Archive | dezembro 2012

Todas as opções de transporte entre Londres e Edimburgo

Uma das perguntas que aparecem aqui no blog com grande frequencia é: Qual a melhor opção de meio de transporte para ir de Londres a Edimburgo? Sendo assim, eu achei que seria interessante escrever um post especial somente sobre esse assunto.

As quatro únicas formas de se deslocar entre Londres e Edimburgo, são: avião, trem, ônibus e carro. Até aqui nenhum novidade. Mas então, vamos por partes:

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→ Avião

As empresas que voam com maior frequencia de Londres para Edimburgo são: a British Airways, FlyBe e a EasyJet. O tempo médio de voo é de apenas 1 hora.

Londres é servida por 5 aeroportos e Edimburgo tem apenas um único aeroporto. E dependendo da cia aérea escolhida, é possível partir de todos os aeroportos de Londres pra Edimburgo.

Então por exemplo, a British Airways voa Londres através do aeroporto de Heathrow, Gatwick e City. Já a FlyBe voa somente do aeroporto de Gatwick e a Easyjet faz o trajeto através dos aeroportos de Stansted, Gatwick e Luton.

Essas três empresas cobrem todos os aeroportos de Londres. Sendo assim, ninguém vai ficar sem opção de voo pra ir de Londres a Edimburgo ou vice-versa!

Obs.: um tempo atrás eu escrevi um post com dicas pra comprar passagem aérea pra ir até a Escócia.

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→ Trem

Viajar de trem pelo Reino Unido é também uma excelente opção. Eu já tive oportunidade de passear por lá inumeras vezes e posso garantir que as paisagens são espetaculares.

As empresas de trem que fazem o trajeto entre Londres a Edimburgo de forma direta são: a East Coast e a Cross Country. Ainda existe a opção com uma conexão em Carlisle, que é operado pela empresa Virgin Trains (o tempo da conexão é tranquilo, em torno de 20 minutos).

O tempo medio do trajeto direto fica em 4 horas e 20 minutos e o trajeto com conexão pode variar muito dependendo do horário e da empresa escolhidos.

O legal de viajar de trem, como todo mundo sabe, é a comodidade de chegar na estação apenas alguns minutos antes do trem partir e de não precisar passar por controle de passaporte e nem por controle de segurança. Além é claro, do fato das estações estarem super bem localizadas, no centro de cada uma das cidades.

Então pra quem quiser se locomover usando trem, em Londres os trens vão partir da King’s Cross (trens diretos) e da Euston (trens com conexão da empresa Virgin Trains). Já em Edimburgo, todos os trens chegam na Waverley Station. Alguns trens param na Haymarket Station, mas somente os trens que tem como destino final a cidade de Aberdeen, no norte da Escócia. Então pra quem preferir desembarcar na Haymarket Station, é bom checar no painel se o trem vai até lá, senão é bom garantir e descer na Waverley Station mesmo.

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→ Ônibus

Como eu nunca fiz o trajeto entre Londres e Edimburgo de ônibus, eu acho interessante alertar sobre uma questões: o trajeto é loooongo, o tempo médio é de mais de 10 horas de viagem e ainda em alguns trechos tem que fazer uma troca no meio do caminho (na cidade de Birmingham)!

Então se nos olharmos no mapa do Reino Unido, já dá pra entender o pq do trajeto ser tão longo. O ônibus não segue por uma estrada pelo litoral, ele vai por dentro do país por uma estrada que passa quase grudada no País de Gales. Tá explicado então, nem teria como ser mais rápido esse trajeto, afinal, o desvio é enoooorme!

Claro que toda essa desvantagem do tempo de deslocamento entre as cidades teria que ter um beneficio: o preço. Realmente os tickets de ônibus são super baratos. O preço varia entre 15,00 libras a 40,00 libras quando comprado com uma certa antecedência.

