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Peninsula de Bygdøy e Vigeland Park, em Oslo

O dia não amanheceu dos melhores, mas mesmo assim mantemos a nossa programação e fomos conhecer a peninsula de Bygdøy!

Para chegar até lá existem muitas opções, mas nos optamos por ir de ferry, que parte do pier convenientemente localizado em frente a Prefeitura de Oslo (o ferry só opera de março a outubro). O trajeto é bem rapidinho e em menos de 15 minutos estavamos desembarcando na peninsula.

Dá pra comprar o ticket no quiosque que fica no pier mesmo, e os barcos operam no esquema hop on – hop off, isso pq ao chegar na peninsula podemos optar por desembarcar em dois lugares diferentes.

Nos desembarcamos direto na parada Dronningen, mas pra falar bem a verdade, nem é necessário ficar esperando o ferry para ir de uma parada a outra. O lugar é super pequeno e tem muitas placas pelo caminho indicando para onde ficam os museus.

A peninsula de Bygdøy foi uma ótima opção de passeio… além de atravessar o Fiorde de Oslo, ainda fomos conhecer o alguns dos museus mais importantes da cidade, além de um Palácio Real.

Depois de desembarcar e olhar o mapa pra se localizar, caminhamos um pouquinho e logo chegamos na nossa primeira parada que foi …

O Museu Kon-Tiki, aqueeeeele que tem um moai na frente. O moai foi doado pelo Chile a Noruega como uma forma de manter o bom relacionamento entre os dois países. Além disso, estão em exibição no museu os barcos que foram utilizados pelo explorador noruegues Thor Heyerdahl durante duas travessias entre Polinésia, Ilha de Páscoa e Peru.

Atravessando a rua já vemos o Museu Fram onde está em exibição o famoso navio Fram, o original e está em perfeito estado de conservação, viu?!?! Ele foi usado na expedição que o comandante Amundsen fez até o Polo Sul em 1911. Amundsen acabou se tornando conhecido em todo mundo, pq foi o primeira pessoa a chegar tanto no Polo Norte como no Polo Sul.

Na peninsula também está localizao o Oscarshall, o palácio de verão da Família Real Norueguesa. O Palácio fica numa area com vista privilegiada, numa das partes mais altas da peninsula e tem uma arquitetura líndissima! O palácio ainda é usado pela familia real!

É possível visitar somente no verão e durante os finais de semana (durante a semana não abre). O palácio foi mandado ser construido pelo Rei Oscar I e tem um estilo um pouco diferente das demais construções da cidade, com estilo neo-gótico noruegues. Durante a visita é necessário usar uma botinha de pano enquanto caminhamos pelos varios salões, sala de jantar e os apartamentos reais.

Na volta para o centro de Oslo, conforme o ferry vai se aproximando do pier a vista da cidade fica mais bonita.. principalmente pq a Prefeitura de Oslo sempre aparece em primeiro plano!

Na praça em frente ao Nobel Peace Centre, pegamos o bondinho número 12 que nos levou até o Vigeland Park, o maior parque da cidade!

Então para que os visitantes não percam de ver nada durante a visita, os responsaveis pelo parque pensaram numa forma de falicitar a nossa vida e o dividiram em seis partes: a entrada (onde fica um pequeno museu e tem uma estátua em homenagem a Gustav Vigeland), a ponte, o parque das crianças, a fonte, o monólito (parece um obelisco) e a roda da vida.

O parque foi inteiramente projetado por Gustav Vigeland, assim como as mais de 200 estátuas feitas de bronze ou granito que estão espalhadas pelo lugar.

Ao longo da ponte que dá acesso ao Obelisco e ao restante do parque, estão muitas estátuas, todas feitas de bronze.

Mas o destaque com toda a certeza, e é praticamente impossivel não notar a muvuca por perto, fica por conta da Sinnataggen, a escultura do menininho com cara feia e muito bravo…

Uma outra parte que achei bem legal é o monólito com mais de 15 metros de altura, que parece um obelisco, onde foram esculpidas muitas pessoas peladas e todas entrelaçadas e tudo isso foi feito em um bloco unico de granito, o cara era realmente muito fera, não é?!?!?

