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O dia que eu não vi o Castelo de Neuschwanstein

Esse post não é uma piada, infelizmente!

O dia tinha tudo pra ser mais um daqueles dias maravilhosos de céu azul, sem uma nuvem e com um sol radiante. Só que não. A semana toda em que estivemos na Suíça e fizemos os day trips pra Lucerna pra visitar o Monte Pilatus e o Monte Stanserhorn  e o dia que fomos a Innsbruck pra visitar o Nordkette, os dias amanheceram como naquele dia, com uma nevoa que no meio da manhã já tinha ido embora. Mas nesse dia em que fomos até Füssen pra conhecer o Castelo de Neuschwanstein, o final da história não foi o mesmo. Enfim…

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Lembro exatamente do dia em que ouvi falar pela primeira vez de Füssen e seus castelos. Foi numa reportagem feita pelo Marcos Losekann que passou no jornal hoje alguns anos atrás. Desde então, eu sempre quis ir até lá pra fotografar o Castelo de Neuschwanstein do alto da ponte Marienbrücke.

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Visitar o Castelo de Neuschwanstein a partir de Munique é uma ótima opção. E foi isso que fizemos. O passe que nos compramos pra fazer o trajeto de trem entre Munique e Füssen foi o Bayern Ticket, um bilhete que permite que até 5 pessoas viagem juntas pagando apenas 20,00 euros (ida e volta).

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Trem entre Munique e Füssen, horrivel e sujo.

Trem entre Munique e Füssen, horrivel e sujo.

O trem com destino a Füssen, sai da Estação de Trem Central de Munique (Hauptbahnhof) e 2 horas depois estamos desembarcando em Füssen. Saindo da estação de trem de Füssen, logo ao lado vão estar estacionados os ônibus que fazem o trajeto até a cidade de Hohenschwangau, nosso destino final. Os ônibus que nos levam até lá são os de número RVA/OVG 73 ou RVA/OVG 78 e acompanhando a multidão, descemos na parada chamada “Hohenschwangau”. Esse trajeto é bem rapidinho, dura menos que 10 minutos e o ticket pode ser comprado com o motorista do ônibus antes da partida.

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Chegando no vilarejo de Hohenschwangau, o ônibus para bem em frente a uma lojinha de souvenirs e um restaurante, mas não é nesse lugar que temos que comprar os ingressos. Inclusive tem uma placa gigante alertando os turistas que não é ali que se troca ou compra os tickets para visitar os castelos. É preciso subir uma estradinha (lado direito) até chegar no centrinho daquela região, que é onde vai estar o Ticket Center.

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Os tickets pra entrar no Castelo de Neuschwanstein e no Castelo de Hohenschwangau podem ser reservados pela internet mediante o pagamento de uma pequena taxa, ou ainda, podem ser comprados lá na hora mesmo. Nos compramos lá na hora, mas apenas pra visitar o Castelo de Neuschwantein.

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Bem ao lado do ticket office, no alto de uma pequena colina, fica o Castelo de Hohenschwangau que foi construído no inicio do século 19 a mando do rei Maximilian II da Bavária para o seu filho, Ludwig II da Bavária. O futuro rei da Bavária, Ludwig II, morou ali quando era criança. Infelizmente nos não visitamos esse castelo.

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E também muito perto do ticket office fica o ponto de ônibus que nos leva até as proximidades do Castelo de Neuschwanstein. O ticket para esse ônibus também pode ser comprado diretamente com o motorista e tem preços diferentes na ida e na volta. Vai entender!! Pra não perder tempo, na ida nos fomos de ônibus e na volta, não descemos a pé, mas não por opção e sim, pq o ultimo horário do ônibus não respeita (e coincide) com o final do nosso tour.

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Ao chegar no topo da colina onde esta o castelo, existem duas trilhas que podemos fazer: uma que nos leva até a ponte Marienbrücke, que recebeu esse nome em  homenagem a  Maria da Prússia. Dizem que ali é um dos melhores lugares pra fotografar o castelo por inteiro. E.. essa foto vai ficar pra uma próxima vez, infelizmente!!!!

