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Chapecó: Takitos Mexican Food

No inicio de maio inaugurou em Chapecó – Santa Catarina mais um restaurante: Takitos Mexican Food.

Como no mês de inaguração não é uma boa idéia ir, no mês passado também não foi, até passamos lá na frente, mas a fila de espera estava consideraval e resolvemos abortar a missão. Assim, o tempo foi passando até que semana passada eu e meu namorado resolvemos “arriscar”.

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Chegamos relativamente cedo, por volta das 20:30 e ainda tinha mesa livre. Ufa!

Como já dá pra imaginar, o cardápio é totalmente bem picante e, além de todas as opções de pratos típicos da culinária mexicana (burrito, nachos, etc e tal), os drinks com tequila e as cervejas mexicanas também marcam presença, claro.

Pra começar bem a noite, nada melhor do que nachos (nos estavamos com tanta fome que até esqueci de bater foto), uma marguerita e uma cerveja.

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Como prato principal nos pedimos uma Fajita mista (com carne e frango) que veio acompanhada de diversos molhos super picantes. Não sei se por causa do molhos já serem picantes, nos achamos que as carnes vieram totalmente sem sal e tempero. Mas, também não foi nenhum grande problema.

Ah, vale dizer que esse prato era pra duas pessoas e é super bem servido, não demos conta de tudo!

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O ambiente é super bem decorado, em questão de 30 minutos que estavamos ali, o restaurante lotou. O serviço também foi ótimo. E o preço? Pro padrão Chapecó eu achei ok, nem caro e nem barato.

Fica a dica!

Pra quem ainda não foi, o Takitos fica na rua Nereu Ramos, em frente ao Posto GT.

Vinícolas Catarinenses: Villaggio Grando

Alguém já ouviu falar da cidade catarinense de Água Doce? Pois bem, até poucas semanas atrás eu também nunca tinha ouvido falar! O que nos levou até lá foi a existencia da vinícola Villaggio Grando, que fica nessas redondezas.

A vinícola é relativamente recente, foi fundada no final da década de 90, onde as primeiras mudas foram plantadas. De lá pra cá, vários tipos de uvas foram plantados para ver quais se adaptariam melhor ao clima da região. Pra quem não sabe, essa vinícola está localizada nos campos de altitude catarinense e fica a 1.329 metros acima do nível do mar.

Uma série de fatores foram analisados até se chegar a conclusão de que ali seria uma área muito boa para desenvolver os vinhedos, como por exemplo, a localização, os ventos, as condições climáticas em geral, além das propriedades do solo.

Para chegar lá é bem simples, a cidade de Água Doce fica a mais ou menos 155 km de Chapecó, mas o ideal é ir pela estrada que vai até Caçador e de lá seguir até a vinícola. A entrada é muito bem sinalizada e uns 5 minutos antes de chegar no portão de entrada principal da vinícola tem uma placa indicando bem certinho o caminho.

Quando chegamos lá, fomos recepcionados por um funcionário que conferiu nossos nomes na lista de reserva (é necessário fazer uma pré-reserva pelo site ou por telefone) e nos deixou entrar.

A área da vinicola é enooorme (42 hectares) e para chegar de fato até o local da visita e da degustação, ainda tem mais um pouquinho de estrada, mas dessa vez fomos passando bem no meio das plantações de uva. E mesmo o terreno apresentando as caracteristicas do inverno (sem folhas e sem os cachos de uva), achei o trajeto bem bonito!

A estrutura da vinícola em si não é muito grande, sendo assim, a visita mais a degustação podem ser feitas tranquilamente em duas horas.

A visita é feita com o acompanhamento de um guia, que no dia em que tivemos lá, quem acompanhou o nosso grupo foi o enólogo responsável pela vinícola e na segunda parte do tour pelo proprietário da Villaggio Grando.