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O que eu vou relatar aqui é baseado na experiencia que dois colegas do curso de inglês tiveram. E o que eles me falaram foi o seguinte: n-u-n-c-a mais na vida! Tudo bem que o preço compensa, mas é muito cansativo. E como eles foram passar o final de semana em Londres, imaginem, eles ficaram mais tempo dentro do ônibus do que em Londres propriamente dito.

Mas pra quem se interessar em embarcar nessa loooooonga aventura, os ônibus partem de Londres da Victoria Coach Station (que fica junto a Estação de trem Victoria) rumo a Edimburgo pelo menos 5 vezes por dia. O desembarque em Edimburgo é feito na Edinburgh Bus Station, que fica do lado do Multrees Walk e a duas quadras a Princes Street (perto do Scott Monument e do Calton Hill).

As duas principais empresas que fazem esse trajeto são: National Express e a MegaBus.

Obs.: normalmente os ônibus que viajam durante o dia tem a tarifa mais barata do que os que viajam a noite.

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→ Carro

Apesar de eu nunca ter feito o trajeto entre Londres e Edimburgo de carro (eu fiz apenas o trecho Edimburgo – Liverpool, mas não era eu quem estava dirigindo), eu acho que vale a pena compartilhar duas coisas:

– a mão inglesa (não esqueça que em todo o Reino Unido eles dirigem no lado contrario do que nós no Brasil). Pra quem quiser encarar essa opção, vale lembrar que o cuidado deve ser redobrado, pq é tudo literalmente ao contrario do que estamos acostumados.

– outra coisa que achei legal é que, além das estradas estarem em perfeito estado, não existem construções, lojinhas, barraquinhas vendendo frutas e coisas do tipo no acostamento. A paisagem que nos acompanha são super bonitas e são km e mais km de campos, colinas e muitas ovelhas. No Reino Unido, existem lugares especificos para as paradas, que são chamados de “Services”. Ali, é onde vão estar o posto de gasolina, os banheiros, as lanchonetes, os restaurantes, as lojinhas e os pontos de informações.

A distância entre as duas cidades é de 650 Km, sendo assim, o tempo médio de desolamento fica em torno de 7 horas e meia.

→ Outras considerações

Respondendo a pergunta inicial do post, na minha opinião, as duas melhores opções de deslocamento entre Londres e Edimburgo ainda vão ser: o Avião e o Trem. O avião pelo fato de ser a forma mais rapida de deslocamento, em questão de 1 hora estamos desembarcando em Edimburgo. Já o trem, mesmo tendo o tempo médio de deslocamento de 4 horas e meia, vale a pena pra apreciar a paisagem do interior do país que é muito bonita!

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Londres: Teleférico Emirates Air Line

Londres é uma daquelas cidades cheias de coisas pra fazer e mesmo assim, a cada ano que passa sempre aparecem coisas novas pra visitar. Dessa vez, a mais nova atração de Londres atende pelo nome de teleférico Emirates Air Line, inaugurado em junho desse ano.

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O local escolhido para sua construção foi a região leste da cidade, sendo assim, o teleférico atravessa o rio Tâmisa ligando a O2 Arena (na margem sul) ao ExCel Exhibition Centre (na margem norte).

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Como eu tava no WTM, que estava acontecendo no ExCel Exhibition Centre, aproveitei pra dar uma fugidinha e fui conhecer o teleférico.

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A estrutura no geral já chama atenção tanto pela modernidade quanto pelo tamanho. Impressionante aqueles 3 pilares que sustentam os cabos por onde passam os teleféricos.

→ Comprando o ticket

O ticket pode ser comprado de três maneiras: nas máquinas, com o Oyster Card ou nos guiches de atendimento em ambos os terminais (sul e norte).

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Quem tiver o Oyster Card (como no meu caso), também pode usar. É só chegar em qualquer um dos terminais e se digirir direto pra entrada, passar o Oyster pra liberar a catraca e entrar na primeira cabine livre que aparecer. Muito simples!

