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Áustria: Uma visita ao Swarovski Crystal World

Um dos lugares que eu estava mais ansiosa pra conhecer na Áustria era o Swarovski Crystal World, uma espécie de museu/exposição/loja onde é possível encontrar tudo o que pudermos imaginar relacionado a marca.

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O jeito mais fácil de chegar lá é ir até Innsbruck de trem e logo ao sair da estação de trem pela porta principal vai ter um ponto de ônibus indicando através de uma plaquinha que é ali mesmo onde devemos pegar o ônibus especial, o Kristallwelten Shuttle, que vai nos levar até a cidade de Wattens, onde fica o Swarovski Krystallwelten. O trajeto é relativamente curto, acho que não levamos mais do que 20 minutos pra chegar até lá.

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Um detalhe importante: esse ônibus tem as saídas programadas que acontecem a cada duas horas. Então os horários de saída a partir de Innsbruck começam a partir das 09:00 e os ônibus deixam a Swarovski a partir das 11:30. Então é sempre bom ficar ligado, pq o tempo de espera entre um ônibus e outro é enooorme!

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É possível comprar o ticket + o passe de ônibus com o motorista ou o ticket pode ser comprado ainda diretamente na bilheteria em frente da Swarovski Crystal World. Infelizmente ainda não é possível comprar os ingressos pela internet.

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O Mundo dos Cristais Swarovski foi criado em 1995, pelo artista austríaco Andre Heller em comemoração do aniversário dos 100 anos de existência da Swarovski. O projeto como um todo é surpreendente. A parte externa dispensa qualquer comentário, agradando ou não, pode-se dizer que já virou um outro ícone da marca.

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A parte interna também é bastante curiosa, já que o projeto foi desenvolvido como se fosse um labirinto subterrâneo formado por diversas alas, chamadas de Chambers of Wonder. Cada ala dessas mostra uma exibição especial desenvolvida por artistas diferentes e claro que todos os objetos são feitos com cristal!

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Existem diversas coisas interessantes pra ver por ali, como por exemplo:

Achei bem legal a ala em “formato de domo” totalmente coberta por espelhos e cristais, produzindo um efeito único e bem interessante…

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E essa árvore de Natal criação de Alexander McQueen, totalmente feita de cristais Swarovski? Perfeita!

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E ainda tem alguns trabalhos bem diferentes também, mas com uma explicação com uma certa lógica ou até mesmo com aplicações de cristais..

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Passamos por uma “floresta” feita de cristais…

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Mas uma das partes que eu mais gostei de conhecer foi a ala onde estavam algumas atrações turísticas mundialmente conhecidas, como o Taj Mahal na Índia, Empire State Building em NY, as Pirâmides de Gizé no Egito, entre outros. E acreditem, totalmente de cristal! Fiquei impressionadíssima!

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E pra terminar a visita, ainda passamos pelo Museu da Swarovski, onde além das explicações e curiosidades, estão expostos alguns objetos valiosissímos da marca.

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O império construído por Daniel Swarovski começou a muitos anos atrás quando ele ainda era criança e acompanhava o trabalho do seu pai que, além de ter uma fábrica de vidro, ainda confeccionava artesanalmente produtos feitos com cristais. Foi de tanto ver seu pai “sofrer” pra conseguir um corte perfeito e polir de forma satifsfatórias as pedras, que ele teve a idéia de criar uma máquina que permitisse um corte mais apurado e um jeito de polir melhor os produtos.

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O projeto da máquina deu certo e com isso, Daniel resolveu entrar de vez nesse ramo. A produção de jóias começou tímida e como podemos ver hoje em dia, a marca literamente conquistou o mundo.

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Com isso também surgiu a idéia de criar novos produtos e hoje em dia a Swarovski está presente em roupas (através de técnicas avançadas de aplicação atraves do calor) e em objetos de decoração. Anos mais tarde foi fundado o Atelie Daniel Swarovski em Paris. Uma das ultimas apostas da marca são na criação de objetos para casa, como castiçais, taças, travessas, centros de mesa, entre outros.