A visita começa no setor onde acontece a produção e estudos dos vinhos. Ali, o guia explicou um pouco sobre como surgiu a vinícola, o que é produzido ali, quais os tipos de uvas que melhor se adaptaram na região, algumas curiosidades e os planos para os próximos anos.

A segunda parte foi no local de armazenamento dos vinhos, enquanto eles ainda estão nos barris descansando. Ali o guia nos contou um pouco sobre a questão da temperatura e processo ideal para armazenação, falou também sobre os barris e as propriedades que eles acabam passando pro vinho, além do processo de engarrafamento dos vinhos.

Da apresentação toda, o que é importante destacar é que estão sendo cultivadas 17 variedades de uva e são produzidos vinhos tintos, brancos, rosé e espumantes. A produção também se limita a 4 mil garrafas por hectar. Essa produção relativamente baixa é uma das “condições exigidas” para que a vinícola seja classificada como “Boutique Winery”.

E pra terminar, vem a melhor parte do passeio: a degustação. A construção onde está localizado o bar/restaurante já vale a visita, com toda a certeza!

No dia em que estivemos lá, o tempo tava nublado com neblina, então não foi possível aproveitar a parte externa com mesinhas com vista para o lago. Tivemos que nos contentar em apreciar (vinho + vista do lago) de dentro do restaurante.

A estrutura montada pela vinícola é um show! A casa é toda feita de pedra, com móveis em madeira e bem no meio do salão tem um piano.. Achei um luxo só! =)

O esquema da degustação é bem prático, podemos escolher entre três opções: a básica (com degustação de 3 vinhos), a clássica (com degustação de 5 vinhos) e a premium (com degustação de 8 vinhos). Nos optamos pela degustação clássica!

Pra iniciar, junto com o tipo de degustação escolhido vem uma porção de pães, queijos e frios. E logo começam a serem servidos os vinhos…

Na primeira rodada, provamos a espumante bruit branca, que eu achei muito boa!

Na sequência veio um sauvignon blanc, que eu não gostei muito, achei meio sem graça…

O terceiro vinho apresentado foi o Innominabile (vinho tinto), que é considerado o principal vinho da casa. Nós todos gostamos, inclusive compramos uma garrafa. Esse vinho tem uma particularidade, ele é feito com a mistura de sete tipos de uvas.

O próximo que provamos foi o vinho chamado Além Mar (vinho tinto). Eu gostei, mas não gostei taaanto quanto o Innominabile. Mas o meu irmão gostou bastante que comprou uma garrafa desse também. Esse é um vinho mais encorpado, suas propriedades caracteristicas são bem mais denso e escuro. Esse vinho também tem uma porcentagem de 12% de alcool, e sendo assim, menos açúcar!

E pra terminar, provamos o vinho Colheita Tardia, que lembra um pouco o Vinho do Porto. Esse foi o meu preferido, meu deu vontade de comprar todas as garrafas disponíveis! Esse vinho recebe a denominação de tardia, pq a colheita das uvas é feita no final de maio, comecinho de junho (beeem mais tarde do que a colheita das demais uvas) quando acontece a primeira geada, com a uva ainda congelada. E é justamente isso que dá a propriedade mais “adocicada” a esse vinho. Eu achei perfeito!

No total a vinicola produz 10 tipos de vinhos. Todos podem ser comprados lá mesmo na própria vinícola a preço de custo. E se necessário, ainda é possível pedir mais uma porção dos pães e frios para acompanhar, que nesse caso, é pago um valor a parte.

Tá faltando uma garrafa

A degustação básica custa 20,00 reais, a degustação clássica 35,00 reais e a premium 50,00 reais.

Vale muito a pena visitar a vínicola! A estrutura é de primeira e não perde em nada pras vinícolas que nos visitamos no Chile!

O tour e degustação acontece de segunda a sexta-feira, das 09:00 as 17:00, e aos sábados somente a tarde.

