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Eurostar: Como ir de Londres a Bruxelas de trem

Existem diversas opções para ir do Reino Unido ao continente Europeu, como por exemplo: avião (Londres é servida por 6 aeroportos atualmente), trem e ferry. Nesse post em especifico vou falar do trem Eurostar, que liga Londres a Bélgica ou a França através do Canal da Mancha.

A única vez que utilizei o Eurostar foi numa viagem que fiz entre Londres e Bruxelas e gostei bastante dessa opção.

Andar de trem na Europa sempre foi uma prioridade pra mim, mas o Eurostar foge um pouco a regra dos demais trens, então aqui vão algumas informações importantes antes de qualquer coisa:

Estação de St Pancras em Londres, de onde sai o Eurostar

Estação de St Pancras em Londres de onde sai o Eurostar

– É preciso passar pela imigração;

– É necessário passar pelo controle de segurança (as malas também), mas é mais “light” do que nos aeroporto;

– Eu acho interessante chegar com pelo menos 40 minutos a 1 hora de antecedência pra fazer tudo com bastante calma.

As principais vantagens de viajar no Eurostar na minha opinião são:

– as passagens podem ser compradas com quatro meses de antecedência, geralmente um mês a mais que a grande maioria dos demais trens;

– os trens são de alta velocidade, ou seja, podem chegar até 300 km/h;

– oferece mais de 10 partidas diárias para Bruxelas e por volta de 20 partidas para Paris, são opções de horários que não acabam mais;

– quanto antes as passagens forem compradas maiores são as chances de se conseguir um preço excelente;

– quem for pra Bélgica, assim como eu, é possível seguir viagem no metro de Bruxelas sem pagar a mais por isso.

Como é o Tunel por onde passa o Eurostar?

Como é o túnel por onde passa o Eurostar?

** Comprando as passagens **

As passagens de Eurostar podem ser compradas pela internet, em máquinas ou nos guiches de atendimento nas estações.

Na minha opinão, a melhor opção é comprar diretamente no site do Eurostar, dando prioridade para a versão inglesa, francesa ou belga onde o trajeto vai começar. No meu caso, como a viagem começou em Londres, eu comprei o minha passagem na versão inglesa do site.

O site do Eurstar é bem fácil de lidar e é totalmente possivel escolher o vagão, a classe de preferência (primeira ou segunda) e reservar o assento. Sendo assim, ao chegar na estação, só é preciso se preocupar em passar pela imigração e pelo controle de segurança.

Após a compra, as passagens são enviadas por email, então é só imprimir e pronto. Não é necessário trocar um voucher na estação, o que facilita e agiliza muito a nossa vida.

Obs.: quem quiser comprar o ticket um site em português, apesar de eu nunca ter utilizado, é possível através do site da RailEurope.

Estação de St Pancras, em Londres

Estação de St Pancras, em Londres

** Estação de St Pancras, em Londres **

Todos os trens do Eurostar, independentes de terem destino final a Bélgica ou a França ou qualquer outro país onde seja possível seguir viagem, sempre vão partir da Estação de St Pancras, em Londres.

Essa é uma das estações de trem mais modernas de Londres e fica numa área bem central da cidade, onde é possível chegar tanto por metro ou ônibus.

Essa estação fica nos arredores de algumas atrações importantes da cidade, como: Museu de Cera Madame Tussauds e a Biblioteca Britânica.

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** Check-in, Imigração e Controle de Segurança **

Independente do destino da viagem (nesse caso do Eurostar, todos os destinos serão internacionais), a maioria das pessoas acabam achando que é como andar em outro trem qualquer e muitas vezes acabam perdendo a viagem. Então pra quem ninguém tenha problema, já aviso:

– é obrigatório fazer check-in antes, com pelo menos 40 minutos de antecedência do horário marcado pro trem sair. O check-in é bem simples e é feito na hora de entrar na parte reservada ao Eurostar na estação de St Pancras, ou seja, passando pelas catracas, ao encostar o bilhete no leitor optico, o check-in estará automaticamente feito. Simples, não?;

– é necessário passar pela imigração também. O processo é mais ou menos igual ao dos aeroportos, portanto é necessário levar passagens (de trem ou aérea) que comprovem que vai deixar o país, reserva de hotel, outros trechos de trem (caso a viagem siga pra outros países europeus ou Escócia e País de Gales), enfim, tudo o que julgar necessário e que comprovem que não há intenção de permanecer no país de destino.

