inverno) e o ano letivo no Reino Unido (que começa em setembro).

Muitas opções de acomodação, independente do tipo, trabalham no sistema de “short term” e/ou “long term”, ou seja, “short term” geralmente engloba opções entre 2 semanas a 6 meses e os contratos “long term” são praticamente oferecidos apenas a opção de 1 ano.

Então, por exemplo no meu caso, eu tive que moldar as 2 partes do meu intercâmbio de acordo com esse sistema de “short term” e “long term” e eu dei prioridade pra começar em setembro, junto com o ano letivo no país.

♣ Localização da acomodação

Antes de vir morar em Edimburgo, essa questão da localização me preocupava muito. Mas isso é totalmente normal, né?! A maioria das pessoas imaginam que Edimburgo, por ser a capital da Escócia, seja uma cidade enoooorme, onde tudo seria relativamente longe, exigindo muita pesquisa e preparação para se virar por lá.

Quanto a isso eu posso afirmar que não é necessário se preocupar tanto. Edimburgo é uma cidade extremamente compacta, onde é possível ir a pé em praticamente todas as partes. Claro que alguns bairros exclusivamente residenciais são um pouco mais afastados do centro (pra quem for morar em casa de familia é importante considerar essa questão), mas nada que uns 15 ou 20 minutos de ônibus não resolvam.

O único meio de transporte público que existe em Edimburgo em funcionamento até o momento são os ônibus, até o sistema do tram entrar em funcionamento (previsão para começar a funcionar em 2014). O sistema de ônibus de Edimburgo é muito organizado e eficiente, além de cobrir muito bem toda a cidade, independente de ser a parte central, os bairros ou os arredores.

♣ Sites que podem ajudar a achar um lugar pra morar em Edimburgo

Pra quem tiver interesse em alugar um apartamento em Edimburgo, uma boa opção é procurar no site da Airbnb ou ainda no site da LettingWeb, Gumtree ou Holidays Lettings. Normalmente as pessoas que alugam aptos na cidade utilizam esses sites, claro que como eu nunca usei, não posso garantir que tudo vai ser 100%, mas fica a dica!

Se o interesse for em alugar um quarto em um hostel, os melhores sites pra procurar alguma coisa são o do Hostel Bookers, o Hostel World e Hostels.

Sobre morar em casa de família, todo o processo é feito junto a escola de inglês. O procedimento adotado pela escola é o seguinte: eles enviam um arquivo por email, a gente define as escolhas de acordo com o nosso perfil e ainda é possível fazer algumas observações por escrito sobre determinados pontos. A família que mais combina com o perfil do estudante é selecionada e pra quem tiver interesse, é possível ter contato com essa família antes mesmo de chegar em Edimburgo (através do skipe ou email).

Já as residências estudantis podem ser encontradas também através das escolas de inglês. Algumas oferecem essa opção, mas não são todas. É sempre bom verificar isso direitinho. No caso da escola de inglês que eu escolhi, eles trabalham diretamente com uma residencia estudantil chamada Residence McDonald Road (quem tiver interesse é só me deixar um recadinho aqui no post que eu posso enviar um arquivo em .pdf com todas as informações sobre esse lugar). Ainda existem outras residências estudantis que trabalham em parceria com escolas de inglês ou de forma independente. Dois sites excelentes pra procurar sobre isso são: Edinburgh Student Pad que oferece a opção de procuras mais direcionadas ou ainda o UNITE Student Accommodation, com 5 opções de residências estudantis em Edimburgo (mas também tem residencias estudantis em outras cidades, tanto na Inglaterra ou na Escócia). Ou ainda, quem tiver interesse, pode ficar na mesma residencia que eu morei em Edimburgo. Recomendo muito! E o próximo post vai ser justamente sobre  o meu flat. Então, é só esperar!

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Cinco museus imperdíveis em Edimburgo

A maioria das pessoas que visitam Edimburgo sempre tem em mente conhecer o Castelo de Edimburgo, subir o Calton Hill e escalar o Arthur’s Seat e acabam deixando os museus de lado. Então eu resolvi escrever esse post pra mostar um pouco o que os cinco principais museus da cidade tem a oferecer. E na minha modesta opinião, merecem sim uma visita.

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(clique na imagem para ampliar o mapa)

Museu Nacional da Escócia – National Museum of Scotland (A) é o museu mais importante da Escócia. Ele é formado por dois prédios, um de arquitetura mais moderna (que fica na esquina), o Museu da Escócia e o de arquitetura mais antiga, o Museu Real. Ambos ficam lado a lado e são totalmente interligados internamente. O grande destaque o Museu da Escócia fica por conta das exibições que falam um pouco da cultura e da história do país, que vai desde os Reis Escoceses até o whisky. Já o Museu Real tem uma acervo bem diversificado, mostra desde as diferentes culturas ao redor do mundo, até a evolução de alguns equipamentos tecnologicos e curiosidades sobre a vida animal. O estilo victoriano interno desse edificio é um dos seus principais destaques, além do clone da Ovelha Dolly.

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Ele está localizado na Chambers Street esquina com a George IV Bridge, bem próximo ao Elephant House. Abre todos os dias das 10:00 as 17:00. A entrada é gratuita.