E pra deixar o pessoal mais de queixo caido, ainda ao redor do obelisco estão mais algumas esculturas que foram feitas inpiradas nos acontecimentos do dia-a-dia.

E bem no “final” do parque fica a Roda da vida, uma escultura bem interessante onde as pessoas estão entrelaçadas… mostrando o ciclo da vida, desde o nascimento até a morte. Demais, adorei! Ah, o parque não abre as segundas-feiras.. =)

De volta ao centro da cidade, enquanto decidiamos o que comer, resolvemos visitar a Catedral de Oslo, que fica a poucos passos da Karl Johans Gate, dá pra ver a torre super alta de longe. É essa a Catedral usada pela Familia Real Noruega.

A gente resolveu jantar no burger king, mas depois de mais um tempo caminhando pela cidade, paramos numa das muuuitas lojinhas espalhadas pelo centro da cidade que vendem as famosas salsichas norueguesas. Um pouco apimentada pro meu gosto, mas muito boas!

Oslo

O nosso primeiro dia em Oslo começou cedo, como a maioria das atrações ainda não estavam abertas, seguimos caminhando pela Karl Johans Gate, que é a principal rua da cidade, uma espécie de Champs Élysées de Oslo. Em uma das suas extremidades fica a Estação Central de Trem e na outra, o Palácio Real.

A caminhada até o Palácio Real foi curta. Ele fica no alto de uma pequena colina e assim que nós chegamos lá pertinho, pra minha surpresa, assim como em Copenhagen, não tem grades cercando o lugar. Logicamente que os Guardas Reais estavam ali presentes para observar o movimento dos turistas e evitar que algum engraçadinho fosse mais além.

Durante o século 19, o Rei Karl Johans III da Noruega e Suécia mandou construir o palácio, como residencia alternativa para a realeza. Com a separação do Reino da Noruega da Suécia em 1905, o palácio passou a ser a residencia oficial da Familia Real Norueguesa. Quando o atual Rei Harald V resolveu reformar o palácio, que ainda guardava algumas marcas da época que os alemães ocuparam o lugar, foi fortemente criticado por causa dos enormes gastos com as obras. Nem tinha cabimento a monarquia do país viver num Palácio caindo aos pedaços, né?!?! O exterior do Palácio apesar de simples e sem nenhuma ostentação, na minha opinião, está muito bem cuidado!

Como era final de setembro, infelizmente os Apartamentos Reais não estavam mais abertos ao público, então só fomos caminhar pelos jardins do Palácio que ainda estavam abertos para visita.

O jardim não é muito grande não, mas em compesação estava impecavel, super bem cuidado mesmo. Ao caminhar pelos jardins, temos acesso a circular pela parte dos fundos do Palácio, ou seja, podemos dar a volta completa no Palácio e acompanhar a movimentação dos empregados reais.

Voltando a caminhar pela Karl Johans Gate, passamos pelo ao Parlamento Noruegues, com seu estilo super bonitinho e original. Gostei bastante da arquitetura exterior, dando até a impressão de ser um pequeno palácio.

Pelas ruas, muitas lojas de grife, bares, restaurantes e lojinhas de souvernirs. Engraçado como eles procuram manter muito viva e presente as lendas e histórias do país.

As calçadas da Karl Johans Gate são assim... Não tenho a menor idéia do que isso signifique, mas achei bem bonitinho!

Na frente de quase todas as lojinhas de souvenirs que passei tinha pelo menos um (as vezes mais) daqueles criaturas horriveis dos contos e crendices populares norueguesas e eu até paguei o mico e bati uma foto com os famosos trolls (que eu não vou colocar aqui no blog, lógico)…

Incrivel como a cidade é super bem organizada e muito bem planejada. Todas as principais atrações ficam bem perto uma das outras e caminhando até a beira do fiorde de Oslo, acabamos de achando a Operahuset, a Opera de Oslo.