Quem não tem o Oyster, deve ir nas máquinas ou no guiche de atendimento e comprar o ticket.

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Obs.: quem estiver usando o Oyster Card (Oyster Pay as you go Fares), ganha um desconto no valor da tarifa. O valor fica em 3,20 libras cada trecho. Já quem não tem o Oyster vai pagar por cada trecho o valor de 4,30 libras (Boarding Pass Fares).

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→ Tipos de viagem

Existem dois tipos de viagem: por trecho (ao chegar do outro lado do rio Tamisa, dá pra sair do teleférico e conhecer a região) ou 360 Tour (que dá a volta completa, sem direito a descer da cabine na estação no outro lado do rio).

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→ O passeio

Eu peguei o bondinho na estação Emirates Royal Docks – North, como já disse no inicio do post, apenas me dirigi a catraca, passei meu oyster e segui viagem. Na ida, eu dividi a cabine com mais dois rapazes britânicos (pelo sotaque).

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Enquanto eles conversavam sobre a engenharia e como tudo foi construido, eu aproveitei pra escutar um pouco da história enquanto batia minhas fotos.

O passeio é bem rapidinho, em questão de 5 minutos eu já tava desembarcando no outro terminal, o Emirates Greenwich Peninsula – South.

O Parque Olimpico lá no fundo

O Parque Olimpico lá no fundo

A estrutura é impressionante, tudo é muito gigantesco, e nem poderia ser diferente. São três torres que permitem que as cabines circulem pra lá e pra cá. No ponto mais alto do passeio, o teleférico chega a 90 metros de altura.

Aeroporto London City

Aeroporto London City

Pra quem já teve oportunidade de andar nos teleféricos das estações de ski, é mais ou menos a mesma sensação, só que ao invés de montanhas cheias de neve, vemos Londres 360 graus!

O2 e Canary Wharf

O2 e Canary Wharf

As cabines são bem espaçosas e tem bancos em cada lado. Não é permitido ficar em pé durante a travessia. Tem um aviso bem grande na porta alertando os passageiros sobre esse detalhe.

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Então, como eu não tinha pego o ticket 360 Tour, eu pude sair da estação e aproveitei pra dar uma caminhada por ali. Saindo da estação, a pouquissimos metros fica o O2 Arena, uma arena multiuso (onde acontecem show, jogos de tênis, entre outros) e que tem um monte de restaurantes também. Já que tava ali, fiz um lanchinho rapido e voltei pra estação pra fazer o restante do trajeto.

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→ Vale a pena o passeio?

Quando eu cheguei no terminal pra pegar o teleférico, ele tava bem vazio. A maioria das cabines seguem indo e vindo vazias. A vista é legal, dá pra ver (e conhecer) uma area de Londres que normalmente a maioria das pessoas passam batido. Essa é uma area que está em constante construção e reforma. Lá do alto a gente não vê nenhuma das grandes atrações de Londres, mas alguma coisa dá pra ver bem de longe, como por exemplo a região de Canary Wharf, a The City e o Parque Olimpico. Também dá pra ver os aviões pousando e decolando do Aeroporto de London City. Dá pra ver a Thames Barrier, as estruturas que podem regular a quantidade de água no Tamisa, evitando assim enchentes e “só”! Claro que a estrutura toda que foi montada impressiona, mas no geral, eu acho que dá pra deixar o teleférico em segundo plano em uma viagem, principalmente quem estiver indo à Londres pela primeira vez!

Reparem nas histórinhas

Reparem nas histórinhas

→ Outras considerações

Quem não estiver pela região, pode chegar facilmente até qualquer um dos dois terminais do teleférico através do metro, DLR e barco.

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Um detalhe importante que o site do teleférico já avisa é que, se tiver chovendo muito ou ventando muito forte, o teleférico para de funcionar. Somente quando as condições climáticas votarem ao normal, o teleférico volta a funcionar.