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A segunda trilha leva até o cartão postal mais fotografado da Alemanha, o Castelo de Neuschwanstein (Schloss Neuschwanstein)que  fica na região da Bavária, praticamente na fronteira com a Áustria. Esse trajetinho leva uns 10 minutos caminhando, ai é só aguardar a vez do grupo e horário em que fomos incluidos ser anunciado.

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Existem tour em inglês ou alemão com guia e quem preferir pegar o audio-guide, existem outras opções de idimoas para acompanhar o tour também. Ao meu ver, o único problema de fazer o tour com um guia, como nos fizemos, é que o grupo era muito grande e se a gente não ficasse perto do guia, não dava pra escutar direito o que ela falava.

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O tour começa no prédio principal chamado de Palais, no hall de entrada tem um busto do rei Ludwig II. É nessa hora em que a guia passa algumas informações gerais sobre o castelo e avisa: o tour tem duração de uns 40 minutos e não é permitido bater fotos do interior do castelo.

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O castelo foi construído na segunda metade do século 19, mais precisamente em 1864 a mando do Rei Ludwig II da Bavária. Logo que ficou pronto, o castelo recebeu o nome de Novo Castelo Hohenschwangau e permaneceu assim até a morte de Ludwig e somente alguns anos mais tarde é que o seu nome foi alterado para Castelo de Neuchwanstein.

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O rei Ludwig II morava sozinho nesse castelo, já que ele nunca se casou e também não teve filhos. Ninguém da sua família se mudou pra lá, já que todos os outros parentes continuavam morando no Castelo de Hohenschwangau.

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O Castelo é enorme, porém só temos acesso a poucas alas que estão no primeiro e no quarto andar, pois muitas coisas não tinham sido concluídas a tempo e o rei Ludwig II morreu sem ter visto o castelo ficar totalmente pronto.

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De todas as alas que visitamos, certamente as que mais chamam a atenção são: a sala do trono, os apartamentos reais, a gruta interna do castelo e o hall dos cantores.

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A sala do trono tinha uma decoração rica em detalhes. O que mais chama atenção são os 12 apostolos esculpidos na parede, o piso feito totalmente de mosaicos ilustrando animais encontrados na região da Bavária e o lustre em formato de coroa que iluminava o ambiente utilizando velas. Também não da pra deixar de reparar a falta do trono, motivo pelo qual a sala tinha ficado incompleta.

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Para chegar nos aposentos reais, passamos por outras alas privativas que eram usadas pelo rei Ludwig II, como o seu escritório por exemplo. O suite real é uma coisa de outro mundo, 100% efeitada. Além da cama e dos moveis de madeira escusro, o teto era totalmente efeitado com torres de várias igrejas góticas e personagens celtas. O quarto tinha um banheiro privado, com água canalizada vindo das montanhas e pasmem, tinha até um sistema de descarga, uma das primeiras a aparecer em um castelo europeu.

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Antes de chegar a gruta interna, passamos pela sala dos cisnes, onde ficava a biblioteca privada do rei. Essa sala era totalmente enfeitada com cisnes, inclusive com detalhes nas portas. A gruta é super bonita e da um charme extra ao castelo, pois além das formações em estalactites e estalagmites, ainda podemos ver uma pequena cascata ali.

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O hall dos cantores só pode ser definido com uma palavra: impressionante! O rei mandou construir essa sala para que ali fossem realizadas apresentações musicais, principalmente ópera (as suas preferidas) que na época era a unica forma de entreter o rei e seus convidados. O grande destaque da sala está no palco, o painel de fundo, que representa a bela Floresta Negra.

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E por fim, pra terminar a visita, ainda passamos pela cozinha do castelo e por uma enorme maquete do Castelo de Neuschwanstein antes de chegar a lojinha de souvernis.

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Em resumo, apesar de ser uma construção relativamente antiga, o Castelo de Neuschwanstein possuia um tecnologia super moderna pra aquela época, como por exemplo: máquinas de vapor elétrico, ventilação central, canalização de água e aquecimento interno. Como não vimos o castelo por fora, ao menos o seu interior não deixou a desejar, mas mesmo assim, a visita ainda não está completa. A única coisa que sei é que preciso voltar e logo!