Obs.: quem tiver saindo de Londres vai passar pela imigração Belga (como foi o meu caso) e quem estiver indo pra França, obviamente passará pela imigração francesa ainda em território britânico. E no sentido contrário, vindos de Bruxelas ou de Paris, será necessário passar pela imigração inglesa.

– o controle de segurança é mais simples do que o de aeroporto. Não há necessidade de se preocupar com o limite de 100 ml de liquidos na bagagem, mas tanto nós como as bagagens, somos obrigados a passar pelo raio-x.

Essa foto aqui não está muito boa, mas só pra mostrar que o checki-in é feito ai

Essa foto aqui não está muito boa, mas só pra mostrar que o checki-in é feito ai

** Sala de espera e Embarque **

Depois de passar pela imigração e pelo controle de segurança, entramos na “Sala de espera” do Eurostar. Essa sala é mais ou menos um salão enorme, cheio de bancos e mesinhas com tomadas pra usar o computador ou carregar equipamentos eletrônicos. Nessa área existe conexão wi-fi gratuito também. E além de banheiros, também tem alguns bares, cafés e restaurantes.

Sala de Embarque

Sala de Embarque

Sala de embarque

Sala de embarque

Ficamos esperando ali até que a plataforma de acesso aos trens sejam liberadas. Quando isso acontecer, vai ser anunciado tanto nos auto-falantes quando nos painéis. O acesso a plataforma é feito através de uma escada rolante.

Na plataforma, a primeira coisa que eu fiz foi procurar na minha passagem qual era o vagão que eu iria viajar. Ai é só ir olhando pro chão, pois vai ter algumas plaquinhas indicando qual vagão (coach/voiture) eu tinha que entrar.

Ai é só procurar um lugar pra deixar a mala e ir até o assento já reservado. Muito simples e prático. Uma dica: quando o acesso ao trem tiver liberado (quem tiver com malas maiores) é bom não marcar bobeira e se direcionar a plataforma o quanto antes, pq assim a possibilidade de achar um lugar pra acomodar a mala nos locais apropriados que ficam nas extremidades de cada vagão são maiores.

Localizando o vagão na plataforma

Localizando o vagão na plataforma

** As classe do Eurostar **

O Eurostar tem a configuração de três classe, são elas: Standard, Standard Premier e Business Premier. Eu optei por fazer esse trajeto na Standard Premier.

Mas as principais diferenças entre elas são:

– Standard: é mais conhecida como a famosa “segunda-classe”. A configuração do vagão vai ser 2-2, ou seja, 2 poltronas – corredor – 2 poltronas. Vai ter apenas um banheiro masculino e feminino junto e apenas um lugar pra guardar as malas maiores em uma das extremidades do vagão. A grande maioria das cadeiras são “estilo avião”, pouquissimas (acho que 2 ou 4) vão ser na configuração com mesinha no meio. Não tem tomada pra carregar os equipamentos eletronicos.

– Standard Premier: basicamente é a primeira classe, mas sem muitos privilégios. A configuração do vagão vai ser 2-1, então serão: 2 poltronas – corredor – 1 poltrona. Também vai ter apenas 1 banheiro (para uso masculino e feminino juntos) e três lugares pra guardar as malas nas extremidades do vagão. Somente as cadeiras das extremidades do vagão vao ter mesinhas  e é bom cuidar as poltronas sem mesinhas no meio, porque ficam diretamente de frente pra outras pessoas. Todos os vagões nessa configuração vão ter tomadas, assim dá pra carregar o celular ou a camera ou o notebook.

– Business Premier: tem a mesma configuração da Standard Premier. Na verdade, na prática, as vantagens dessa classe são mais com relação a politica de cancelamento (que é mais flexivel), dá acesso a area vip na sala de espera na estação de trem, e o check-in é prioritário e pode ser feito até 10 minutos antes do trem partir e “só”, o resto é tudo igual a Standard Premier.

Obs.: na hora de comprar a passagem através do site do Eurostar, nos mesmos podemos escolher a nossa própria poltrona.