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Funciona todos os dias da semana e dependendo da época (verão ou inverno) os horários de abertura e fechamento variam, então é sempre bom dar uma olhadinha no site pra não ter nenhum problema.

Obs.: Só como curiosidade, o custo da obra foi de 60 milhões de libras que foram pagas pela cia aérea Emirates. Então tá explicado o pq desse nome, né?!?! =)

Como andar de DLR em Londres

As opções de transporte público em Londres são grandes, além do excelente sistema de metro, a cidade ainda oferece ônibus, overground, barcos, teleférico e o DLR.

Eu já sabia da existencia do DLR, mas a unica oportunidade que tive pra andar (e não andei) foi quando pegamos um voo de Edimburgo pra Londres e desembarcamos no Aeroporto London City. Como nessa vez estavamos em quatro pessoas (e mais as malas gigantes), achamos que um táxi até o hotel seria mais vantagem.

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Pra quem nunca ouviu falar no DLR e está se perguntando o que seria isso, explico: DLR – Docklands Light Railway basicamente é um metro de superficie e como o próprio nome já indica ele cobre toda a area de Docklands e uma boa parte da região leste e sul de Londres.

Nos dias que fui no World Travel Market, uma das maiores feiras de turismo do mundo, que aconteceu no ExCel London, eu acabei usando metro + DLR para ir até lá.

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Mas claro que quem estiver em Londres a passeio ou de férias, o DLR pode ser muito útil pra chegar também em Canary Wharf (post em breve), Greenwich (para visitar o Meridiano de Greenwich), em Stratford (para visitar o Westfield Shopping Centre e o Parque Olímpico), o novíssimo teleférico Emirates Air-Line (post em breve) e o Aeroporto London City.

Como ele funciona mais ou menos no mesmo esquema do metro de Londres, é bem fácil de usa-lo.

→ Comprando ticket

Tanto o Single Ticket, o Travelcard e o Oyster Card são aceitos no DLR. Todos esses tickets podem ser comprados diretamente na estação, tanto nos guiches como nas máquinas. Uma coisa que é importante dizer é que, como o DLR basicamente opera nas zonas 1, 2, 3 e 4 (principalmente nas zonas 2, 3 e 4), os valores desse tickets podem variar e serem um pouco mais caros. Então é bom ter bastante crédito no Oyster pra não ter problema.

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Pra quem for comprar o Oyster Card, o valor somente do cartão é de 5,00 libras e a gente carrega ele com a quantia que achar necessária. Se sobrar credito, não precisa se preocupar, pq ele não expira.

→ Identificando a linha DLR

Tanto no mapa como nas estações, a cor dessa linha é verde água.

Foto retirada do site Wikipedia

Foto retirada do site Wikipedia

→ Estações de metro no centro de Londres com acesso ao DLR

A estação de metro mais central com acesso ao DLR é a de Bank (linha vermelha). Essa estação fica bem perto da Catedral de St Paul, na area chamada de The City, que foi de onde a cidade de Londres surgiu.

Também da pra ter acesso ao DLR partindo da estação de London Bridge (linha cinza) que vai até a estação de Canary Wharf, onde nessa estação, é possível pegar o DLR.

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Outras duas estaçoes de metro que também dão acesso ao DLR são: Tower Hill -Tower Gateway (linha amarela e verde) e Bow (linha verde e também linha rosa). Chegando nessas estações também é possivel pegar o DLR.

→ Andando de DLR

Todas as vezes que precisei usar o DLR, eu parti da estação de Bank. Cheguei lá de metro e segui até a região leste de Londres de DLR.

Uma coisa que chama atenção é que, diferentemente do que acontece nas estações de metro, a catraca onde passamos o Oyster não existe. Então por exemplo, na estação de Bank, passamos normalmente pela catraca com o Oyster, porém ao desembarcar em qualquer estação de DLR, essas catracas não vão existir.