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Roteiro: EuroTrip 2012 – Post Indrodução

Esse ano demorou pra passar, nem acreditei quando finalmente o dia 16 de outubro chegou e com isso a nossa EuroTrip 2012 começou! Mesmo eu já tendo morado em Edimburgo e viajado bastante nesse período, eu tava super nervosa (muito nervosa mesmo), principalmente na semana que antecedeu a viagem. Não sei exatamente o pq, já que eu tinha organizado, reorganizado, verificado, verificado tudo de novo, mas mesmo assim sempre tinha aquela sensação de que eu estava esquecendo de salvar os arquivos no email ou de imprimir alguma coisa importante. Vai entender!

Bom, eu já tinha escrito um post sobre o que basicamente iriamos fazer por lá, mas claro que os ajustes finais no roteiro só seriam possíveis depois de checar a previsão do tempo, que quer queira ou não, é um dos fatores mais importantes dependendo da atividade fossemos fazer.

Nessa viagem também eu resolvi inovar em dois quesitos:

– Primeiro: comprei passagem, reservei hotel, comprei as passagens de trem, os shows, concertos, musicais, enfim, comprei tudo por conta própria, ou seja, eu não utilizei agência de viagem em nenhuma etapa da programação das nossas férias (exceto o seguro viagem). Talvez isso explique um pouco o pq do meu nervossismo em excesso, se algo saísse errado eu teria que me virar pra resolver tudo sozinha. Mas graças a Deus, deu tudo super certo!

– Segundo: viajar com apenas uma bolsa e uma mala que se enquadrasse dentro do perfil para levar como bagagem de mão. Pra mim essa viagem teve a duração de exatos 30 dias (incluindo a viagem a Edimburgo que eu acabei decidindo ir de ultima hora), então quando a viagem já estava chegando lá pelo 20º dia, eu não aguentava mais ver nenhuma das minhas roupas! Parece exagero? Mas isso é a mais pura verdade.

Zurique

Mas vamos ao que interessa, o roteiro. A ordem da viagem permaneceu a mesma, claro. Só que com a previsão do tempo checada, podemos definir o que seria feito em cada dia. Entao basicamente ficou assim:

– 4 dias na Suíça: no primeiro dia fomos para o Liechtenstein já que teoricamente era o unico dia que marcava sol, e como ficariamos a maior parte do tempo andando ao ar livre por Vaduz (a capital), achamos que seria uma ótima escolha ir lá primeiro. A noite assistimos uma apresentação de ballet na Opernhaus em Zurique. No próximo dia, resolvemos ir pra Lucerna e subir nos Montes Pilatus e Stanserhorn. No terceiro dia fomos para Berna, a capital da Suíça e no ultimo dia ficamos em Zurique.

Castelo de Vaduz

O trecho entre Zurique e Salzburgo (nosso próximo destino) nos fizemos de trem. E mesmo tendo comprado as nossas passagens no site da SBB, empresa de trem da Suíça, nos acabamos fazendo esse trecho com a OBB, que é a empresa austriaca. Esse trecho apesar de looongo, algo em torno de quase 5 horas, nos nem vimos o tempo passar. As paisagens são lindíssimas e pode até parecer um exagero ficar sentada por quase 5 horas dentro de um trem, mas nos estavamos dando graças a Deus em poder descansar os nossos pés por um tempo.

Stanserhorn

– 4 dias em Salzburgo: no primeiro dia fomos para Innsbruck e subimos no Nordkette. A noite fomos assitir uma apresentação de música clássica na Sala de Marmore no Palácio de Mirabel. No dia seguinte, resolvemos fazer uma loucura inexplicável, que só de lembrar fico lamentando que o resultado final não foi 100%. Daqui uns dias quando escrever sobre esse passeio, todo mundo vai entender direitinho o que aconteceu. No terceiro dia fomos até a cidadezinha de Wattens, que é onde fica o museu/loja/fábrica da Swarovski. No ultimo dia ficamos em Salzburgo.

Os ursos em Berna

O deslocamento de Salzburgo pra Viena nos fizemos de trem também, com a empresa OBB, que é austriaca. O trajeto entre Salzburgo e Viena é mais curto, são apenas 2 horas e 40 minutos.