A cidade que ressurgiu do fundo do Rio Uruguai

Uma cidadezinha de 7 mil habitantes, que se encontra na divisa de Santa Catarina com Rio Grande do Sul e muito bem preparada para receber os turistas, essa é a cidade de Itá. Itá está localizada no Vale do Rio Uruguai, na região do Oeste Catarinense e fica apenas 60 km de Chapecó.

As torres da Igreja Antiga de Itá – sào o símbolo da cidade!

A cidade tornou-se bastante popular e é um destino frequente de férias e descanso nos finais de semana entre a população que mora nesse região do sul do país. Sendo assim, achei que seria interessante escrever um pouco sobre esse lugar que tem uma história um pouco curiosa.

Pra entender toda a história é preciso voltar um pouco no tempo… Itá foi fundada em 1919 muito próximo as margens do rio Uruguai. Uns anos se passaram e começaram a surgir alguns boatos sobre a construção de uma usina hidrelétrica na região e que o melhor lugar seria justamente nessa área onde estava localizada a cidade. E os boatos estavam certos!

Logo aparecerem operarios de grandes empresas na região para fazer uma avaliação geral do local. E a conclusão dos estudos? Era tudo o que a população local não queria ouvir: esse era o melhor lugar para construir a Usina.

Tudo muito bem sinalizado

Todo mundo sabe que a construção de uma usina hidrelétrica traz muitas modificações ao meio ambiente, mas nesse caso em especifico, essas modificações foram mais além. Itá precisou ser destruida por completo! Exceto as Torres da Antiga Igreja de Itá, que foi a unica construçao que restou. As torres permanecem no mesmo lugar e hoje em dia mostram era a localização exata da Cidade Antiga de Itá.

Mas antes de inciarem as obras da construção da usina, ainda houve um intenso trabalho de retirada de todos os materias da região, além da desinfecção total de toda essa área. Tijolos, restos de materiais de construção, cemitérios, encanamentos, sistema de esgoto e água, tudo precisou ser retirado dali. Foram meses e mais meses de trabalho.

Com o inicio das obras da usina, também foram construidas as represas e barragens, e assim, a área onde ficava a cidade antiga foi totalmente inundada. Hoje em dia, esse reservatório de água é mais conhecido como o Grande Lago de Itá. O pessoal que planejou a usina também teve um grande cuidado em manter as espécies aquáticas do rio. Apos as obras, varias especies de peixes, como a piracanjuba e o dourado, foram reitroduzidas nesse grande lago.

Imagem aérea da Usina Hidrelétrica de Itá

Mas e o que aconteceu com as construções e a população da cidade? As familias que tinham propriedades na área que foi alagada foram indenizadas e tiveram que se mudar para a Nova Cidade de Itá que estava sendo construída, a 5 km de distância da Usina.

E nos também aproveitamos para visitar a nova cidade de Itá, que foi totalmente planejada, com ruas totalmente retas, onde o centro da cidade lembra até um tabuleiro de xadrez. Essa nova cidade foi construída em uma área de desnível do rio, e a cidade está em um lugar a 100 metros de altura mais alto do que o lugar da antiga cidade.

Nossa visita começou pela praça central da cidade, onde estavam sendo finalizados os ultimos detalhes para o Festival de Inverno de Itá. Nessa praça é onde fica também o marco incial de todas as distancias da nova cidade.

A uma curta caminhada dali fica o museu Casa Camarolli. A casa pertenceu a familia Camarolli, imigrantes italianos que vieram pra Itá e ali recomeçaram suas vidas. O que podemos ver em exibição ali são algums objetos e fotos que pertenciam a essa familia.

Também tem uma pequena ala do museu que mostrma fotos da cidade antiga e da atual cidade. Achei bem interessante! A entrada no museu é gratuita.