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O que vamos encontrar é uma maquininha bem discreta, que se a gente não prestar bem atenção, a gente passa batido e nem valida o oyster no final da viagem (e consequentemente a tarifa dessa viagem não fecha).

Quando eu cheguei la no ExCel London, sai da plataforma da estação de DLR e não tinha catraca, achei aquilo bem estranho, mas continuei caminhando. Enquanto eu tava la batendo foto dos cartazes que davam acesso a feira, reparei que o pessoal se aglomerava ao redor de uma maquinha, fui lá ver o que era e surpresa: era ali que tinha que validar o meu oyster! Então é bom ficar ligado, pra não esquecer de passar o cartão no desembarque.

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Como eu já disse no inicio do post, o DLR segue o mesmo esquema do metro, só que é bem mais simples, já que teoricamente só tem “duas linhas”: as que seguem oeste- leste e a que segue norte – sul.

A unica coisa que precisamos saber é a estação final. Com essa informação em mãos, precisamos ver qual é a estação final dessa linha e seguir pra plataforma indicada.

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Por exemplo, eu tinha que pegar o DLR na estação de Bank e desembarcar na estação de Custom House. A estação que eu tinha que desembarcar ficava na linha na qual a estação final era Beckton, então era só me dirigir para o lado da plataforma que indicava onde estavam essas duas estações.

Claro que como eu parti da estação de Bank, nem todos os DLRs iam diretamente pra Beckton, então pra não ficar perdendo tempo, eu já ia adiantando o trajeto.

Uma das poucas estações que é fechada, a do Aeroporto London City

Uma das poucas estações que é fechada, a do Aeroporto London City

Então, se a linha que eu tinha pego fizessse um “desvio” de trajeto, eu tinha que descer na estação de Westferry ou Canning Town e lá pegar outro DLR com destino a estação de Custom House.

Normalmente, pelo menos quase todas as vezes que peguei o DLR, eu tive que ir até a estação de Canning Town e lá trocar de DLR pra seguir viagem.

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Então pra quem vai até o Aeroporto de London City ou quem quer andar de teleférico, é sempre bom ir até a estação de Canning Town e lá trocar de DLR se caso for necessário.

Quem vai até o Aeroporto de London City deve seguir destino na linha com parada final Woolwich Arsenal. Já quem vai andar no teleférico, precisa seguir a linha que vai até a estação final de Beckton e descer na estação de Costum House.

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Obs.: Em todas as estações as plataformas vão ser as mesmas sempre, dependendo do sentido (centro – bairro ou bairro – centro), então as placas já indicam também qual plataforma e sentido que o trem vai.

→ Outras considerações

Como o DLR é um sistema de transporte relativamente recente (1987), tanto as estações como os trens são bem novos.

No total são 45 estaçoes de DLR e esse sistema cobre 31 km da cidade de Londres.

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Como é um sistema de metro de superficie, todas as estações são abertas, ou seja, venta muito e é super frio.

O DLR funciona todos os dias da semana e os trens partem a cada 4-10 minutos.

Utilidade: Usando o Liberty Passport da Tim na Europa

Hoje em dia é muito dificil conseguir ficar sem usar o celular e consequentemente a internet em uma viagem. Até pq, todo mundo “precisa” checar os emails, enviar fotos, mandar mensagem e fazer ligações e eu não sou exceção a essa regra!

A principio eu tinha pensado em usar esse plano da TIM somente na Suiça, onde a gente ficaria apenas 4 dias e deixaria pra comprar um SIM card local na Áustria onde o tempo da nossa viagem seria maior, por volta de 9 dias.

Primeiro de tudo, aqui vão três coisas importantes: meu plano da TIM aqui no Brasil é pós pago, eu tenho um Iphone 4S e eu usei o celular na Europa basicamente para ter acesso a internet, fazer uma ou outra ligação e mandar mensagem de vez enquando.

Conexão 3G no centro de Londres!

Conexão 3G no centro de Londres!