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Galeria Nacional da Escócia – National Gallery of Scotland (B) pode-se dizer que é uma continuação da Galeria Nacional de Londres. Elas tem o mesmo estilo interno e em seu acervo, além de pintores conhecidos mundialmente como Botticelli, Rembrandt, Raphael, Gauguin, Van Gogh, Velázquez, entre outros, também exibem obras dos pintores mais famosos da Escócia, como Robert Burns e o meu preferido, Henry Raeburn. Ah, não dá pra deixar de ver a exposição de alguns desenhos originais de Leonardo da Vinci. Como o museu tem apenas dois andares, a visita é bem rapidinha. Em uma hora dá pra ver tudo tranquilamente.

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A Galeria Nacional está localizada no The Mound, uma parte que separa o Princes Street Gardens em dois. Abre todos os dias das 10:00 as 17:00 (as quintas até as 19:00). A entrada também é gratuita.

Academia Real Escocesa – Royal Scottish Academy (C) destaca obras do periodo contemporâneo da Escócia. O museu é uma instituição independente, mas procura sempre destacar a cultura escocesa e britânica em geral. Normalmente as exposições são bem interessantes.

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Fica no The Mound, no prédio em frente a Galeria Nacional, na Princes Street. Abre todos os dias das 10:00 as 17:00, mas nos domingos abre ao meio-dia. A maioria das exibições especiais são pagas e apenas algumas delas são gratuitas.

Galeria Nacional Escocesa de Retratos – Scottish National Portrait Gallery (D) reabriu suas portas em 2011, depois de um longo periodo de reformas. Felizmente eu ainda estava em Edimburgo e pude conhecer. É mais um museu dedicado a artistas e inventores escoceses, claro. Em exibição estão além de obras e esculturas de artistas escoceses, podemos ver um andar totalmente voltado as descobertas e invensões feitas por escoceses, como o telefone, a televisão, o raio-x, a penicilina, entre outros. Além disso, no ultimo andar estão os retratos de algumas personalidades escocesas como Mary, Queen of Scots, William Wallace, Robert, the Bruce, entre outros. A parte dedicada ao pintor escoces George Jamesone também vale a pena conhecer, pois ele é considerado o primeiro e mais famoso pintor escoces de retratos. Ah, os retratos de homens usando kilt também é imperdível!

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Está localizada na Queen Street, na mesma altura da St Andrew Square e da Bus Station de Edimburgo. Abre todos os dias das 10:00 as 17:00 e as quintas feiras até as 19:00. A entrada é gratuita.

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Galeria Nacional Escocesa de Arte Moderna e a Galeria Dean – Scottish National Gallery of Modern Art e a Dean Gallery (E) essas duas galerias são totalmente voltadas para as obras de pintores arte moderna, mas cada uma tem um foco diferente. Enquanto a Galeria Nacional Escocesa de Arte Moderna apresenta obras de pintores mundialmente conhecidos como Miró, Dalí, entre outros, a Dean Gallery é voltada para pintores de arte moderna escoceses e britânicos, como Cadell, Raeburn, entre outros. Claro que quem vai até lá, deve reservar um tempinho extra pra conhecer os jardins das galerias, que além da sua “arquitetura”, existem muitas estátuas e obras de arte moderna espalhados por lá. O jardim é um espetáculo!

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Essas duas galerias ficam mais afastadas do centro da cidade, na Belford Road. Mas também não é tão longe assim, dá pra ir caminhando tranquilamente. O trajeto partindo da Princes Street leva mais ou menos uns 15 minutos. Quem não quiser ir caminhando, existe um ônibus, o Gallery Bus, que é gratuito e sai de hora em hora da Galeria Nacional, no The Mound, ou ainda, dá pra pegar o ônibus número 13. Abrem todos os dias das 10:00 as 17:00. A entrada em ambas é gratuita.

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Os principais museus de Edimburgo, como deu pra perceber, são todos gratuitos e com certeza valem muito a pena conhecer!

Onde guardar as malas em estações de trem ou aeroportos na Escócia e no UK

Quem nunca se preocupou em onde deixar as malas seja no aeroporto ou até mesmo em uma estação de trem durante uma viagem? Independente do motivo, a grande maioria das estações e aeroportos do Reino Unido oferecem um lugar pra deixar as nossas malas.

No Reino Unido, a coisa é bem organizada e praticamente todos os principais aeroportos e estações de trem oferecem essa opção aos viajantes.

Aeroporto de Heathrow - Terminal 5

Aeroporto de Heathrow – Terminal 5

A única vez que precisei utilizar esse serviço foi quando voltei da Escócia pra renovar meu visto e tive que trazer as minhas 3 malas. Só que pra complicar um pouco mais a minha vida, antes de vir embora eu resolvi fazer um “mochilão” por Londres, Bruxelas, Luxemburgo, Colônia na Alemanha, Polônia e Espanha. Por sorte eu resolvi começar essa viagem em Londres e terminar ali também. Isso facilitou muuuito a minha vida, já que foi muito simples achar uma solução pra esse meu “problema”.

