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Roteiro: Primeiro “mochilão” pela Europa!

A idéia desse “mochilão” no final do meu intercâmbio já vinha de muito tempo, inclusive já tinha decidido alguns destinos antes mesmo de embarcar pra Europa.

Como eu não sabia se iria gostar ou não de morar em Edimburgo, se ia me acostumar com o tempo doido de lá, que é muito frio, venta que é uma desgraça e chove quase todos os dias, achei que os 6 meses de intercâmbio seriam suficientes e que no final, eu não poderia deixar de fazer um pequeno tour antes de voltar de vez para o Brasil.

Mas a medida que o curso começou, que fui conhecendo pessoas de todas as nacionalidades, ouvindo as histórias de cada um, e vendo que o inglês não é um bicho de 7 cabeças, mas que os 6 meses não eram suficientes para quem queria ter uma boa base para usar o idioma no trabalho, fiquei pensando que talvez seria interessante voltar por mais um tempo!

E meus animos aumentaram muito, e pra ser muito sincera, eu fiquei bem euforica hehehe, quando eu recebi um email do pessoal da administração do flat onde eu estava morando, pedindo se eu tinha interesse em renovar o contrato.

No mesmo dia, liguei pra minha mãe e falei, precisamos conversar URGENTE!!! Foi ai que eu falei que tinha recebido esse email e que na verdade, eu já estava pensando em falar com eles sobre ficar por lá mais algum tempo, mas tava era sem coragem! E esse email foi o empurrãozinho!

Bruxelas

Eu sei que nos haviamos nos planejado para um determinado periodo, e que morar em outro país, especialmente no Reino Unido, onde a moeda é a libra (uma das cotações mais altas frente ao nosso realzinho), não era bem assim. Meus pais pensaram por uns dias, e finalmente veio a boa notícia.. “OK, VOCÊ PODE VOLTAR!!”. Nossa, foi uma das melhores coisas que ouvi até então na minha vida! E não é exagero, eu realmente tinha gostado muito de morar lá (mesmo com aquele clima horroroso hehe), de ter toda a facilidade que eu tinha no meu flat e isso sem falar em tudo o que eu estava aprendendo, tanto nas aulas, como com os meus colegas. E fora a possibilidade de conhecer muitos e muitos países, culturas e tudo mais que aquele continente pode oferecer. Nossa, realmente eu fiquei muito feliz!!!!!!!!! Feliz demais!

Luxemburgo

Mas chega de enrolação, fato é, que não tinha como cancelar o mochilão, pq eu já estava com passagens de avião e trens compradas, hotel reservado, alguns ingressos também eu já tinha comprado, então eu tive que fazer o sacrificio de viajar por mais alguns dias.. hehehehe

Colônia

Depois de receber a Chay e a Catarina em Edimburgo por alguns dias, de fato o meu mochilão começou.

Juntei todas as minhas tralhas e lá fomos nós pra Londres, nossa, agradeço demais a presença delas, pq se não fosse as duas, eu nem sei como ia me virar com as minhas 3 malas até chegar em Londres.

Varsóvia

Para ir até Londres, tivemos que escolher o Aeroporto de Heathrow por dois únicos motivos:

– não tinha condições de eu cirular meia Europa carregando as minhas 3 malas, então tive que deixar duas delas lá no aeroporto, naqueles guarda-volumes;

– e pra evitar o vai e vem com as malas entre aeroportos e/ou estações de trem em Londres, achei que seria mais conveniente ir até o Heathrow, já que o meu voo de volta pro Brasil partia de lá. E isso facilitou muito pra mim. Quando voltei de Barcelona, peguei minhas malas no guarda-volume, fiz o check-in e fiquei esperando o tempo passar até embarcar de volta pra casa.