A construção é incrível, toda feita de mármore branco, com janelões de vidro e ainda, sem falar da localização, a beira de um fiorde, com vista para toda a cidade. Adorei!

Por dentro, a decoração segue o mesmo estilo, bem moderno e com muita coisa madeira e detalhes em prata. Muito elegante, vale a visita, com certeza!

Não sei pq a maioria das pessoas acham o prédio da Prefeitura feio, eu achei super bonito!

Na volta, seguimos caminhando pela beira do fiorde, até chegar na Prefeitura de Oslo.

Impossível não reconhecer de cara o edificio, ele tem um estilo cubista que até distoa um pouco da paisagem e acaba chamando atenção por ser totalmente diferente das demais construções da cidade. É possível visitar e o melhor de tudo, a entrada é gratuita.

A Prefeitura de Oslo oferece todos os anos, no inicio do mês de dezembro, o banquete e a cerimonia de entrega do Prêmio Nobel da Paz. A premiação existe a mais de 1 século e além de ser muito tradicional, o evento segue a risca  a ideia do seu criador, Alfred Nobel, que era de dar destaque a pessoas que tivessem contribuido para a manutenção da paz no mundo.

E pra mostrar que a escolha e consequentemente a premiação é levada super a sério o premiado é escolhido por membros do Comite Nobel da Noruega e estes por sua vez, são nomeados pelo Parlamento do país. A entrega do prêmio foi pré-definida e sempre é feita pelo atual Primeiro-Ministro da Noruega.

E pra terminar as nossas visitas do dia, atravessamos a pracinha em frente a prefeitura e fomos conhecer também o Nobel Peace Centre. A entrada também é gratuita, e como não chegamos a tempo de pegar o ultimo tour em inglês, tivemos que visitar por conta própria.

No primeiro andar, estão em exibição quadros, paineis e obras voltadas as diferenças, os preconceitos, as guerras e as lutas para que a paz venha a existir em todo o mundo.

Também tem uma ala que conta um pouco sobre a premiação e tem em exibição a medalha que é entregue ao vencedor de cada ano.

No ano que a gente visitou, a exibição era uma homenagem ao ultimo ganhador, que era nada mais nada menos que Barack Obama, o atual presidente dos Estados Unidos.

Tem uma exibição permanente, bem interessante com todos os vencedores do Prêmio Nobel da Paz, desde a sua criação em 1901.

E ainda, pra terminar, vimos uma exposição fotografica sobre a importância de Nelson Mandela, uma dos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz em 1993,  e toda a sua luta em favor da paz, liberdade e democracia.

Como a Chay nunca tinha ido num bar de gelo, depois da janta resolvi acompanhar ela até lá, mas sabe que depois que a gente vai em um, os outros são iguaizinhos, mesmos procedimentos e pra falar bem a verdade, perde até um pouco a graça.

A decoração como sempre é diferente dos outros bares de gelo que tem espalhos pelo mundo. Mas esse de Oslo, era o mais simples de todos em que eu já tive a oportunidade de conhecer. O lugar também não é muito grande, mas estava lotado.

E junto ao Icebar, tem um barzinho bem legal, e que no dia em que fomos tava até movimentadinho, sentamos lá um pouco pra conversar e voltar a temperatura ambiente (a gente sai de la de dentro literalmente congelados, com o corpo tremendo mesmo, apesar das roupas de proteção oferecidas).

Chegando em Oslo

Primeira viagem sozinha, sai da Escócia numa sexta-feira a tarde em direção a Oslo. Eu tava com tudo super organizado, acredito que depois do final de semana que passei em Milão, essa foi a viagem que mais organizei.

Talvez por ter sido a primeira viagem, já sai do Brasil com tudo esquematizado, roteiro definido, hotel reservado e pra falar bem a verdade, de tão nervosa que tava com essa viagem, já sabia até o nome  e rua do hotel decor, de tantas vezes que tinha lido o meu arquivinho chamado “Oslo”. Parece exagero né, mas foi exatamente assim que aconteceu!