O meu voo de Edimburgo teve que ter destino final o aeroporto de Heathrow, já que o voo pro Brasil partia de lá também. Como voei British Airways, não precisei me preocupar com os terminais, pq o terminal 5 é exclusivo dessa cia aérea. Deixei minhas malas lá e quando meu mochilão terminou, passei lá recolhi minhas malas e subi fazer o check-in. Moleza!!

As duas malas maiores eu deixei no Left Luggage

As duas malas maiores eu deixei no Left Luggage

E como eu descobri a existencia dessa empresa? Vasculhando o site do aeroporto de Heathrow, claro. Ai foi só ler tudo e me certificar via email (eles respondem bem rápido) uma duvida que tinha, procurei algumas experiencias em blogs de viagem e não precisei mais me preocupar com isso.

Então, antes de qualquer coisa, no Reino Unido esse serviço de “guarda-volumes” é chamado de “Left Luggage”. O esquema é tão organizado, que existe uma empresa privada, a Excess Baggage Company, que é responsável por controlar quase todos os guarda-volumes no país.

Principal estação de trem de Edimburgo - Waverley Station

Principal estação de trem de Edimburgo – Waverley Station

A forma como essa empresa trabalha é bem simples:

– antes de qualquer coisa, eu aconselho a entrar no site e já verificar se a estação de trem ou aeroporto de destino oferece esse serviço;

– os preços também podem ser pesquisados no site, sendo assim, evita surpresas na hora;

– ao chegar em qualquer loja da Excess Baggage (que vai ser identificada por Left Luggage na fachada), vai ser necessário preencher um pequeno cadastro (importante ter o passaporte em mãos);

– as malas vão passar pelo raio-x (claro) e também são etiquetada. Como eu disse antes, eu tava voltando da Escócia para o Brasil pra renovar o visto e em uma das minhas malas tinham duas garrafas de whisky. O atendente pediu se eu tava levando algum liquido na bagagem e pediu o que era e se estava lacrado. Por sorte, tava tudo lacrado, embalado em papel bolha e dentro de caixa. Então acho que por isso ele não implicou.

– eles pedem se a gente quer passar aqueles plasticos de segurança (bag wrap) ao redor da mala, mas não achei necessidade. Mas coloquei cadeado em todos os zipers, claro.

– o local onde as malas vão ser armazenadas é totalmente vigiado 24 horas por dia e tudo é gravado.

– o valor das diárias são pagas somente na hora da retirada. Então é dado um recibo com os numeros de identificações das malas. Só isso que recebemos. Importante: guarde bem esse recibo, pq sem ele não tem como tirar a mala e ainda vai ser cobrado multa e vai ser preciso se explicar e mostrar milhões de documentos.

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Até aqui parece tudo uma maravilha, certo? Realmente é, mas como tudo na vida, algumas regrinhas precisam ser seguidas.

– esse serviço não fica aberto 24 horas por dia. Cada lugar tem um horário, mas geralmente fica assim: abre todos os dias da semana, das 05:30 as 23:00.

– o valor para cada mala vai ser (valor de hoje) de 9,00 libras a cada 24 horas, mas algumas lojas também oferecem opções para quem deixar menos tempo, como por exemplo de 0 a 4 horas o valor é de 5,00 libras e mais de 4 horas tem o mesmo valor de como se fosse deixar o dia todo, 9,00 libras;

– o pagamento pode ser feito tanto com cartão de crédito ou em dinheiro.

Estação de trem de Edimburgo - Waverley Station

Estação de trem de Edimburgo – Waverley Station

Na Escócia, esse serviço só é oferecido em Edimburgo na estação de trem de “Waverley” e em Glasgow na estação de trem “Glasgow Central”.

E na Inglaterra esse serviço é oferecido nos aeroportos de Heathrow e Gatwick e em algumas estações de trem. Também existem lojas em Birmingham, Leeds, Liverpool e Manchester.

Para maiores informações, é só consultar diretamente no site => Left Baggage. No canto inferior direito, é só selecionar a cidade e o valor pra cada aeroporto/estação de trem aparece logo abaixo no quadradinho azul. Simples, né?

A minha opinião sobre o serviço: na época o valor era um pouco mais baixo, mas tbm não muito, eu deixei minha mala por 15 dias guardada no aeroporto de Heathrow – Terminal 5. O atendimento foi ótimo. O rapaz me explicou tudo na maior boa vontade, na hora do raio-x ele me fez as perguntas necessárias (ele me explicou que eles não podem abrir nenhuma mala sem a presença do cliente), me deu o recibo e pronto. Quando voltei pra retirar minhas malas, apresentei o recibo e paguei. Minhas malas estavam em perfeito estado, não estavam amassadas, nem sujas e os cadeados estavam intactos, ou seja, tudo dentro dos conformes. Mas mesmo assim, com a paranoia de brasileiro, fui ao banheiro e abri as minhas malas pra ver se as coisas principais estavam ali e tava tudo certinho. As garrafas de whisky também não sofreram nenhum dano. Claro que não deixei nenhum equipamento eletronico (notebook, maquinas fotograficas e tal), isso eu tive que levar comigo durante o mochilão. Serviço nota 10, vale o dinheiro gasto com toda a certeza.