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E pra terminar a visita em grande estilo, fomos conhecer a maior loja da Swarovski do mundo. A loja realmente é enorme e é o único lugar onde é possível encontrar todas as coleções, tanto masculina quanto feminina, da marca. Isso sem esquecer da ala voltada para as crianças, os objetos de decoração (um mais lindo e perfeito que o outro) e ainda tinham os acessórios (inclusive capinha pro iphone feitas com detalhes em cristal). Tive que comprar uma! Achei a idéia excelente!

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Os produtos estão todos separados por tipo e cores. E ainda tem uma parte inteirinha dedicada as pedras avulsas, que podem ser encontradas de todas as cores e tamanhos possíveis. Assim, cada um pode criar os seus próprios colares, brincos e anéis. Fiquei enlouquecida quando vi essa parede forrada de pedras coloridas. Aproveitei pra comprar dois kits com três pedras cada um, um rosinha e um violeta.

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Ah, e também não posso deixar de mencionar a ala exclusiva frequentada especialmente por associados, mas que nós conseguimos visitar. Ali, além de um champagne bar, podemos ver em exposição produtos exclusivos feitos e vendidos apenas para os mais de 300 mil associados da marca.

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Muitas pessoas hoje em dia me perguntam: E ai, vale a visita? Siiiim, com toda a certeza! É bem verdade que algumas alas da exibição são meio estranhas, mas pra tudo tem uma explicação. As partes que eu achei que mais valeram a pena conhecer, além da loja (claro!), foi o museu, que conta de forma bem resumida como foi a trajetória da marca até hoje. Por isso, não deixe de conhecer a segunda atração mais visitada da Áustria, ficando atrás somente do Palácio de Schönbrunn.

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Obs.: O Swarovski Crystal World vai estar fechado no período de 04 a 15 de novembro de 2013 (ano passado também fechou pra manutenção nessa mesma época).

Como andar de trem na Áustria e entre a Suíça e a Áustria

Uma das coisas que mais fizemos nessa EuroTrip 2012 foi andar de trem. E motivos foi o que não faltou pra justificar essa escolha: muitas opções de destinos, horários, pontualidade, comodidade, eficiência, deslocamentos rápidos, entre outros.

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Então, nesse post eu vou escrever sobre a nossa experiência em nos deslocar de trem entre Zurique, na Suíça e Salzburgo, na Áustria, mas também vou aproveitar para escrever como foram os nossos deslocamentos entre Salzburgo e Innsbruck e de Salzburgo a Viena, já que o tipo de trem e os procedimentos foram os mesmos.

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Tanto a Suíça como a Áustria tem uma malha ferroviária de dar inveja. Todas as grandes cidades e praticamente todos os vilarejos desses dois países tem sua própria estação de trem, o que facilita muito os passeios entre essas cidades.

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A empresa responsável pelos trens na Suíça é a SBB – CFF – FFS, já na Áustria quem cuida desse departamento é a empresa ÖBB.

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→ As estações de trem

Estação Central de Zurique (Zürich HB) é a maior e uma das principais estações de trem da Suíça. Tem uma localização excelente, literalmente no meio da cidade e bem perto de todas as principais atrações da cidade. Em Zurique, praticamente tudo relacionado a transportes em geral (trens, trams e ônibus) estão reunidos ali ou nos seus arredores. Essa estação é relativamente grande, mas não é tão grande quanto a estação de Waterllo ou a Victoria Station em Londres, mas pros padrões suíços, eu diria que ela é gigante. Pra quem chega de avião ou de trem, inevitavelmente vai passar por ela. O balcão de informação tem funcionários bem prestativos e que nos fazem morrer de inveja, já que eles falam muitos idiomas (como por exemplo: alemão, francês, italiano, inglês e espanhol), o guiche de atendimento eu achei relativamente pequeno, muitas vezes as filas eram tão grandes que pra não perder tempo, quando nós precisavamos comprar algum ticket nós usamos as máquinas. O melhor horário pra comprar passagem diretamente nos guiches é a noite, mas só depois das 20:00, antes disso é praticamente impossível. Uma coisa que eu gostei MUITO, foi o fato de ter uma Sprüngli bem no meio da estação. Aproveitei pra passar ali todos os dias pra comprar alguma coisinha pra comer durante o day trip do dia. Mas pra quem acha que não vale a pena desembolsar uma certa fortuna por um lanche da Sprûngli, existem muitas outras opções de restaurantes e barraquinas vendendo todos os tipos de coisas, principalmente pretzels. A estação tem um andar subterraneo também, onde podemos encontrar muitas lojas, lojinhas de souvenirs, lanchonetes e os guarda-volumes.