O voo da Norwegian tava no horário, e como Oslo tem uma hora a mais com relação ao horário do Reino Unido, acabei chegando um pouco mais de 23:00 horas lá (e isso eu não tinha me dado conta, até a aeromoça falar do horário local enquanto estavamos no avião ainda, logo depois do pouso).

Oslo é servida por dois aeroportos, e mesmo a cia aérea que voei sendo de baixo-custo, ela voa pro aeroporto principal do país, o Aeroporto Internacional de Oslo-Gardermoen (IATA: OSL).

Como eu só viajei com uma bagagem de mão, segui direto as plaquinhas de exit até sair da área de desembarque. Lá procurei o balão de informações pra ver se ainda era possível comprar e pegar o Flytoget, o trem que liga o aeroporto ao centro da cidade.

A moça me explicou que era só seguir as placas “Airport Express Train”, e lá no final do corredor estavam as máquinas self-service. Como era a primeira vez que ia comprar o ticket e eu não tinha ainda trocado os euros pelos NOK, pedi ajuda pra uma mulher que trabalhava ali. Ela me ajudou a comprar o ticket e a fazer o pagamento, inclusive me mostrou como era pra liberar a catraca para ter acesso ao trem e me explicou mais um monte de coisa que nem tinha pedido. Nem preciso dizer que adorei o atendimento, né?!? E para chegar na plataforma de onde partem os trens, tem que descer uma escada rolante, a estação de trem do aeroporto fica no subsolo!

Depois de esperar alguns poucos minutos, o trem chegou. Esse trem expresso que liga o Aeroporto diretamente a Estação central em Oslo parte a cada 10 minutos e os 47 km que separa o aeroporto do centro são percorridos em exatos 20 minutos.

Não sei se o trem era novíssimo ou o que, mas sei que ele parecia que tinha começado a funcionar no dia anterior, pq estava impecável, nada sujo, manchado ou com vidros lambusados ou pixados (como já vi em outros trens). Fiquei realmente bem impressionada!

No dia da volta, fui até a Estação Central de Oslo, e lá também é bem simples, é só seguir as placas “Airport Express Train”. Tem as maquinas self-service, dessa vez como tinha NOK sobrando e já sabia mexer na máquina, comprei meu ticket sozinha.

Bem ao lado já tem a plataforma de embarque que são alternadas conforme o trem chega e o horário de partida.

Chegando no aeroporto, antes de ter acesso ao aeroporto, temos que passar o ticket na catraca para liberar o acesso. Então, importante manter o ticket até o final!

Ahhh, outra coisa que acabei descobrindo é que quando pegamos o trem na Estação Central até o aeroporto (somente nesse sentido, o inverso não tem como), dá pra entrar no trem sem ter ticket. Quando a pessoa desembarca no aeroporto, tem como ela passar o cartão de crédito (somente com cartão de crédito, com dinheiro não dá), na catraca e o valor é debitado automaticamente. Quem tiver que pagar na hora da chegada no aeroporto, tem que sair da plataforma por esse setor de catracas que está nessa foto ai encima. Quanta modernidade, não é mesmo?!?!

Park Inn by Radisson Oslo Hotel

Pra mim uma das tarefas que mais “perco” tempo durante a organização de uma viagem é a escolha do hotel em que vou ficar.

A ida a Oslo foi a minha primeira viagem de final de semana nesse intercâmbio, e foi justamente o que mais demorei pra escolher, talvez por ser o primeiro, talvez por medo de algo dar errado, sei que olhei sites e mais sites umas mil vezes, no mínimo. E o escolhido acabou sendo o Park Inn, que pertence a rede de hotéis Radisson.

A localização não poderia ser melhor, a duas quadras da principal rua da cidade, a Karl Johans Gate, além de ficar a umas 3 quadras do porto de onde partem os barcos para a peninsula de Bygdøy e a uma curta caminhada da Estação Central de Oslo.