O Left Luggage do aeroporto de Edimburgo fica nessa região

O Left Luggage do aeroporto de Edimburgo fica nessa região

Mas e o restante do país, não tem opção de guarda volumes? Tem sim!

O aeroporto de Edimburgo também conta com o serviço de Left Luggage, porem não é operado por essa empresa. O Left Luggage fica no primeiro andar, perto do desembarque domestico (Uk Arrivals) e funciona das 06:00 as 22:00. Atualmente os valores são:

– até 24 horas: 7,50 libras/mala;

– a cada 24 horas a mais também é cobrado 7,50 libras/mala;

– se for guardar equipamento de ski, bolsas de golf ou qualquer outra coisa muito gigante, o valor é de 10,00 libras/dia/objeto.

Então, como nunca usei o guarda-volume do aeroporto de Edimburgo, não sei dizer como é o serviço. Imagino que deve ser bom.

Estação de ônibus de Edimburgo (Edinburgh Bus Station) também oferece esse serviço, porém eu nunca utilizei. A localização dentro da estação é muito boa, fica no corredor principal, bem em frente aos portões de embarque. O serviço está disponível das 04:45 as 01:15. Malas pequenas, médias e grandes pagam até 3 horas 3,00, 3,50, 4,00 libras e até 24 horas o valor cobrado é de 7,00, 8,00, 9,00 libras/mala respectivamente.

Pra liberar os guarda-volumes são aceitos moedas apenas e não precisa se preocupar, tem uma máquina que troca dinheiro por moedas. As malas não passam por raio-x, pois é um locker simples que a própria prefeitura de Edimburgo oferece.

Estação de trem de St Pancras, em Londres também tem um Left Luggage

Estação de trem de St Pancras, em Londres também tem um Left Luggage

Em Londres, ainda há opção de left luggage nos aeroportos de Luton, Stansted e City, só que não é operado pela Excess Baggage. E também existem outras opções de guarda-volumes em mais algumas estações de trem na cidade, para maiores informações é só clicar aqui. E pra quem for se deslocar de ônibus partindo de Londres para Edimburgo, os ônibus sempre partem da Victoria Bus Station, que fica junto a Victoria Station (por onde também passa a linha de metro), para maiores detalhes é só clicar aqui.

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Passo a passo pra comprar uma passagem de trem entre Londres e Edimburgo

De uns tempos pra cá eu venho recebendo alguns emails ou perguntas aqui no blog com dúvidas relacionadas a compra de uma passagem de trem entre Londres – Edimburgo.

Uns meses atrás eu escrevi um post explicando sobre alguns pontos importantes que devem ser levados em consideração na hora de comprar uma passagem pra viajar tanto pela Escócia como pelo norte da Inglaterra (mas esse post pode servir de modelo pra viagens de trem por todo o Reino Unido), como por exemplo: as estações de trem de Edimburgo, quais tipo de passagens existem e como e onde comprá-las, as principais diferenças entre a primeira e segunda classe, as distâncias entre algumas cidades e quais as empresas que fazem determinado trajeto.

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Nesse post eu vou fazer direitinho um passo a passo com imagens do site pra ajudar as pessoas que ainda tem alguma dúvida a respeito de como comprar a passagem, como escolher o melhor assento no trem e como escolher como será feita a retirada do bilhete. Então, vamos lá?

A empresa que eu utilizei pra fazer o trajeto entre Londres – Edimburgo foi a East Coast, mas existem outras empresas que fazem esse mesmo trajeto como a  Cross Country (trem direto) e a Virgin Trains (com uma conexão).

Obs.: no lado direito da tela, no “Book now for travel” já diz até qual dia a passagem pode ser comprada, que geralmente é com até 90 dias de antecedência.

** Selecionando o trajeto, data e horários **

No exemplo que eu escolhi, ficou definido que o trecho vai partir (from) London para (to) Edinburgh, ida e volta, para um adulto, mostrando tanto as opções disponíveis na primeira e na segunda classe.

Primeira coisa que é preciso definir é como vai ser o trajeto: One Way (só de ida) ou Return (ida e volta).

Ao escolher qual vão ser os destinos, tanto no caso de Londres como no de Edimburgo, que apresentam inumeras opções, é melhor escolher a primeira opção que aparece, sem definir nenhuma estação, a não ser que já se tenha conhecimento de forma antecipada que é melhor partir ou ir desde uma determinada estação.

No Outward Journey (que corresponde ao trajeto de ida), é preciso escolher qual o mês e data a viagem vai ser feita. Também é bom definir a partir de que horas é conveninente o site mostrar as opções de trem para esse trajeto. No exemplo, o que eu escolhi foi: Ida no dia 18 de agosto, partindo de Londres depois das 07:00 da manhã.

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No Return Journey (que corresponde ao trajeto de volta), eu fiz a mesma coisa que no passo anterior, somente coloquei a volta para o dia 22 de agosto e para aparecer opções de trem partindo de Edimburgo depois das 13:00. Obs.: Quem não quiser definir a data de volta da viagem, pode selecionar o Open Returns (returns anytime), mas com certeza o preço vai ser beeem mais caro no caso desse trajeto.