Cracóvia

Bom, o roteiro desse “mochilão” ficou assim:

– 2 dias em Londres, onde fui ver uma exposição sobre o Gauguin no Tate Modern, visitamos a Biblioteca de Londres, o Parlamento Britânico e ainda caminhamos pelo Convent Garden;

– o trajeto entre Londres e Bruxelas eu fiz com o Eurostar;

– 4 dias em Bruxelas, sendo que em um deles eu fiz um bate-volta até Colônia na Alemanha e em outro dia eu fui pra Luxemburgo. Os outros dois dias eu fiquei em Bruxelas mesmo;

– o trajeto entre Bruxelas e Varsóvia eu fiz com a cia aérea Brussels Airlines;

– 4 dias em Varsóvia, sendo que um dia eu fui pra Cracóvia num bate-volta de trem;

– o trajeto entre Varsóvia e Madri eu fiz com a cia aérea LOT, principal cia aérea da Polônia;

– 2 dias e meio em Madri. Um dos meus colegas de inglês era de lá, e se ofereceu para ser o meu guia enquanto estivesse na cidade. Visitei as principais atrações, como o Palácio Real, Plaza Mayor, Cadetral de Almudena, entre outros;

– o trajeto entre Madri e Barcelona eu fiz com o trem de altíssissississima velocidade espanhol chamado AVE;

– 4 dias em Barcelona, onde além de ir em todas as principais atrações da cidade, consegui comprar um ingresso pra ver um jogo do FC Barcelona.

– o trajeto entre Barcelona e Londres eu fiz com a British Airways, e naquela mesma noite, peguei o voo com a British para voltar ao Brasil.

Então, ontem, dia 26 de janeiro coloquei meus pés no Brasil, mas com o atraso no voo em Londres, perdi o voo pra Floripa e tive que esperar mais de 10 horas pra pegar o próximo voo até chegar em casa! Finalmente, as 04:00 da manhã eu chegueiii!!  Agora é se organizar e arrumar os documentos pra agendar o visto Britânico no Rio de Janeiro!

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Hotel Vincci Vía 66, em Madri

Dando continuidade a esse “mochilão” de 3 semanas pela Europa, minha próxima parada foi Madri. Lembro que depois que comprei a passagem, quando fui começar a organizar o roteiro e escolher o hotel, tive o maior trabalho. Madri tem excelentes opções de hotéis num lugar melhor que o outro, foi dificil escolher o hotel.

Com a ajuda de umas colegas espanholas que moram em Madri, elas me sugeriram ficar na Gran Vía ou nos arredores, e achei melhor seguir o conselho. Segundo elas, nessa area havia muitas opções de bares, lojas, a loja de departamento mais famosa da Espanha, El Cortes Inglés fica ali beeem pertinho, isso sem falar que o Palácio Real, Plaza Mayor, Puerta del Sol e a Plaza España estavam a uma curta caminhada. Realmente elas acertaram em cheio ao me recomendar essa região!!

O hotel escolhido foi o Hotel Vincci Vía 66, que fica localizado na Gran Vía, uma das principais ruas da cidade e também estava a 3 quadras da Plaza de España, localização melhor impossível!

A rede Vincci é espanhola e tem hotéis espalhado por diferças cidades do país e pelo menos uns 3 ou 4 hotéis em Madri, sendo que este foi o ultimo a ser inaugurado.

O hotel é classificado como boutique, todo moderninho e com uma decoração bem vibrante.

A entrada e o hall do hotel quase passam desapercebidos, a diferença mesmo a gnt nota ao chegar na parte onte estão os elevadores. As escadas tem um estilo bem classico que conforme vamos subindo no elevador, que é panoramico (com vista só pra parte interna do hotel), vamos percebendo alguns detalhes.

O quarto que fiquei era muuuito espaçoso. Tinha uma cama de casal, uma mini-salinha e o banheiro. Tinha vista para Gran Vía, mas devido aos vidros anti ruidos, não se escutava nenhum barulho vindo de fora. Tem mini-bar, mas não tem restaurante.

Uma das coisas que me chamou atenção e que até então eu ainda não tinha visto, foi o sistema de liga/desliga e programação que se pode fazer com a luz, tanto no quarto, como no banheiro. Super moderno!

O café da manhã não estava incluído na diária, porém o acesso a internet a cabo era gratuito, já a internet wi-fi era cobrada. Mesmo assim, nem preciso dizer que adorei, né??!?! Até pq eu não tenho costume de tomar café da manhã, então pra mim é muito mais importante internet free do que o próprio café.

Como eu já disse, o hotel fica na Gran Vía, 66. Centro, Madri.

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