Então, como eu já contei nesse post aqui, nessa viagem eu passei pela Suiça, Liechtenstein, Áustria, Alemanha e Reino Unido (Inglaterra e Escócia).

Nesse post vou contar como foi a minha experiência em usar o TIM Liberty Passport nem cada um desses países.

Antes de mais nada, eu não tive que ligar em nenhum lugar como sugere o site da TIM pra habilitar o roaming internacional no meu celular. Na verdade, isso já estava habilitado e o que eu precisei fazer foi ligar pra TIM e ver como eu desabilitava essa opção, pq eu não tinha necessidade de usar isso todos os dias durante a viagem.

Quem tiver um iphone 4S assim como eu, é só ir em configurações e habilitar ou desabilitar a opção roaming internacional. É somente nesse lugar que vamos saber se estamos com o roaming habilitado ou não. Sempre que o roaming estiver habilitado, a TIM envia uma mensagem avisando os valores e a hora que inicia as 24 horas de prazo que estamos pagando.

Ligações:

Eu fiz umas 4 ou 5 ligações pro meu pai quando estava comprando os whiskys pra ele la no Reino Unido. No geral a ligação estava boa, poucas vezes deu alguma falha e não caiu nenhuma vez (um milagre!).

Torpedos:

Usei umas 3 ou 4 vezes (no máximo) os torpedos, só pra avisar que meu trem partindo de Edimburgo estava no horário, que eu tinha chegado em Londres direitinho e que meu voo estava saindo de Londres para o Brasil no horário também. Todas as vezes os torpedos foram de primeira (coisa que não acontece aqui no Brasil, que quase sempre eu tenho que renviar (umas 18 vezes, mais ou menos) e logo em seguida eu recebia resposta do meu pai.

Internet:

Usei pelo menos 1 dia em cada país que eu visitei. Uma coisa que eu achei bem ruim é que logo que eu habilitava o roaming, a conexão era bem rapidinha, mas quando eu recebia uma mensagem avisando que a velocidade tinha sido reduzida, vixi, dai não tinha cristo que fizesse algumas coisas funcionarem de primeira.

Na Suiça e Liechtenstein foram os lugares onde eu acabei usando mais, pq como tinhamos que pegar milhões de trens durante nossos bate-volta, eu precisei da internet pra entrar no aplicativo da SBB pra checar os horarios e tal. No geral, eu achei que a internet funcionou super bem, tanto no aplicativo, quanto pra checar emails, mandar fotos no twitter e entrar no facebook.

Na Áustria eu não usei todos os dias, mas nos dias que usei a internet não funcionou muito bem. Era super lenta, não conseguia enviar nada de primeira, tinha que ficar reenviando tudo a cada pouco. Então, achei que não compensou muito e acho que foi justamente por isso que não usei tanto.

Na Alemanha, em Munique, a conexão era horrivel. Como eu já vinha com a conexão do dia anterior da Áustria, eu acabei por não renovar por mais 24 horas e deixei o roaming desligado o tempo todo. Eu usei bastante a internet do hotel que era gratuita e ainda encontrei internet wi-fi grátis em algumas atrações turisticas, então facilitou bastante a comunicação nesse sentido.

Em Londres, a conexão 3G só funcionava super bem no centro da cidade. No WTM e pro lado leste de Londres não consegui conexão nenhuma vez. Então, praticamente não usei o roaming em Londres. No hotel em que me hospedei o wi-fi era free, então geralmente a noite eu aproveitava pra enviar fotos, olhar meus emails e falar com o pessoal no twitter e facebook.

Já em Edimburgo eu não usei o roaming nenhum dia. No hotel que me hospedei também oferecia internet wi-fi gratuita, então era a noite que eu me atualizava dos acontecimentos do mundo virtual.

Em resumo

Agora que a fatura chegou e eu vi o valor da conta (que foi menos de 200,00 reais), eu achei que até valeu a pena. Assim, aproveitei a viagem e não fiquei 24 horas pendurada no celular.