Selecionar quantos adutos e crianças vão viajar. Quem tiver o Railcard, é só selecionar a opção (o que não vai ser o caso de quem for ao Reino Unido a turismo). Quem optar por viajar em grupo (com mais de 10 pessoas), deve clicar em group travel, que ali vão aparecer os contatos para que seja emitidas as passagens para grupos.

Ultimo passo é selecionar as opções para que o site mostre os trens disponiveis na standard class (segunda classe), first class (primeira classe) e trains with no changes (para quem quiser apenas as opções de trens direto).

** Escolhendo a opção de trajeto que mais agradou **

Na próxima tela vão aparecer as opções de preços indicadas através do preço, da classe (1st ou standard) ou ainda pelo tipo de bilhete (single ou return).

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Quem estiver certo que vai querer viajar de segunda classe, pode selecionar diretamente a opção que tiver o menor valor (nesse caso, o valor é de 62,85 libras) tanto na ida quanto no trecho da volta.

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Quem optar por ir de 1st class, pode selecionar sem muita enrolação a opção que indica de 47,50 libras to 147,50 libras/first/single na ida e na volta a opção de 47,50 libras to 215,00 libras/first/single.

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A seguir vão carregar todas as opções de horários em que essas tarifas estiverem disponiveis, ai é só selecionar o horário que mais agradou tanto no trecho de ida quanto no trecho da volta e clicar em “Buy Now”.

** Preferências de assentos **

Essa é uma dar partes que mais geram duvidas durante o processo de compra da passagem de trem pela interent. No caso dessa empresa, temos duas opções iniciais:

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– Yes, I want to reserve a seat (clique nessa opção se quiser reservar assento);

– No, I don’t want to reserve a seat (clique nessa opção se não quiser reservar assento);

Quem optar por reservar o assento, pode escolher também pra qual trecho a reserva vai ser feita:

– for outward journey (trajeto de ida)

– for return jouney (trajeto de volta)

Obs. 1: ambas as opções podem ser selecionadas, claro.

Obs. 2: tem pessoas que não se importam em reservar assentos, eu aconselho que os assentos em ambos os trechos sejam reservados. Não há nenhum custo a mais por isso e é uma tranquilidade sem tamanho chegar na estação e não ter que se preocupar em sair correndo pra pegar um bom lugar.

Após selecionar que quer reservar os assentos para ambos os trajetos, vão aparecer ainda outras opções para escolha:

– Preferred Seat (escolha sobre o assento):

Facing Backwards (vai no sentido contrario ao que o trem vai se deslocar) ou Facing Forwards (vai no mesmo sentido que o trem)

Position Aisle (pra quem prefere ir no corredor) ou Window (pra quem não abre mão de ir na janela).

Seat Type Individual (esse só está disponivel pra quem for de 1st class, pois são os assentos sozinhos) ou Table (vai ter uma mesa em frente ao assento).

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– Preferred coach (escolha sobre o vagão):

No preference (eles vão sugerir muito provavelmente o vagão que já estiver quase sendo completado, ou seja, o que estiver mais lotado).

Quiet Coach (vagão silencioso, acho que só existe 1 vagão nessa “configuração”).

** Verificar quais são os assentos que foram pré-indicados pela East Coast e se será necessário alterar esse assento **

Quem tiver curiosidade em saber quais foram os assentos pré selecionados pela East Coast (a melhor opção disponivel é reservada nessa hora), pode conferir clicando na coluna no lado direito em “View your seat”.

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A próxima tela que vai aparecer será um esboço do vagão pre-definido com o assento pre determinado selecionado. Se gostar da opção indicada, ok, não é necessário fazer nada. Agora se quiser alterar a escolha, é só selecionar outra opção disponível e clicar em “change seat”.

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Obs.: uma dica legal é relacionada a escolher uma poltrona que fique perto do local destinado a guardar as malas. Não que alguém vá roubar as malas (nunca vi isso acontecer), mas só por precaução e pra ficar de olho.

** Difinindo a necessidade de carregar bicicleta, voucher de alimentação e wi-fi abordo **

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– Bicycle reservation: pra quem for carregar bicicleta durante esse trajeto. A regra diz que só pode ser feito a reserva do espaço pra bicicleta quem reservar assento no trem.

– Additional options: oferece a opção de comprar vouchers de alimentação que podem ser usados tanto no vagão restaurante quanto nos carrinhos que passam pelo vagão. A escolha do voucher pode ser por trecho (outward – ida ou return – na volta). Essa opção vai aparecer somente pra quem for viajar de segunda classe. Quem optar por viajar de 1st class não precisará de voucher, pois os lanches servidos já estão incluidos no valor da passagem, ou seja, são gratuitos.

– Wi-fi Voucher: vai aparecer essa opção pra quem optar por viajar em segunda classe, pois o acesso a internet não está incluido no valor da passagem. Pode ser selecionado apenas 1 voucher (pra ser usando tanto na ida ou na volta) ou pode ser selecionado a opção de 2 vouchers (para serem usados respectivamente na ida e na volta). Quem optar por viajar na 1st class não precisa se preocupar com isso, pois a internet wi-fi já está incluida no valor to bilhete.

Obs.: como o trajeto é longo, ter acesso a internet pode ser uma boa idéia. A conexão funciona super bem, eu testei.