Nos fundos do museu fica uma réplica da Antiga Igreja de Itá, a Igreja Matriz São Pedro. A réplica construida or um artesão da cidade dá uma pequena idéia de como era a Igreja, já que somente suas torres restaram no meio do rio Uruguai.

E bem ao lado da réplica da Igreja fica o CDA – Centro de Divulgação Ambiental, que conta toda a história da construção da Usina Hidrelétrica.

Ainda mostrar através de grandes painéis as fases de desapropriação das terras, o processo de limpeza e desinfecção da área, conta um pouco do trabalho feito pra reitruduzir as especies de peixes do rio Uruguai de volta ao rio. Ainda podemos ver uma maquete enooorme que consegue mostrar um pouco da grandeza da Usina.

O CDA conta com um serviço de guia, que nos explicou um pouco de todo o processo de construção e funcionamento da usina e das barragens, bem como de como funciona o sistema de transmissão de energia, que no caso do Brasil, é totalmente interligado. Assim, se um dia for necessário mandar energia para outras regiões do país, a usina de Itá consegue fazer tudo isso.

Pra ter uma idéia do tamanho e da importância da usina, aqui vão alguns dados: a área total do reservatório é de 103 km², a usina tem 5 turbinas e uma potencia de geração de energia de 1450 MW, que quando trabalhando em sua capacidade máxima, pode fornecer 50% da energia total consumida em Santa Catarina. É muita coisa!

E pra terminar nosso passeio por Itá, ainda fomos conhecer os mirantes. São quatro mirantes no total, cada permite ver a usina e a área inundada de um ângulo diferente.

A primeira parada foi o mirante que fica bem no meio da cidade, entre a pracinha principal e o museu Casa Camarolli…

O mirante mais famoso da região é o Mirante do Caracol, com seus 650 metros de altura, ganhou esse nome pq a estrada de acesso vai circulando toda a colina onde se encontra o mirante. O mirante proporciona uma boa vista de boa parte da cidade e do lago que foi formado pela água represada do rio Uruguai e sem esquecer que, do outro lado do lago fica o Rio Grande do Sul…

Ainda tem o Mirante CR Almeida que esta localizado as margens do lago e dali podemos ver de frente a tomada d`água da usina e do vertedouro auxiliar..

Do mirante Vertedouro podemos ver o próprio vertedouro 1 e a parede externa com pedras de 1 tonelada, além de vermos o leito do rio Uruguai..

E ainda tem o Mirante Tractebel que fica no Rio Grande do Sul. De lá podemos ver a parede princial da usina e o vertedouro 1..

Pra quem se interessar em passar o final de semana em Itá, uma boa opção de hospedagem é o resort Parque Thermas de Itá, que fica a beira do lago da usina e tem uma estrutura fantástica, pelo menos me deu essa impressão pelo que pude ver por fora. São 18 piscinas, quadras de esporte, trapiche e atracadouro para barcos de menor porte. No verão deve ser bem interessante se hospedar ali!

Para visitar Itá, aqui vão algumas distâncias entre as principais cidades do sul do país: Florianópolis fica a 500 km, Curitiba fica a 458 km e Porto Alegre está a 446 km. Então, Itá é uma boa opção para passar um final de semana!

Padrinho Cozinha Grill

por Raul Bartolamei

Quarta-feira passada inaugurou em Chapecó o restaurante Padrinho Cozinha Grill. Sendo assim, sábado ao meio dia nós resolvemos ir lá pra conhecer.

O local escolhido, na minha opinião, foi excelente. O restaurante está situado ao lado da Biblioteca Pública, no calçadão, numa área que já foi pré-designada pela prefeitura para ser uma rua gastrômica.

No subsolo do restaurante é onde fica um amplo estacionamento coberto, além de ter mais uma parte externa que também foi destinada ao estacionamento de carros.

Tem uma recepção muito bem decorada, onde o cliente pode chegar, sentar confortavelmente enquanto aguarda os amigos chegarem e/ou mesas vagarem.