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** Tempo de viagem **

Partindo de Londres, o Eurostar possibilita viajar de forma direta para:

– Bruxelas, na Bélgica onde o tempo de viagem pode variar de 1 hora e 50 minutos até 2 horas e 1 minuto. Durante o trajeto que fiz, o trem parou apenas duas vezes e bem rapidinho (menos de 3 minutos) somente para embarque e desembarque de pessoas nas estações de Ebbsfleet (que fica na Inglaterra) e na Lille Europe (que fica na França).

– Paris, na França onde o tempo de viagem varia de 2 horas e 15 minutos a 2 horas e 30 minutos.

– E mais: Calais e Lille, na França e ainda é possível seguir viagem para outros países (como Holanda e Alemanha) a partir de Bruxelas e de Paris.

O trajeto: Londres - Bruxelas

O trajeto: Londres – Bruxelas

** A experiência de andar de Eurostar **

Como eu disse anteriormente, eu optei por viajar na classe Premier Standard, que é a primeira classe do Eurostar, sem alguns beneficios (já descretas no item “As classes do Eurostar”).

O trecho que o Eurostar percorre na Inglaterra é bem rápido, acho que dura mais ou menos uns 30 minutos, no máximo. Ai quando o trem está perto de entrar no Canal da Mancha, começam a servir as comidas. A unica forma de identificar que estamos passando pelo túnel é que tudo fica relativamente escuro, ou seja, sem paisagem pela janela. Esse trajeto no tunel é bem rápido, não dura mais do que 20 minutos. Perfeito pra almoçar.

Como eu optei por viajar no horário perto das 13:00, a refeição servida, que já estava incluida no no valor da passagem, foi o almoço, claro.

Primeiro vem uma entradinha acompanhada de bebida (que pode ser vinho, refri, cerveja, água, chá entre outros) e logo na sequencia vem o prato princial com a sobremesa (duas opções são oferecidas para escolher). A comida é boa e o serviço de bordo é excelente.

A gente nem termina de almoçar direito e já estamos na França, pois existe apenas um unico ponto de entrada no continente Europeu. Ai o trajeto se bifurca e cada trem segue o seu caminho. Portanto, depois de uma breve parada em Lille, o trem segue o seu caminho pra Belgica e por fim, chega em Bruxelas.

No geral eu achei bem tranquilo viajar de Eurostar. A unica coisa a se “preocupar” é com o check-in e não esquecer de que vai ser preciso passar na imigração, mas fora isso, é tudo completamente igual a qualquer outro trem por ai. Os trens são bem novos, estão em excelente estado e são bem confortáveis (as poltronas reclinam um pouco até). Gostei bastante da experiência e recomendo!

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** Bagagem **

Por regra, segundo o site do Eurostar, cada pessoa pode levar 2 malas e mais uma bagagem de mão. Mas nunca vi ninguém verificar isso. Nessa viagem que fiz, eu tava só com uma mala pequena e um mochila, não tive nenhum problema.

O espaço destinado as bagagens maiores ficam nas extremidades dos vagões. A maioria das pessoas que viajam de trem na Europa não costumam levar a casa inteira na bagagem, ou seja, 1 ou 2 malas no máximo.

Eu aconselho fortemente a não levar malas gigantes, pq é bem dificil encontrar lugar pra acomodá-las. Quando eu viajei de Londres a Bruxelas eu tava apenas com a minha famosa malinha roxa, e consegui achar um cantinho pra ela sem problemas. E ainda carregava minha mochila com os apetrechos eletronicos (maquinas fotograficas e notebook) e os documentos, que coloquei no compartimento acima do meu banco.

Obs.: não há nenhuma restrição quanto a quantidade de liquidos como acontece nos aeroportos (produtos com até 100 ml na bagagem de mão), então não há necessidade em se preocupar com isso.

Desembarcando em Bruxelas

Desembarcando em Bruxelas

** Estação Brussels Midi, em Bruxelas **

Como a imigração já foi feita em Londres, ao chegar em Bruxelas, é só pegar as malas e sair do trem em direção ao metro ou ir direto pro centro de Bruxelas.

Todos os trens do Eurostar vão desembarcar na Estação de Brussels Midi. Quando eu estive lá, a estação estava passando por obras, então não sei a quantas anda essa questão. Saindo da plataforma de desembarque do Eurostar, a melhor forma de chegar até a linha do metro pra quem estiver com mala é atraves do elevador.