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Estação Central de Salzburgo (Salzburg Hbf) também é a principal estação de trem da cidade. Ela fica um pouco mais afastada do centro da cidade, mas o transporte público é muito bom e eficiente. O deslocamento até o Centro Antigo de Salzburgo leva uns 10 minutos, mais ou menos. Quando nós estivemos lá, em outubro de 2012, a estação estava passando por uma reforma. A parte que já está pronta ficou super bonita e bem moderninha. Mesmo Salzburgo sendo considerada uma “cidade grande” na Áustria, a estação de trem é super pequena. Como em todas as estações da Europa, existem tanto os guichês como as máquinas pra comprar ou retirar os tickets comprados pela internet, inclusive tem uma parte dedicada especialmente pra venda de passagens pra Alemanha, com a DB Bahn, já que Salzburgo fica bem próximo da fronteira com a região da Bavária. Pra quem precisar comprar alguma coisa pra viagem, dentro da estação tem um supermercado, uma livraria e uma lojinha de souvernirs.

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Estação Central de Trem de Innsbruck (Innsbruck Hbf) ao contrario da estação de Salzburgo, a estação de Innsbruck ainda não passou por uma reforma. A sua localização é bem central, dá pra ir caminhando até o Centro Antigo da cidade, onde estão as principais atrações turísticas. Nessa estação também existe um supermercado, um Mc Donalds e mais algumas lojinhas. Junto a estação também fica o Terminal de ônibus da cidade.

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Estações de Trem de Viena: enquanto a estação de trem central de Viena (Südbahnhof) não fica pronta, as estações mais utilizadas atualmente pra quem chega a cidade vindo de trem, seja da Suíça, da Alemanha ou da Rep Tcheca vão ser as estação Westbahnhof ou a Meidling. Como nós chegamos na cidade vindos de Salzburgo, o desembarque foi feito na Westbahnhof, considerada uma das maiores estações de trem de Viena. São dois ou três andares, além parte dedicada ao sistema de metro da cidade. Nessa estação sim eu recomendo chegar com uma certa antecedência por dois motivos: como a estação é relativamente grande, pode ser um pouco confuso se deslocar por ali e pq existem varias lojas (de roupas, calçados, souvenirs e lanchonetes), parece até um shopping center. Quem vem do centro da cidade pra pegar algum trem ali, vai precisar subir dois andares por escadas rolante até chegar nas plataformas dos trens. Em horário de pico a estação também fica lotada e com fila pra tudo, inclusive pra subir as escadas. Então fica a dica: importantíssimo chegar com tempo pra não correr o risco de perder o trem!

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→ Onde comprar as passagens

As passagens de trem podem ser compradas de três maneiras: na internet, nas máquinas e nos guichês de atendimento. Quem preferir comprar os tickets pela internet como nós fizemos, a melhor opção é comprar diretamente no site da empresa responsável pelos trens de cada país. Na Suíça os tickets estão a venda no site da SBB – CFF – FFS  e na Áustria, podem ser encontrados no site da ÖBB.

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Assim como na grande maioria dos outros países europeus, as passagens de trem quando forem compradas pela internet, vão estar disponíveis apenas com 90 dias de antecedência da data desejada pra viagem.

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Lembro que quando começamos a organizar essa viagem, o site da ÖBB era a versão antiga, bem confusa de comprar os ingressos. Mas quando faltava uns 70 dias pra nossa viagem, eu entrei no site pra fazer os orçamentos e ver as opções de horários e qual não foi a minha surpresa ao ver que tudo tinha mudado. O site ficou excelente, muito mais fácil de navegar.

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Apenas faço um alerta pra quem for comprar as passagens por esse site da ÖBB com relação a reserva de assentos: essa opção está disponível mas ela fica meio “escondida”, bem no final da página.