Nesse dia que fomos de Salzburgo pra Viena, aproveitamos pra dormir até um pouco mais tarde e descansar um pouco. Chegamos em Viena era meia tarde (15:44) e o único compromisso do dia era assistir a um Ballet, Quebra Nozes, na Staatsoper (Ópera Estatal de Viena).

Innsbruck

– 5 dias em Viena: onde ficamos 4 dias inteiros em Viena e fizemos um day trip para Bratislava, na Eslováquia.

Como eu já tinha escrito aqui no blog, nessa altura das férias a viagem teve duas direções: meus pais, meu irmão e minha cunhada foram pra Praga e eu fui pra Munique. O deslocamento entre Viena – Munique e Viena – Praga foi feito de trem. O tempo de viagem entre Viena e essas duas cidades é praticamente o mesmo, 4 horas e 4 horas e 30 minutos, respectivamente. Ambos os trajetos foram feitos com a empresa Austriaca OBB.

Café Sacher

– 2 dias em Praga: meus pais, meu irmão e minha cunhada ficaram só em Praga mesmo. Todos eles adoraram a cidade. Como eu já tinha ido lá no meu aniver de 2010, eu preferi passar a vez e fui me aventurar em outras terras. Mais pra frente vem um post sobre o que eles fizeram por lá.

Bratislava

– 3 dias em Munique: na verdade eu fiquei dois dias em Munique, sendo que em uma das manhãs eu fui pra Dachau, pra conhecer o campo de concentração e no terceiro e ultimo dia eu fui pra Nuremberg.  O que eu “vi” em Dachau e Nuremberg são partes lamentaveis da história da Alemanha, mas apesar de tudo, ambos os lugares se completam e deu pra entender direitinho esse terrivel capitulo dessa história. Bem interessante!

Munique e Dachau

– 5 dias em Londres: desses 5 dias programados pra Londres, 4 dias eu fiquei inteiros na cidade, sendo que em dois desses dias eu fui no WTM, World Travel Market, uma das maiores feiras de turismo do mundo. Ainda consegui assistir o Musical Let it Be, que presta uma homenagem aos 50 anos dos Beatles. Já no outro dia fiz um day trip para Norwich, a cidade da mostarda inglesa! Claro que os 4 dias que passei em Londres mal deram pro gasto. Tá ai uma cidade que eu poderia passar o resto da minha vida que não faltariam opções do que fazer!

Chá das 17:00 na Harrods

E aos 47 minutos do segundo tempo eu mudei minha passagem de volta pro Brasil e peguei um trem rumo a Edimburgo, na Escócia!!!!!!! Nem acreditei que em menos de um ano depois de ter deixado a cidade pra voltar para o Brasil, lá estava eu de volta! Claro que eu não poderia deixar passar a oportunidade de voltar lá! Então, como eu já estava ali pertinho, resolvi aliar a desculpa de que o meu aniver estava próximo (dia 15 de novembro, feriadão no Brasil) e a super vontade de voltar lá, eu pensei: Pq não? Dei um jeito e organizei toda a programação no trem e quer saber? Como muita coisa eu já sabia como fazer, como organizar e tudo mais, foi bem tranquilo. As 4 horas e 22 minutos do trajeto entre Londres e Edimburgo passaram voando e graças a boa qualidade do wi-fi dos trens da East Coast eu consegui reservar todos os passeios! Mesmo tendo sido apenas 4 dias inteiros e um pela metade, o que significa que foi super hiper mega rápido, eu adorei ter voltado a minha 2 casa (ou seria 3 casa? Curitiba não pode ficar de fora)!!

A programação em terras Escocesas ficou assim: no primeiro dia fiz um day trip para St Andrews, no dia seguinte fui para a região chamada de The Borders e nos ultimos dias fiquei em Edimburgo.

Norwich Cathedral

No total foram 6 7 países (Suíça, Liechtenstein, Áustria, Bratislava Eslováquia, Alemanha, Inglaterra e Escócia) pra mim e pro restante do pessoal lá de casa foram 6 países. Apesar de a grande maioria deles serem vizinhos (exceto Inglaterra e Escócia), as diferenças culturais são enormes. A estrutura de aeroportos, estrações de trem, os proprios trens e o transporte publico em geral são espetaculares.