Como eu disse no inicio do post, quem quiser incluir o trecho do metro para qualquer estação dentro de Bruxelas é necessário selecionar na hora de comprar o ticket do Eurostar a opção “Any Belgian Station”.  E o melhor de tudo, não é cobrado nada a mais por isso. Então fica a dica!

E foi justamente isso que eu fiz, optei por seguir viagem até a estação principal de trem/metro de Bruxelas, a estação “Brussels Centraal”, de onde fui caminhando até o hotel em que me hospedei nessa viagem, o Novotel Brussels Off Grand Place (tema pra outro post) que fica a meia quadra dali. Melhor localização, impossível!!

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Roteiro: Primeiro “mochilão” pela Europa!

A idéia desse “mochilão” no final do meu intercâmbio já vinha de muito tempo, inclusive já tinha decidido alguns destinos antes mesmo de embarcar pra Europa.

Como eu não sabia se iria gostar ou não de morar em Edimburgo, se ia me acostumar com o tempo doido de lá, que é muito frio, venta que é uma desgraça e chove quase todos os dias, achei que os 6 meses de intercâmbio seriam suficientes e que no final, eu não poderia deixar de fazer um pequeno tour antes de voltar de vez para o Brasil.

Mas a medida que o curso começou, que fui conhecendo pessoas de todas as nacionalidades, ouvindo as histórias de cada um, e vendo que o inglês não é um bicho de 7 cabeças, mas que os 6 meses não eram suficientes para quem queria ter uma boa base para usar o idioma no trabalho, fiquei pensando que talvez seria interessante voltar por mais um tempo!

E meus animos aumentaram muito, e pra ser muito sincera, eu fiquei bem euforica hehehe, quando eu recebi um email do pessoal da administração do flat onde eu estava morando, pedindo se eu tinha interesse em renovar o contrato.

No mesmo dia, liguei pra minha mãe e falei, precisamos conversar URGENTE!!! Foi ai que eu falei que tinha recebido esse email e que na verdade, eu já estava pensando em falar com eles sobre ficar por lá mais algum tempo, mas tava era sem coragem! E esse email foi o empurrãozinho!

Bruxelas

Eu sei que nos haviamos nos planejado para um determinado periodo, e que morar em outro país, especialmente no Reino Unido, onde a moeda é a libra (uma das cotações mais altas frente ao nosso realzinho), não era bem assim. Meus pais pensaram por uns dias, e finalmente veio a boa notícia.. “OK, VOCÊ PODE VOLTAR!!”. Nossa, foi uma das melhores coisas que ouvi até então na minha vida! E não é exagero, eu realmente tinha gostado muito de morar lá (mesmo com aquele clima horroroso hehe), de ter toda a facilidade que eu tinha no meu flat e isso sem falar em tudo o que eu estava aprendendo, tanto nas aulas, como com os meus colegas. E fora a possibilidade de conhecer muitos e muitos países, culturas e tudo mais que aquele continente pode oferecer. Nossa, realmente eu fiquei muito feliz!!!!!!!!! Feliz demais!

Luxemburgo

Mas chega de enrolação, fato é, que não tinha como cancelar o mochilão, pq eu já estava com passagens de avião e trens compradas, hotel reservado, alguns ingressos também eu já tinha comprado, então eu tive que fazer o sacrificio de viajar por mais alguns dias.. hehehehe

Colônia

Depois de receber a Chay e a Catarina em Edimburgo por alguns dias, de fato o meu mochilão começou.

Juntei todas as minhas tralhas e lá fomos nós pra Londres, nossa, agradeço demais a presença delas, pq se não fosse as duas, eu nem sei como ia me virar com as minhas 3 malas até chegar em Londres.

Varsóvia

Para ir até Londres, tivemos que escolher o Aeroporto de Heathrow por dois únicos motivos:

– não tinha condições de eu cirular meia Europa carregando as minhas 3 malas, então tive que deixar duas delas lá no aeroporto, naqueles guarda-volumes;

– e pra evitar o vai e vem com as malas entre aeroportos e/ou estações de trem em Londres, achei que seria mais conveniente ir até o Heathrow, já que o meu voo de volta pro Brasil partia de lá. E isso facilitou muito pra mim. Quando voltei de Barcelona, peguei minhas malas no guarda-volume, fiz o check-in e fiquei esperando o tempo passar até embarcar de volta pra casa.