→ As passagens de trem

Logo após comprar as passagens de trem pela internet, tanto no site da SBB quanto no site da ÖBB, nós recebemos um email com todas as passagens e um recibo da compra. As informações contidas nas passagens estavam todas escritas em alemão, o que muitas vezes não facilitava muito a nossa vida. Afinal, quem sabe qual é a palavra em alemão equivalente a plataforma, assento, vagão e coisas desse tipo?

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As passagens são nominais, ou seja, o nosso nome deve ser preenchido exatamente igualzinho como está no passaporte. Durante todas as viagens, os funcionários do trem passam conferindo as passagens e pedem pra verificar o nosso passaporte também.

Quanto ao recibo da compra, é importante levar junto, não pelo fato de que ele vá provar que realmente a passagem foi paga, mas pq é ali que estão todas as informações importantes da viagem, como horário de saida e chegada do trem, platarfoma, números dos nossos assentos e a classe escolhida (1st class ou standard).

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Quando os bilhetes são comprados na própria estação, todas as informações necessárias estão no próprio bilhete. Dentro do trem, nesse caso, nunca foi solicitado o nosso passaporte.

→ Primeira ou Segunda Classe

Como eu já comentei no inicio desse post, os deslocamentos que fizemos foram entre cidades principais. O primeiro trajeto foi entre Zurique e Salzburgo (trecho só de ida), fizemos também o trajeto entre Salzburgo e Innsbruck como um day trip (trechos de ida e volta) e por fim, o ultimo trajeto foi entre Salzburgo e Viena (apenas a ida).

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Sabiamos que o valor da passagem é um pouco mais caro quando comprado somente um trecho, mas não tivemos outra opção. Então o jeito foi se conformar com esse detalhe.

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Enquanto montavamos o roteiro, a primeira coisa que pesquisamos foi o tempo de viagem entre essas cidades, então baseado nisso definimos fazer o seguinte:

– trecho Zurique – Salzburgo compramos na 1 classe;

– trecho Salzburgo – Innsbruck compramos na 2 classe;

– trecho Salzburgo – Viena preferimos comprar na 1 classe também.

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Como nós tivemos a oportunidade de andar nas duas classes, foi possivel fazer um comparativo. Na verdade, o Railjet foi o trem usado em todos esses trajetos. Ele é um trem de alta velocidade e é super novinho. Exceto as diferenças obvias, ambas as classes são muito boas. As principais diferenças são:

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– na 1 classe ou 1st class: a configuração do vagão é 2-1, ou seja, 2 poltronas – corredor – 1 poltrona, as poltronas são de couro, tem mais espaço pras malas, existe um cardápio especial com diversas opções pra quem quer almoçar/jantar ou apenas fazer um lanchinho (o preço é bem tranquilo, não é nada um absurdo do tipo “impagavel”), tem tomada pra carregar celular/notebook e geralmente o vagão esta mais vazio.

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– na 2 classe ou standard class: a configuração do vagão é 2-2, ou seja, 2 poltronas – corredor – 2 poltronas, as poltronas são de tecido, um funcionário passa com um carrinho carregado de salgadinhos, bolachas, chocolates e bebidas e quase sempre todas as poltronas estão lotadas.

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– em ambas as classes: existe opção de 4 lugares com mesinha no meio e os bancos individuais ou duplos no sentido que o trem vai ou no sentido contrario. Ah, e em nenhuma das classes é oferecido internet wi-fi, seja incluido no valor da passagem ou como opção pra quem quiser comprar separado (como existe nos trens que fazem o trajeto entre Londres e Edimburgo).

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→ As paisagens pelo caminho

Todo mundo tá cansado de ouvir falar que o interior da Suíça é lindíssimo. Sim, isso é verdade! O interior da Áustria é igualmente bonito também. Portanto, esse trajeto entre a Suiça e a Áustria rendeu ótimas fotos, né?

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→ Reservas de assento

Em todos esses trechos que fizemos foi possível escolher o tipo de vagão que queriamos e reservar os nossos assentos e o melhor de tudo, sem custo extra. Nesse trem em especial, o Railjet, existem dois tipos de vagões, um com configuração de poltronas normais e outra pra deficientes fisicos ou visuais, que inclusive permitem acesso ao cão-guia no trem, com espaço reservado.