** As opções pra retirar o ticket **

Existem 3 opções para retirar a passagem:

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– Ticket on departure at the station: geralmente já vem selecionada a estação de onde o trem vai partir. Se vc for turista, pode deixar essa opção mesmo selecionada. Agora se for morar no UK, pode alterar essa estação pra que mais for conveniente. Optando por esse tipo, será necessário ter em mãos o cartão de crédito utilizado pra fazer a compra e o “booking reference” que vai ser enviado no voucher no email de confirmação da compra da passagem. O ticket pode ser retirado tanto nas máquinas como nos guiches de atendimento. Essa é a unica opção que é gratuita.

– First Class Post, só está disponivel pra quem mora no UK. Eles enviam as passagens pro endereço que foi cadastrado e é cobrado um valor de 1,00 libra por esse serviço.

– Special Delivery: só está disponivel para quem mora no UK também. Eles enviam as passagem pro endereço cadastrado quando a passagem for comprada até as 17:00. E a entrega é feita rapidamente até as 13:00 do dia seguinte.

** Cadastro no site da East Coast pra efetuar a compra das passagens **

Sim, é necessário se cadastrar pra conseguir terminar de efetuar a compra das passagens.

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Aqui tem uma “pegadinha”. Quem tiver apenas endereço do Brasil, deve se cadastrar clicando em “enter international address”. Ai é só preencher o que for solicitado e clicar em “Return to address lookup”.

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Obs.: Não selecionar a opção “remember this address”, a não ser que for comprar mais passagens nos próximos dias.

** Formas de pagamento **

A unica opção de pagamento disponivel é através do cartão de crédito. Então é só selecionar a bandeira do cartão de crédito escolhido e preencher os dados solicitados.

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As passagens de trem no UK não podem ser parceladas. Então na próxima fatura vai vir o valor total da compra.

Quem não quiser deixar gravado o cartão pra futuras compras, é só não selecionar a opção “remember this card”.

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E pra terminar a compra das passagens, é só concordar com os termos e condições da empresa e clicar em “Buy now”. Simples, não?

** Observações importantes **

Obs. 1: O tempo de viagem entre Londres e Edimburgo tem duração de 4 horas e 20 minutos quando o trajeto for com trem direto.

Obs. 2: Para comprar a passagem de trem pela internet é necessário ter um cartão de crédito internacional, claro.

Obs. 3: Esse post foi escrito apenas com a intenção de ajudar e não fazer propaganda de uma determinada empresa. Eu também tive a oportunidade de andar nos trens da CrossCountry, mas não foi nesse trecho, por isso optei por usar como exemplo para escrever esse post o site da empresa East Coast.

** Para ver as “fotos” em melhor resolução e maior, é só clicar na “foto” em questão **

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(Só) Tem na Escócia!

Hoje em dia existem muitas pessoas que priorizam conhecer outras coisas durante uma viagem além das principais atrações turísticas, como por exemplo, ter experiências das mais diversas possíveis, seja na gastronomia, participar de um festival, conhecer algo típico que aparentemente “só” existe naquele país e por ai vai.

Nesse tempo todo que passei em Edimburgo, eu pude observar, experimentar e ver coisas que são consideradas típicamente escocesas e/ou britânicas. Claro que com o processo de globalização intensificado, muitas coisas perderam um pouco a identidade, pois já podem ser encontradas (ou são reproduzidas) em praticamente todos os cantos do mundo. Mas tem coisas que só vão ter graça se forem vistas, provadas e vivenciadas no país de origem. Ainda bem!

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→ Look Left / Look Right / Look Both Ways

Quem nunca fotografou as ruas de Londres, Edimburgo ou qualquer outra cidade britânica? A primeira vez que eu vi esses indicativos no chão pensei: “que gente doida”.. mas depois de ser quase atropelada umas 15 vezes na primeira vez que estive no Reino Unido, entendi o pq da existência dessa “ajudinha”.. Sem isso, acho que metade da população mundial que fosse ao Reino Unido voltaria pra casa com uma perna quebrada (ou pelo menos iria conhecer um hospital)!

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→ Gaita de Fole (Bagpipes) e os Kilts

As primeiras coisas que vem a cabeça quando pensamos em Escócia são: Kilt e Gaita de Fole (Whisky tbm!), né?! Então, ao andar por Edimburgo, vai ser bem fácil encontrar pessoas (autenticos escoceses ou não) vestidos a rigor e tocando bagpipes.

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Já adianto que ao lado da Waverley Station, perto da St Giles Cathedral e no The Mound são os lugares preferidos desse pessoal pra se apresentar, divertir os turistas e pq não, ganhar uns pounds também.

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Toda vez que eu escuto uma gaita de fole de longe eu procuro saber de onde o som está vindo e vou até lá, pelo menos pra tirar uma fotinho e quase sempre (se merecer) eu deixo umas moedinhas, pq tem que ter folego pra tocar a tal da gaita de fole, viu?!?!

→ Os clãs escoceses

Toda família escocesa que se preze tem o seu tartan oficial e consequentemente formam um clã. O clã “nada mais é do que” uma forma de identificar um grupo ou uma familia tipicamente escocesa. Em várias lojas de souvenirs é possível comprar um livrinho (que na capa está estampado o tartan referente a cada clã) que conta a história dos principais clãs escoceses.