A unica reclamação que temos a fazer é que em muitos museus e restaurantes na Áustria e na Alemanha as legendas são apresentadas apenas em alemão, o que não facilita muito a nossa vida, né?!?!

St Andrews, na Escócia

Nossa opinião final sobre o nosso roteiro: Nos gostamos muito de conhecer todos as cidades por onde passamos. Montamos base em cidades estrategicas e tentamos aproveitar ao máximo nossos dias fazendo bate e volta. Essa foi a primeira viagem em familia que incluimos várias cidades no roteiro para um bate e volta. Hoje em dia depois de voltar da viagem e fazer aquela analise geral de tudo o que fizemos por lá, chegamos a conclusão que mudariamos apenas duas coisas nesse roteiro: precisariamos ter tido um dia a mais na Suíça e ao invés de ficar 4 dias em Salzburgo, nos deveriamos ter dividido essa parte da viagem da seguinte forma: 2 dias em Innsbruck e 2 dias em Salzburgo. Se fosse dessa forma teria ficado perfeito! Mas de qualquer forma, o importante é que deu tudo certo e nos aproveitamos muito!

Ah, e é claro que eu poderia ter ficado mais tempo em Edimburgo também, não seria nada mal, não é mesmo?!?!?! =)))

Obs.: Como já deu pra perceber, nos próximos meses vamos ter assunto de sobra aqui no blog!

Roteiro: EuroTrip 2012

Are yoooouuuu ready?? Please, prepare for take off!! =))

Nossa, nem acredito que esse dia chegou!!! Quando este post for ao ar, espero já ter desembarcado no aeroporto de Heathrow e já ter pego a minha conexão rumo a Zurique, na Suíça!

Claro que o plano inicial dessa viagem não incluia a minha pessoa, afinal, eu já tinha viajado toda a minha cota para os próximos 10 anos, segundo o meu pai. Mas seria impossível eu me conformar calada, bati o pé e consegui! Eu vou também! o/

Não teria a menor graça eu organizar toda a viagem pra eles, comprar todos os tickets e ficar de fora, não é mesmo?

Essa viagem vai ser em familia, portanto, estaremos em 5 pessoas no total, além dos meus pais e meu irmão, a minha cunhada vai também!

Nós resolvemos fazer trechos diferentes com cias aéreas diferentes pq apesar da viagem ser em familia, o final dessa viagem não vai ser o mesmo pra todo mundo.

Sendo assim, eu vou viajar de British Airways e o restante do pessoal vai de TAP. Ambos vamos precisar fazer conexão para chegar no nosso destino final (ou seria incial?) que será Zurique, na Suíça.

Então, o roteiro dessa viagem ficou assim:

– 4 dias na Suíça (na parte alemã do país), com direito a um day trip para o Liechtenstein. Ainda vamos assitir um espetáculo de ballet por lá também;

De Zurique vamos pegar um trem com a SBB até Salzburgo, na Áustria.

– 4 dias em Salzburgo, sendo que ficaremos 2 dias inteiros na cidade e nos outros dois dias faremos passeios pela região;

De Salzburgo até Viena vamos nos deslocar de trem também, dessa vez vamos com a empresa austriaca ÖBB.

– 5 dias em Viena, onde ficaremos 4 dias inteiros na cidade e um dia vamos para Bratislava, na Eslováquia. E realizando o sonho da minha mãe, vamos assistir um concerto na Sala Dourada, no Musikverein.

A partir desse momento, a viagem vai ter duas direções:

– meus pais, meu irmão e minha cunhada seguem para Praga, antes de pegarem o voo de volta ao Brasil;

–  e eu? bom, a minha viagem ainda não termina por aqui.. vem mais coisas por ai! No momento certo eu conto os detalhes!

Ah, e pra quem acha que o blog vai ficar as moscas nesse tempo da viagem, o blog não vai ficar abandonado não. Alguns posts estão programados para ir ao ar nos próximos dias. E o assunto? Edimburgo e Paris!!

Obs.: no decorrer da viagem, quando possível, eu vou atualizando o Facebook e o Twitter com as novidades!

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