É altamente recomendado reservar os assentos, primeiro por questão de comodidade e em segundo lugar, principalmente pra quem vai viajar na segunda classe, já que ela costuma sempre estar lotada.

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Quem comprar as passagens pela internet, como nós fizemos, tem como reservar no próprio site das empresas da Suíça ou da Áustria. É importante ficar ligado no site da ÖBB, a empresa responsavel pelos trem da Áustria, pq o campo que precisamos marcar pra ter acesso a página vamos fazer escolher e reservar os nossos assentos fica meio escondida, como eu já comentei no inicio deste post. Sendo assim, se não prestar bem atenção, esse detalhe passa completamente despercebido. Digo isso, pq aconteceu com nós, quando eu fui comprar o trecho entre Viena e Praga. Depois pra conseguir reservar esses assentos foi um stress, tive que trocar milhões de emails e tive que confimar tudo mil vezes pra conseguir fazer isso. Então, muita calma e atenção nessa hora!

→ Distâncias

Aqui vai uma listinha com a distância e o tempo do trajeto feito com trem entre:

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Zurique a Salzburgo são 485km e o tempo de viagem é de 5 horas e 18 minutos em trem direto e de alta velocidade (railjet), se tiver conexão, o tempo pode ser ainda maior.

Salzburgo a Innsbruck são 165 km e o tempo de viagem é de 1 hora e 49 minutos, fazendo o trajeto com trem direto e de alta velocidade (railjet).

Salzburgo a Viena são 315 km e o tempo de viagem fica em 2 horas e 22 minutos, em um trajeto direto e feito com trem de alta velocidade (railjet)

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→ Bagagens

Uma das maiores vantagens de viajar de trem na Europa é com relação a bagagem. Como as bagagens não são pesadas e geralmente não há uma politica muito rigida com relação a esse assunto, é possivel viajar com nossas malas sem preocupações extras.

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Nos trajetos entre Zurique e Salzburgo e Salzburgo e Viena, nós tivemos que levar as nossas malas junto, então mesmo com os nossos assentos reservados, nós preferimos chegar com uma certa antecedência, em torno de uns 20 a 30 minutos, pra conseguir colocar nossas malas nos lugares apropriados.

Uma outra dica legal é, pra quem resolver reservar os assentos, a informação de onde estão os locais especiais pra colocar as malas estão indicados, então é sempre bom escolher as poltronas próximas a esses lugares. Não que as pessoas vão roubar as malas, mas é sempre bom não dar bobeira e ficar de olho, né?

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Já no trecho entre Salzburgo e Innsbruck que nos fizemos como um day trip, não levamos as malas, então não precisamos nos preocupar com esse detalhe.

Na Escócia (e no Reino Unido em geral) a configuração do lugar pras malas são sempre nas extremidades de cada vagão, mas nesse trem em especial (Railjet), esses lugares estavam disponiveis tanto nas duas extremidades como no meio do vagão.

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→ Outras considerações

– importante guardar o bilhete até o final da viagem. Por exemplo no trajeto entre Zurique e Salzburgo, que foi mais longo, o funcionário passou conferir nossas passagens 2 vezes;

– não é necessário fazer check-in e não precisamos ser revistados como acontece em aeroportos;

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– é só chegar com pelo menos 20 minutos de antecedência (e na estação de trem Westbahnhof em Viena com uns 30 minutos de antecedência) apenas pra conferir a plataforma no painel principal e ter tempo para se deslocar até lá com calma;

–  nas estações existem banheiros masculino e feminino. São bem limpos, tem papel higiênico e sabonete. E em todas as estações de trem da Suíça é preciso pagar pra usar o banheiro, já nas da Áustria eu não percebi (se alguém tiver essa informação, favor compartilhar!);

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– ambas as empresas de trem, tanto da Suíça como da Áustria tem aplicativos para o celular que ajudam muito durante a viagem, especialmente quando for um day trip, onde é possível comprar o trecho da volta sem definir o horário. Nesse caso, o aplicativo ajuda bastante a se programar e não perder muito tempo esperando o próximo trem.