Claro que eu não habilitei o roaming todos os dias, pq sabia que a fatura poderia vir com um valor bem elevado. O negócio é sempre tentar ver onde tem uma rede wi-fi free e ir usando conforme der ou aproveitar o wi-fi free do hotel à noite.

Então, se realmente valeu muuuito a pena eu não sei muito bem, mas ao menos eu consegui me conectar com o mundo por alguns dias e não fui a falência.

Union Jacks – O mais novo restaurante de Jamie Oliver em Londres

A ultima novidade do chef celebridade Britânico Jamie Oliver é o restaurante Union Jacks. O próprio nome já indica qual é o principal tipo de comida servido ali. E pra quem chutou britânica, acertou! Mas o Union Jacks não é exclusivo de Jamie Oliver, já que o “projeto” tem a parceria de Chis Bianco, dono de uma das pizzarias mais famosas dos Estados Unidos.

Então pra não perder a oportunidade, como eu tava voltando de um day trip de Norwich e desembarquei na estação de trem de Liverpool St, achei que era uma boa ideia ir lá nesse dia, já que ambas as estações ficam na mesma linha do metro, a linha vermelha.

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O restaurante está localizado numa área bem moderninha, que combinou perfeitamente com o estilo e decoração do lugar.

Eles oferecem opção de reservar pelo site mesmo ou pelo telefone. No dia que eu fui era uma segunda-feira, mesmo sendo Londres, onde teoricamente tudo lota todos os dias, eu resolvi arriscar. Tinha bastante gente claro, mas não tava lotado. Ainda bem!

A proposta desse restaurante é mesclar um pouco da culinária (e ingredientes) britânica com alguns outros detalhes de outros lugares do mundo. Então por exemplo, a decoração, as tapas (entradinhas), ainda tem as opções de pizzas e existem opções de pratos grelhados também.

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Antes de ir pra estação de Norwich pegar o trem de volta pra Londres eu fiz um pit-stop no Tesco e comprei umas porcarias pra comer no caminho. Então quando cheguei no restaurante, preferi não pedir nenhuma entradinha, com medo que fosse ser muita comida.

Acabei pedindo como prato principal peixe grelhado, que eu não esperava que fosse vir literalmente um peixe inteiro. Isso que dá não prestar atenção em todas as palavrinhas no cardápio. Quase cai dura quando o prato chegou!! Eu que já sou meio traumatizada com espinhos (pq uma vez engoli um e fui parar no hospital), comi super devagar, só pra garantir! Mas o peixe tava uma delicia, muito bom mesmo!

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Como sobremesa (eu esqueci de bater foto), eu pedi um sorvete, o sticky toffee pudding, que estava igualmente muito bom!

Um outro detalhe que merece destaque foi a cidra de blackberry do País de Gales, que eu adorei! Queria ter tido tempo de tomar mais uma, pq realmente era muito boa!

Mas vamos ao que interessa.. E o preço? Mesmo sendo um restaurante de um “celebrity chef”, eu achei os preços são bem acessíveis. Eu não pedi entradinha, escolhi apenas o prato principal e sobremesa e pedi uma água e uma cidra. E acreditem, minha conta deu menos de 20,00 libras!

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Minha opinião: o restaurante é uma boa opção pra quem quer provar uma comida de boa qualidade. Tanto o prato principal como a sobremesa estavam ótimos. O atendimento foi nota 10, bem rápido e eficiente. Eu recomendo!

Em Londres existem 3 restaurantes Union Jacks espalhados pela cidade, eu fui no de St. Giles, que fica na 4 Central St. Giles Piazza, pertíssimo da Oxford Street. A estação de metro mais próxima é a de Tottenham Court Rd (cor vermelha – Central Line).

Obs.: peguei a dica com a Heloisa, que  escreveu um post uns meses atrás no blog Aprendiz de Viajante.

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