Cracóvia

Bom, o roteiro desse “mochilão” ficou assim:

– 2 dias em Londres, onde fui ver uma exposição sobre o Gauguin no Tate Modern, visitamos a Biblioteca de Londres, o Parlamento Britânico e ainda caminhamos pelo Convent Garden;

– o trajeto entre Londres e Bruxelas eu fiz com o Eurostar;

– 4 dias em Bruxelas, sendo que em um deles eu fiz um bate-volta até Colônia na Alemanha e em outro dia eu fui pra Luxemburgo. Os outros dois dias eu fiquei em Bruxelas mesmo;

– o trajeto entre Bruxelas e Varsóvia eu fiz com a cia aérea Brussels Airlines;

– 4 dias em Varsóvia, sendo que um dia eu fui pra Cracóvia num bate-volta de trem;

– o trajeto entre Varsóvia e Madri eu fiz com a cia aérea LOT, principal cia aérea da Polônia;

– 2 dias e meio em Madri. Um dos meus colegas de inglês era de lá, e se ofereceu para ser o meu guia enquanto estivesse na cidade. Visitei as principais atrações, como o Palácio Real, Plaza Mayor, Cadetral de Almudena, entre outros;

– o trajeto entre Madri e Barcelona eu fiz com o trem de altíssissississima velocidade espanhol chamado AVE;

– 4 dias em Barcelona, onde além de ir em todas as principais atrações da cidade, consegui comprar um ingresso pra ver um jogo do FC Barcelona.

– o trajeto entre Barcelona e Londres eu fiz com a British Airways, e naquela mesma noite, peguei o voo com a British para voltar ao Brasil.

Então, ontem, dia 26 de janeiro coloquei meus pés no Brasil, mas com o atraso no voo em Londres, perdi o voo pra Floripa e tive que esperar mais de 10 horas pra pegar o próximo voo até chegar em casa! Finalmente, as 04:00 da manhã eu chegueiii!!  Agora é se organizar e arrumar os documentos pra agendar o visto Britânico no Rio de Janeiro!

Fondue de Chocolate da Häagen Dazs, em Bruxelas

As sorveterias da Häagen Dazs existem em muitos lugares do mundo, na Europa então, dificil uma capital ou uma cidade grande que não tenha a sua! Seja qual for a cidade Européia em que estivermos, vale muito a pena ir!

Por acaso, durante a minha segunda viagem  à Bruxelas eu acabei passando por uma Häagen Dazs e mesmo sendo no inverno, entrei pra dar uma olhadinha no cardápio!

E qual não foi a minha surpresa ao ver que eles serviam um Fondue de chocolate?!?! Eu não resisti, e mesmo o Fondue sendo pra duas pessoas, eu pedi um inteirinho só pra mim!!!

Basicamente o que vem são muitas bolinhas de sorvete de vários sabores, pedaços de 2 tipos de bolo, e uns dois ou tres tipos de frutas fresquinhas. Irresistivel, não é?!?!

Depois que eu fiz o pedido, fiquei achando que aquilo seria um exagero, mas um pouco antes do Fondue chegar, eu pensei, eu estou na Bélgica e não na Argentina, então com certeza não seria um exagero (comida na Europa nunca vem aos montes)!!

Confesso que foi na medida, eu não tinha comido nada a tarde toda e o almoço foi apenas um lanchinho rápido, e eu não poderia perder essa oportunidade!

Em Bruxelas, a Häagen Dazs fica “atrás” da Grote Markt, praça onde fica a prefeitura da cidade, a sorveteria fica no sentido contrario de quem volta do Manneken Pis.

Obs.: São mais de 900 Häagen Dazs espalhadas por aí, para saber onde elas estão, é só clicar aqui.

Radisson Blu Royal Hotel, em Bruxelas

O hotel que tinha reservado para viagem que deveria ter acontecido em outubro permaneceu o mesmo, o Radisson Blu Royal Hotel Brussels.

Com o cancelamento do voo da KLM, tive que me virar e cancelar a reserva do hotel muito rapidamente, antes que a primeira diária fosse cobrada. A politica do hotel aceita cancelamentos, mas a condição é que a reserva deve ser cancelada antes das 18:00 horas, senão a multa cobrada é o valor da primeira diária. Entrei no site e por email mesmo fiz o cancelamento.