Roteiro: EuroTrip 2012 – Post Indrodução

Esse ano demorou pra passar, nem acreditei quando finalmente o dia 16 de outubro chegou e com isso a nossa EuroTrip 2012 começou! Mesmo eu já tendo morado em Edimburgo e viajado bastante nesse período, eu tava super nervosa (muito nervosa mesmo), principalmente na semana que antecedeu a viagem. Não sei exatamente o pq, já que eu tinha organizado, reorganizado, verificado, verificado tudo de novo, mas mesmo assim sempre tinha aquela sensação de que eu estava esquecendo de salvar os arquivos no email ou de imprimir alguma coisa importante. Vai entender!

Bom, eu já tinha escrito um post sobre o que basicamente iriamos fazer por lá, mas claro que os ajustes finais no roteiro só seriam possíveis depois de checar a previsão do tempo, que quer queira ou não, é um dos fatores mais importantes dependendo da atividade fossemos fazer.

Nessa viagem também eu resolvi inovar em dois quesitos:

– Primeiro: comprei passagem, reservei hotel, comprei as passagens de trem, os shows, concertos, musicais, enfim, comprei tudo por conta própria, ou seja, eu não utilizei agência de viagem em nenhuma etapa da programação das nossas férias (exceto o seguro viagem). Talvez isso explique um pouco o pq do meu nervossismo em excesso, se algo saísse errado eu teria que me virar pra resolver tudo sozinha. Mas graças a Deus, deu tudo super certo!

– Segundo: viajar com apenas uma bolsa e uma mala que se enquadrasse dentro do perfil para levar como bagagem de mão. Pra mim essa viagem teve a duração de exatos 30 dias (incluindo a viagem a Edimburgo que eu acabei decidindo ir de ultima hora), então quando a viagem já estava chegando lá pelo 20º dia, eu não aguentava mais ver nenhuma das minhas roupas! Parece exagero? Mas isso é a mais pura verdade.

Zurique

Mas vamos ao que interessa, o roteiro. A ordem da viagem permaneceu a mesma, claro. Só que com a previsão do tempo checada, podemos definir o que seria feito em cada dia. Entao basicamente ficou assim:

– 4 dias na Suíça: no primeiro dia fomos para o Liechtenstein já que teoricamente era o unico dia que marcava sol, e como ficariamos a maior parte do tempo andando ao ar livre por Vaduz (a capital), achamos que seria uma ótima escolha ir lá primeiro. A noite assistimos uma apresentação de ballet na Opernhaus em Zurique. No próximo dia, resolvemos ir pra Lucerna e subir nos Montes Pilatus e Stanserhorn. No terceiro dia fomos para Berna, a capital da Suíça e no ultimo dia ficamos em Zurique.

Castelo de Vaduz

O trecho entre Zurique e Salzburgo (nosso próximo destino) nos fizemos de trem. E mesmo tendo comprado as nossas passagens no site da SBB, empresa de trem da Suíça, nos acabamos fazendo esse trecho com a OBB, que é a empresa austriaca. Esse trecho apesar de looongo, algo em torno de quase 5 horas, nos nem vimos o tempo passar. As paisagens são lindíssimas e pode até parecer um exagero ficar sentada por quase 5 horas dentro de um trem, mas nos estavamos dando graças a Deus em poder descansar os nossos pés por um tempo.

Stanserhorn

– 4 dias em Salzburgo: no primeiro dia fomos para Innsbruck e subimos no Nordkette. A noite fomos assitir uma apresentação de música clássica na Sala de Marmore no Palácio de Mirabel. No dia seguinte, resolvemos fazer uma loucura inexplicável, que só de lembrar fico lamentando que o resultado final não foi 100%. Daqui uns dias quando escrever sobre esse passeio, todo mundo vai entender direitinho o que aconteceu. No terceiro dia fomos até a cidadezinha de Wattens, que é onde fica o museu/loja/fábrica da Swarovski. No ultimo dia ficamos em Salzburgo.

Os ursos em Berna

O deslocamento de Salzburgo pra Viena nos fizemos de trem também, com a empresa OBB, que é austriaca. O trajeto entre Salzburgo e Viena é mais curto, são apenas 2 horas e 40 minutos.