O restaurante conta com quatro ambientes que foram totalmente planejados e são interligados. Três deles em conjunto formam um ambiente só (mas que também podem ser separados através de portas de vidro), onde estão a maioria das mesas. E é ali também, onde ficam o buffet, a cozinha e a churrasqueira.

O quarto ambiente é mais privado. Esse ambiente pode ser reservado para festas, formaturas e eventos particulares.

E ainda não acabou, o restaurante também conta com um ambiente para playground, com diversos brinquedos para crianças, assim como, uma babá que está ali para tomar conta das crianças enquanto os adultos almoçam/jantam. Ah, sem esquecer que esse ambiente ainda tem um playstation 3 e um quadro de desenho enorme para divertir a criançada.

O restaurante serve buffet por Kg ou ainda podemos optar também pela especialidade da casa, que aos sábados é o buffet livre + uma tábua de costelão servido a vontade na mesa, onde eles trocam por mais quantidade ou pedaços de carne recém saidos do forno.

Como nós fomos no sábado ao meio dia, acabamos pegando as opções no buffet e na mesa veio a tábua com pedaços de costela.

Como sobremesa, nessa semana de inauguração, foi servido uma torta de sorvete que veio diretamente de Porto Alegre, assim foi o que o garçom nos disse. Foi uma ótima sugestão, o sorvete artesanal é realmente muito bom.

Outra coisa que nos chamou atenção foi a carta de vinho, muito bem elaborada e com várias opções.

Em resumo, gostamos bastante do restaurante. Tudo estava muito bem feitinho. O atendimento foi ótimo. Fica mais uma dica!

O Padrinho Cozinha Grill fica na rua Benjamin Constant, no famoso calçadão, entre a Av. Getúlio Vargas e a Av. Fernando Machado. Abre de segunda a sábado para almoço e jantar e aos domingos somente para almoço.

Restaurante Du Sel

por Raul Bartolamei

Esses dias atrás nos fomos conhecer a mais nova opção gastronomica de Chapecó, o Restaurante Du Sel. O lugar onde está o restaurante pertence ao Almasty Hotel e foi alugado para o Chef da casa Felipe Oliveira Carioni.

O restaurante não é muito grande, mas o ambiente é bem legal e muito bem decorado. Aliás, a decoração, como o próprio nome do restaurante já indica, é toda em estilo francês. O nome do restaurante, que significa O Sal, faz referencia a um dos itens mais importantes da culinária.

O cardápio é bem requintado, podemos até dizer que os pratos foram bem elaborados e muito bem selecionados.

Nós pedimos Filé ao Molho Gorgonzola e Nozes, que estava simplesmente fantástico! E Ribs ao Molho de Barbecue.

No cardápio ainda tem uma boa variedade de pratos com peixe, carnes em geral e massas. As opções de bebida também são muito boas, a carta de vinho é bem variada, com vinhos chilenos, argentinos e europeus (principalmente espanhóis, franceses e italianos). A carta de cerveja também achei muito boa, que vão desde as cervejas mais “comuns” até as artesanais, como Baden Baden e Eisenbahn.

De sobremesa pedimos sorvete com calda de frutas vermelhas.

Quanto aos valores, não achei caro, pois a qualidade, o atendimento e o ambiente condizem com os valores apresentados.

Apesar de ser um restaurante relativamente novo, já aceita cartão de crédito. Faço essa observação, pq por exemplo, o Burger King no Shopping ficou quase 2 meses sem aceitar pagamentos com cartão de crédito, só aceitavam dinheiro mesmo.

Fomos muito bem atendidos, desde a chegada na recepção até a hora da saída. Procurando uma boa opção para jantar fora, fica a dica!

O Restaurante Du Sel fica na Av. Nereu Ramos, 155-D, dentro do Almasty Hotel. Abre de terça a sábado somente para o jantar e aos domingos somente para o almoço.

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