O hotel está muito bem localizado, fica bem próximo da estação central, a 1 quadra da Catedral, a 3 quadras da Grote Markt, a principal praça da cidade e é onde está o prédio da prefeitura de Bruxelas, um dos principais cartões postais da cidade.

Logo na entrada, a decoração interna do hotel já se destaca. O elevador é do tipo “panoramico”, mas a vista é só pra area interna do hotel e ele está localizado bem no meio da area central e é rodeado por um bar. O teto é de vidro nessa parte, achei bem diferente!

O quarto que fiquei era bem espaçoso, com uma cama queen, tv de plasma, mini-bar com muitas cervejas belgas e um sofazinho. Unica coisa que não gostei que o quarto era um pouco escuro, já que não tinha luminaria no teto, a unica forma de iluminar o quarto era com os abajures.

Uma das coisas que mais gostei, e que é beeem dificil encontrar aqui na Europa, é que o hotel disponibiliza internet wi-fi grátis.

O hotel fica na Rue du Fosse-aux-Loups, Wolvengracht 47, em Bruxelas, o hotel tem duas entradas, uma fica numa decida, de quem vem da Catedral e a outra, dobrando a esquina (entrada principal).

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Fondue de Chocolate da Häagen Dazs, em Bruxelas

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Essa viagem era pra ter acontecido no ultimo final de semana de outubro, mas por questão de cancelamento do voo por parte da KLM, tive que alterar a passagem.

Sempre ouvi dizer que a KLM era uma das melhores cias aéreas da Europa, e quando achei um precinho de passagem legal, resolvi comprar. O voo sairia de Edimburgo, com destino a Amsterdam para uma escala e lá, eu teria que trocar de avião pra ir até Bruxelas.

Com o cancelamento do voo, tive que ir até o atendimento da KLM na área de embarque do Aeroporto em Edimburgo. Pedi quais eram as opções que eu tinha e a atendente prontamente me respondeu: pegar o primeiro voo no sábado de manhã ou alterar a data da viagem (sem custos). Não tive a menor duvida e acabei alterando a data da viagem para esse final de semana que passou.

Como eu costumo comprar os tickets e as passagens de trem tudo pela internet, não tive o que fazer, a não ser me conformar que iria perder tudo. Fazer o que, esse também é um risco que corremos ao comprar as coisas antecipadamente.

O roteiro que eu tinha programado para outubro, permaneceu exatamente o mesmo, e ficou assim:

– sexta-feira: cheguei em Bruxelas já era tarde da noite e não tive tempo de fazer nada. Acabei indo direto para o hotel;

– sábado: levantei cedão e fui caminhar pelo centro da cidade, visitei a Catedral de Saint Michel e Gudule, conheci também o Museu Magritte e de lá fui até o Atomium. Como já era noite, voltei para o centro da cidade e fui caminhar pelos arredores da Grote Markt, comprar chocolate e comer os famosos waffles belgas;

– domingo: segui direto para a Grote Markt, praça principal da cidade e é onde fica também o City Hall. Dali fui ver o bonequinho Manneken Pis e caminhando por ali, acabei encontrando alguns dos painéis de Tin-Tin que estão espalhados pela cidade. Comprei mais chocolates e fui para o aeroporto.

O Aeroporto de Bruxelas (IATA: BRU) é o maior aeroporto do país e está localizado a 16 km do centro da cidade. Por ser o principal aeroporto da Bélgica, as opções de transporte público são enormes, como trem, ônibus, táxi e hotel shuttles.

Eu acabei escolhendo ir de trem até Bruxelas. A estação está convenientemente localizada embaixo do terminal, no level -1, é só ir descendo as escadas rolante até o final.

Os trens saem a cada 20 minutos e param nas principais estações de Bruxelas, a Nord, Centraal e a Midi. Como o hotel que eu estava hospedada era próximo a Grote Markt, eu desci na Estação Central. O trajeto é bem curtinho, em pouco menos de 20 minutos eu tava no centro da cidade.

Ahh, importante não confundir os aeroportos, dependendo da cia aérea, normalmente as cias aéreas de baixo custo, como a Ryanair,  voam através do Aeroporto de Charleroi (IATA: CRL), um pouco mais longe do centro de Bruxelas.

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