Nesse dia que fomos de Salzburgo pra Viena, aproveitamos pra dormir até um pouco mais tarde e descansar um pouco. Chegamos em Viena era meia tarde (15:44) e o único compromisso do dia era assistir a um Ballet, Quebra Nozes, na Staatsoper (Ópera Estatal de Viena).

Innsbruck

– 5 dias em Viena: onde ficamos 4 dias inteiros em Viena e fizemos um day trip para Bratislava, na Eslováquia.

Como eu já tinha escrito aqui no blog, nessa altura das férias a viagem teve duas direções: meus pais, meu irmão e minha cunhada foram pra Praga e eu fui pra Munique. O deslocamento entre Viena – Munique e Viena – Praga foi feito de trem. O tempo de viagem entre Viena e essas duas cidades é praticamente o mesmo, 4 horas e 4 horas e 30 minutos, respectivamente. Ambos os trajetos foram feitos com a empresa Austriaca OBB.

Café Sacher

– 2 dias em Praga: meus pais, meu irmão e minha cunhada ficaram só em Praga mesmo. Todos eles adoraram a cidade. Como eu já tinha ido lá no meu aniver de 2010, eu preferi passar a vez e fui me aventurar em outras terras. Mais pra frente vem um post sobre o que eles fizeram por lá.

Bratislava

– 3 dias em Munique: na verdade eu fiquei dois dias em Munique, sendo que em uma das manhãs eu fui pra Dachau, pra conhecer o campo de concentração e no terceiro e ultimo dia eu fui pra Nuremberg.  O que eu “vi” em Dachau e Nuremberg são partes lamentaveis da história da Alemanha, mas apesar de tudo, ambos os lugares se completam e deu pra entender direitinho esse terrivel capitulo dessa história. Bem interessante!

Munique e Dachau

– 5 dias em Londres: desses 5 dias programados pra Londres, 4 dias eu fiquei inteiros na cidade, sendo que em dois desses dias eu fui no WTM, World Travel Market, uma das maiores feiras de turismo do mundo. Ainda consegui assistir o Musical Let it Be, que presta uma homenagem aos 50 anos dos Beatles. Já no outro dia fiz um day trip para Norwich, a cidade da mostarda inglesa! Claro que os 4 dias que passei em Londres mal deram pro gasto. Tá ai uma cidade que eu poderia passar o resto da minha vida que não faltariam opções do que fazer!

Chá das 17:00 na Harrods

E aos 47 minutos do segundo tempo eu mudei minha passagem de volta pro Brasil e peguei um trem rumo a Edimburgo, na Escócia!!!!!!! Nem acreditei que em menos de um ano depois de ter deixado a cidade pra voltar para o Brasil, lá estava eu de volta! Claro que eu não poderia deixar passar a oportunidade de voltar lá! Então, como eu já estava ali pertinho, resolvi aliar a desculpa de que o meu aniver estava próximo (dia 15 de novembro, feriadão no Brasil) e a super vontade de voltar lá, eu pensei: Pq não? Dei um jeito e organizei toda a programação no trem e quer saber? Como muita coisa eu já sabia como fazer, como organizar e tudo mais, foi bem tranquilo. As 4 horas e 22 minutos do trajeto entre Londres e Edimburgo passaram voando e graças a boa qualidade do wi-fi dos trens da East Coast eu consegui reservar todos os passeios! Mesmo tendo sido apenas 4 dias inteiros e um pela metade, o que significa que foi super hiper mega rápido, eu adorei ter voltado a minha 2 casa (ou seria 3 casa? Curitiba não pode ficar de fora)!!

A programação em terras Escocesas ficou assim: no primeiro dia fiz um day trip para St Andrews, no dia seguinte fui para a região chamada de The Borders e nos ultimos dias fiquei em Edimburgo.

Norwich Cathedral

No total foram 6 7 países (Suíça, Liechtenstein, Áustria, Bratislava Eslováquia, Alemanha, Inglaterra e Escócia) pra mim e pro restante do pessoal lá de casa foram 6 países. Apesar de a grande maioria deles serem vizinhos (exceto Inglaterra e Escócia), as diferenças culturais são enormes. A estrutura de aeroportos, estrações de trem, os proprios trens e o transporte publico em geral são espetaculares.