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Até no aeroporto..

Até no aeroporto..

Quem quiser saber mais sobre o assunto, eu já escrevi um post sobre isso, que pode ser conferido aqui: Um pouco de cultura escocesa: Clãs, Tartans e Kilts (e mais o Tartan Weaving Mill).

→ OS Kiltmakers

São lojas especializadas em fazer os trajes tipicamente escoces. Eles, além de fazerem os kilts, também vendem todos os acessórios necessários para compor um traje oficial do país. A grande maioria dessas lojas ficam na Royal Mile, perto da North Bridge, mas claro que existem outras espalhadas por Edimburgo e em várias outras cidades/vilarejos do país.

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Um kilt com um “ótimo corte” e bem alinhado pode custar pelo menos 800,00 libras, mas pra quem quiser trazer um de lembrança, as lojinhas de souvenirs vendem também e o preço é bem mais acessível.

→ Whisky Shop e o Whisky Escocês

Whisky e consequentemente as Whisky Shops são duas coisas que existem em todos os cantos do país, seja na capital ou num pequeno vilarejo perdido no meio das Hebrides. Os escocês tem o maior orgulho do seu produto principal e valorizam isso como ninguém.

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Em Edimburgo existem centenas de lojinhas espalhadas pela cidade, além dos pubs “especialistas” em whisky. Com certeza vale a pena conferir!

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Os últimos whiskies que eu trouxe pro meu pai

Os últimos whiskies que eu trouxe pro meu pai

Pra quem se interessar pelo assunto, uns meses atrás eu escrevi um post sobre o assunto, Tudo sobre Scotch Whisky, o Uisque Escocês.

→ Irn Bru

Quando comecei a organizar a primeira viagem que fizemos ao Reino Unido (que incluiu a Escócia também) li sobre a existência do Irn Bru. Pra quem não sabe, o Irn Bru é um refrigerante, o mais popular da Escócia. Apesar dele ter a cor laranja, não significa que o gosto seja parecido com a Fanta, mas também não saberia descrever com o que ele se parece exatamente. Mas uma coisa eu posso garantir, é bom!

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→ 80 Shilling

É um tipo de cerveja escocesa fábricado pela Belhaven e que pode ser encontrado tanto na Escócia como em vários outros lugares pelo Reino Unido. Apesar de ser uma cerveja escura, ela não é tão forte e tem um gosto bem agradável.

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→ Pimm’s e Gim com Tônica

E já que estamos falando de bebidas (alcoolicas), apesar dessas duas não serem “exclusivamente” escocesas, elas fazem bastante sucesso em Edimburgo e na Escócia em geral também. São duas bebidas que combinam perfeitamente com um happy hour em um dos milhões de pubs que existem no país.

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→ Haggis e Salmão

Sem duvida esses são os pratos típicos mais populares da Escócia. Quem nunca sonhou em ir à Escócia e comer um autentico salmão escocês? Nesse tempo todo que morei em Edimburgo eu aproveite pra comer salmão como se o mundo fosse acabar amanhã. Comi salão grelhado, salmão (cru) defumado, sopa de salmão, enfim, o que tivesse salmão lá estava eu provando.

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Já o Haggis eu demorei um pouco pra tomar coragem em experimentar, principalmente depois que eu li do que ele é feito. Claro que se o prato for bem feito, ninguém vai ficar com nojo de comer e por ser um prato meio apimentado (ou é o tempero que é muito forte?) a gente até que nem estranha.

→ Oatcakes

Ahhhh, essas bolachinhas foram amor a primeira vista! Desde que eu descobri a existência delas, não teve uma única semana que eu não comprasse. Existem pessoas que acham ela totalmente sem graça e sem gosto, mas eu gostei e recomendo. Ela pode ser encontrada em qualquer Tesco (rede de supermercado) que existem aos montes por toda a Escócia (e Reino Unido, apesar de que eu não lembro de ter visto essas bolachinhas nos mercados em Londres).

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→ A Flor da Escócia, o Thistle

Quem já leu mais do que meia página sobre a Escócia em qualquer guia de turismo ou site da wikipédia já reparou que sempre vai aparecer a foto de uma florzinha rosa. Pois então, eu aproveito a oportunidade pra apresetá-la, se trata do Thistle, mais conhecida por “A Flor da Escócia”. Mas eu tenho uma boa e uma má notícia sobre esse assunto: ela pode ser vista em diversos parques em várias cidades da Escócia, mas somente durante o verão.

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Em Edimburgo, durante o verão, é possível ver diversas “Flores da Escócia” no Princes Street Gardens, o parque que fica bem no meio da cidade, entre a New Town e a Old Town.

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Como curiosidade, a Escócia tem um hino não oficial chamado “The Flower of Scotland”, quem tiver curiosidade, tem um video que fiz durante o jogo de futebol que assisti em Glasgow, entre as seleções da Escócia e da Espanha, pela Euro 2012. Esse hino sempre é cantado em substituição ao “God Save the Queen”, o hino ofical do Reino Unido. Os escoceses são rebeldes! Pra assistir ao video é só clicar aqui (o video tá no final desse post).