Como a Chay, minha amiga ia chegar antes de mim, e a reserva estava no meu nome, apenas enviei um email pra recepção do hotel avisando que ela poderia fazer o check-in sem problemas e que meu voo chegaria mais tarde.

Quando cheguei lá, a moça da recepção me deu uma chave extra e subi. O hotel é pequeno, são poucos andares, e a primeira impressão foi boa.

O quarto era bem amplo, e tinha apenas uma cama, mas era uma cama queen, então dividimos tranquilamente e o banheiro bem grande também. Uma coisa que tivemos um pouco de dificuldade foi com a luz do banheiro, já que o jeito pra ligar e desligar era um pouco chatinho. Quando conseguiamos ligar a luz, nao desligavamos mais.

O café da manhã e a internet wi-fi estão incluidos no valor da diária. O café da manhã é servido no piso terreo, mesmo andar da recepção e achei muito bom! Tinha uma boa variedade de pães, de frutas, iogurte, sucos, omelete, algumas coisas tipicas que os noruegueses costumam tomar no café da manhã. Mas o negócio é chegar cedo, pq o café tá sempre lotado!!

O hotel fica na Øvre Slottsgate 2c, em Oslo, bem na esquina, então quem vem caminhando da Estação Central pela Karl Johans Gate, dobrando na rua Akersgata, logo já vemos de longe a fachada do hotel.

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Esse final de semana fui pra Noruega, foram apenas 3 dias em Oslo, mas acho que foram suficientes para que pudessemos conhecer bem a cidade!!

Como eu queria aproveitar ao maximo todos os finais de semana e de preferencia viajar em todos, comecei a busca por passagens aereas em empresas de baixo custo a um bom tempo atras, na verdade, logo depois que decidi que eu realmente viria para a Escocia fazer o intercâmbio.

Procurando na internet por uma empresa que fizesse voo direto entre Edimburgo – Oslo, acabei encontrando uma empresa de baixo custo norueguesa, a Norwegian. Perfeito, era justamente isso o que eu queria!

Buscando informacoes sobre o pais, acabei descobrindo que a Noruega é considerada um dos paises mais caros do mundo, e que Oslo, esta sempre entre as 10 cidades com custo de vida mais caro também.

Sabia que a viagem seria um pouco caro, mas nao desisti. Alias, gostei bastante do que li enquando mostava o roteiro da viagem.

Essa viagem eu fiz com uma amiga da minha cidade, a Chay, que na época estava morando em uma cidadezinha proximo a Munique, na Alemanha. Marcamos de nos encontrar la…

E o nosso roteiro ficou assim:

– sai de Edimburgo na sexta a tarde, e voltei hoje;

– no sabado fomos conhecer o Palácio Real de Oslo, caminhar pela Karl Johans Gate, ver o Parlamento e de la seguimos para a visita guiada na Prefeitura de Oslo. Nossa próxima parada foi o Nobel Peace Center. Jantamos no Hard Rock Café Oslo e depois fomos até o IceBar Oslo, já que a Chay nunca tinha ido num bar de gelo até então!

– no domingo fomos de Ferry até a peninsula de Bygdoy, que é onde estao localizados vários museus. Programamos para visitar apenas o Kon-Tiki Museum, Museu Fram e o Oscarshall Summer Palace. A tarde visitamos o Vigeland Park e a Catedral de Oslo. A noite vamos jantar no Burger King e tambem acabamos provando as salsichas super apimentadas que sao vendidas por todas as partes no centro da cidade.

– segunda-feira: o dia amanheceu lindissimo, dei mais uma ultima voltinha pela cidade, passei rapidamente pela Fortaleza de Akershus. No fim de tarde peguei o voo de volta para Edimburgo.

Os tres dias foram suficientes para conhecer com calma tudo o que planejamos visitar. E realmente, Oslo é uma das cidades mais caras da Europa!!

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