A unica reclamação que temos a fazer é que em muitos museus e restaurantes na Áustria e na Alemanha as legendas são apresentadas apenas em alemão, o que não facilita muito a nossa vida, né?!?!

St Andrews, na Escócia

Nossa opinião final sobre o nosso roteiro: Nos gostamos muito de conhecer todos as cidades por onde passamos. Montamos base em cidades estrategicas e tentamos aproveitar ao máximo nossos dias fazendo bate e volta. Essa foi a primeira viagem em familia que incluimos várias cidades no roteiro para um bate e volta. Hoje em dia depois de voltar da viagem e fazer aquela analise geral de tudo o que fizemos por lá, chegamos a conclusão que mudariamos apenas duas coisas nesse roteiro: precisariamos ter tido um dia a mais na Suíça e ao invés de ficar 4 dias em Salzburgo, nos deveriamos ter dividido essa parte da viagem da seguinte forma: 2 dias em Innsbruck e 2 dias em Salzburgo. Se fosse dessa forma teria ficado perfeito! Mas de qualquer forma, o importante é que deu tudo certo e nos aproveitamos muito!

Ah, e é claro que eu poderia ter ficado mais tempo em Edimburgo também, não seria nada mal, não é mesmo?!?!?! =)))

Obs.: Como já deu pra perceber, nos próximos meses vamos ter assunto de sobra aqui no blog!

Roteiro: EuroTrip 2012

Are yoooouuuu ready?? Please, prepare for take off!! =))

Nossa, nem acredito que esse dia chegou!!! Quando este post for ao ar, espero já ter desembarcado no aeroporto de Heathrow e já ter pego a minha conexão rumo a Zurique, na Suíça!

Claro que o plano inicial dessa viagem não incluia a minha pessoa, afinal, eu já tinha viajado toda a minha cota para os próximos 10 anos, segundo o meu pai. Mas seria impossível eu me conformar calada, bati o pé e consegui! Eu vou também! o/

Não teria a menor graça eu organizar toda a viagem pra eles, comprar todos os tickets e ficar de fora, não é mesmo?

Essa viagem vai ser em familia, portanto, estaremos em 5 pessoas no total, além dos meus pais e meu irmão, a minha cunhada vai também!

Nós resolvemos fazer trechos diferentes com cias aéreas diferentes pq apesar da viagem ser em familia, o final dessa viagem não vai ser o mesmo pra todo mundo.

Sendo assim, eu vou viajar de British Airways e o restante do pessoal vai de TAP. Ambos vamos precisar fazer conexão para chegar no nosso destino final (ou seria incial?) que será Zurique, na Suíça.

Então, o roteiro dessa viagem ficou assim:

– 4 dias na Suíça (na parte alemã do país), com direito a um day trip para o Liechtenstein. Ainda vamos assitir um espetáculo de ballet por lá também;

De Zurique vamos pegar um trem com a SBB até Salzburgo, na Áustria.

– 4 dias em Salzburgo, sendo que ficaremos 2 dias inteiros na cidade e nos outros dois dias faremos passeios pela região;

De Salzburgo até Viena vamos nos deslocar de trem também, dessa vez vamos com a empresa austriaca ÖBB.

– 5 dias em Viena, onde ficaremos 4 dias inteiros na cidade e um dia vamos para Bratislava, na Eslováquia. E realizando o sonho da minha mãe, vamos assistir um concerto na Sala Dourada, no Musikverein.

A partir desse momento, a viagem vai ter duas direções:

– meus pais, meu irmão e minha cunhada seguem para Praga, antes de pegarem o voo de volta ao Brasil;

–  e eu? bom, a minha viagem ainda não termina por aqui.. vem mais coisas por ai! No momento certo eu conto os detalhes!

Ah, e pra quem acha que o blog vai ficar as moscas nesse tempo da viagem, o blog não vai ficar abandonado não. Alguns posts estão programados para ir ao ar nos próximos dias. E o assunto? Edimburgo e Paris!!

Obs.: no decorrer da viagem, quando possível, eu vou atualizando o Facebook e o Twitter com as novidades!

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