→ Cashmere

Até eu chegar em Edimburgo, eu nem sabia que o país era famoso também pelo cashmere. Só na extensão da Royal Mile existem vááárias lojas que vendem tudo o que se possa imaginar de produtos feitos de cashmere. Nesse tempo todo que morei lá, consegui comprar algumas coisinhas como cachecóis e blusas feitas 100% de cashmere e o melhor de tudo?!?! Teve coisas que comprei a preço de banana, pq a alta temporada de vendas tinham acabado e ai vieram as promoções e eu me esbaldei!

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Existem lojas “mais elitizadas” e “lojas estilo outlet” na própria Royal Mile que vendem roupas de puro cashmere. Vale a pena dar uma olhada!

Mas o meu sonho de consumo eu ainda não realizei, que é comprar uma manta feita totalmente de cashmere, mas um dia eu ainda chego lá!

→ Árvore enfeitada com rolhas de whisky

Sim! Qual não foi a minha surpresa ao chegar no aeroporto de Edimburgo no final de novembro de 2010 pra pegar um voo pra Amsterdam e ver uma árvore de Natal totalmente enfeitada com rolhas de whisky? Achei a idéia genial e super criativa!

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→ Hotel Missoni Edinburgh

Edimburgo foi a primeira cidade do mundo a receber um Hotel Missoni e isso aconteceu ainda em 2009. O hotel, mesmo sendo “classificado” como 5 estrelas tem tarifas com preços dentro da normalidade. Ano passado quando voltei a Edimburgo pra passar meu aniver, me hospedei lá! Queria ver como era ficar hospedada na Old Town de Edimburgo. Quem quiser ver o post que escrevi sobre o hotel, é só clicar aqui.

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→ A ovelha Dolly

Sabiam que a ovelha Dolly foi clonada na Escócia? Sim, ela é escocesa! E agora é possível ve-la no Museu Nacional da Escócia!

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→ Fila indiana pra tudo, pra tudo mesmo

Sabe aquele costume que brasileiro tem de chegar e ir se amontoando pra entrar em algum lugar ou no transporte público? Pois bem, isso não existe na Escócia e pasmem.. os escoceses ainda fazem fila indiana pra tudo! Experimenta chegar num grupinho e ir se achegando e querendo furar pra fila pra ver o que te acontece! Principalmente se tiverem pessoas mais velhas por volta, elas vão mandar o espertinho pro final da fila! Já presenciei uma situação dessas e foi no minimo engraçada!

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→ Lewis Chessmen

Quando fui fazer meu intercâmbio na Escócia, soube que iria ter uma exposição especial de reinauguração do Museu Nacional da Escócia com as famosas pecinhas de xadrez que foram encontradas na ilha de Lewis, que fica na costa oeste da Escócia e fiquei super interessada em ir!

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Vai dizer que elas não são perfeitas? Fiquei impressionada!

→ As placas dos carros

Eu não sei se mais alguém reparou, mas em quase todos os lugares que visitei no Reino Unido (exceto a Escócia) as pessoas costumam ter na placa do seu carro o indicativo de que são do UK, mas na Escócia a coisa não é bem assim. Praticamente 90% dos carros tem essa placa aqui:

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→ A organização

Tudo bem, isso não é encontrado só na Escócia, mas sim em todo o Reino Unido. Claro que eles estão longe de serem 100% perfeitos, mas pra quem mora no Brasil e vê sempre a desordem, a burocracia e o jeitinho brasileiro pra tudo, é impossível não ficar admirado com a organização encontrada lá.

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Em Edimburgo mesmo, vi de perto isso. Por exemplo: as obras do tram! A cidade tava uma bagunça sem fim, os escoceses indignados com os gastos pra construir uma “redezinha” de tram que “só” iria ligar o aeroporto até o porto da cidade (tipo assim: vai atravessar a cidade toda, de ponta a ponta), mas mesmo assim a bagunça era organizada.

As explicações dos acessos as lojas da Princes Street estavam em placas a cada 10 passos e espalhadas por todas as partes, quando chegou a vez das rotas dos ônibus serem afetadas pelas obras, as rotas alternativas estavam sendo anunciadas em todos os pontos de ônibus da cidade como nos sites da Lothian Buses (empresa responsavel pelo transporte público de Edimburgo) e até a rota que faz especialmente o trajeto entre o aeroporto e o centro da cidade era atualizada constantemente com as mudanças de rota conforme as obras iam avançando. Isso sem falar em todas as placas que indicavam rotas alternativas para os carros se locomoverem pela cidade ou pegar a estrada que liga Edimburgo ao norte da Inglaterra ou ao norte e costa oeste da Escócia. Impossível não reparar isso, né?

→ Outros produtos

Pra quem gosta comprar souvenirs durante uma viagem (alô mãe!), na escócia existem diversas coisas legais pra trazer de recordação. Seja um imã de geladeira, um kilt, uma camiseta com alguma piada ou brincadeira relacionada aos escoceses, um ursinho de pelucia, uma bolsa com um I “heart” Scotland, uma caneca ou até mesmo um baralho com temas típicos do país, enfim, opções é o que não faltam!

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Acho que é isso… ou será que esqueci de alguma coisa?

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